Dia a dia…

22 05 2025

Hoje tivemos um almoço gostosíssimo.  Marina, que é de São Paulo, está no Rio de Janeiro em brevíssima estadia. Mas seria aniversário de seu pai… que já se foi.  Reuniu então os tios e primos que em pouco tempo pudessem se encontrar, lembrar de seu pai e tudo, antes dela embarcar de volta para casa…. Foi coisa improvisada.  Mas o improviso às vezes sai melhor que o programado.  Foi um momento feliz, num restaurante em Botafogo…





Flash!

27 02 2025
Escritores, da esquerda para a direita: Adonias Filho, Rachel de Queiroz e Gilberto Freyre.





Retiro de escritores

25 05 2024




Outono: Helen Bevington

1 06 2023

Uma estrada do interior no outono, 1918

Edward Wilkins Waite (Grã-Bretanha, 1854-1924)

óleo sobre tela

 

 

 

“O estímulo sazonal é forte entre poetas. Milton escrevia sobretudo no inverno.  Keats esperava que a primavera o acordasse (como havia feito anteriormente nos meses de abril e maio de 1819). Burns escolheu o outono.  Longfellow gostava do mês de setembro. Shelley brilhava nos meses quentes.  Alguns poetas, como Wordsworth,  trabalhavam ao ar livre. Outros, como Auden, permaneciam em lugares com cortinas fechadas. Schiller precisava do perfume de maçãs apodrecidas  à sua volta para escrever um poema.  Tennyson e Walter de la Mare tinham que fumar.  Auden bebia muito chá, Spencer café; Hart Crane álcool. Pope, Byron e William Morris eram criativos às altas horas.  E assim por diante.”

 

Helen Bevington (When Found, Make a Verse of)

 

Tradução: Ladyce West

 

-.-.-.

“The seasonal urge is strong in poets. Milton wrote chiefly in winter. Keats looked for spring to wake him up (as it did in the miraculous months of April and May, 1819). Burns chose autumn. Longfellow liked the month of September. Shelley flourished in the hot months. Some poets, like Wordsworth, have gone outdoors to work. Others, like Auden, keep to the curtained room. Schiller needed the smell of rotten apples about him to make a poem. Tennyson and Walter de la Mare had to smoke. Auden drinks lots of tea, Spender coffee; Hart Crane drank alcohol. Pope, Byron, and William Morris were creative late at night. And so it goes.”

— Helen Bevington (When Found, Make a Verse of)

 





O escritor no museu: Mário de Andrade

27 04 2023

Mário de Andrade, 1935

Cândido Portinari (Brasil, 1903-1962)

nanquim sobre papel, 17 x 11 cm





Vida de escritora

12 04 2023

.

Nas últimas semanas,  março e abril,  comecei a sair do meu ninho, voltando para uma vida mais normal.  Marquei um encontro com Judy Botler, no dia 25 de março.Nossos livros, Cerejas de Maio de Judy Botler e À meia voz de minha autoria estão na Amazon e em livrarias no Rio de Janeiro. Recebi um volume do livro Cerejas de Maio, para doação à biblioteca da Usina de Arte, em PE para qual o Livro Errante está recolhendo livros novos.

.

.

Sim, tiramos fotos juntos. Mas me dei ao luxo de não gostar de nenhuma das minhas. Ou estava desarrumada, ou mais acabada do que me acho, ou parecia com sono… eliminei TODAS…. Minha página, meu gosto!





Curiosidade literária

20 02 2023

Verão, 1563

Giuseppe Arcimboldo (Itália, 1526-1593)

óleo sobre madeira, 67 x 51 cm

Kunsthistorisches Museum,  Viena

 

   Um dos mais importantes poetas ingleses do período romântico, Shelley, [Percy Bysshe Shelley], (1792-1822) foi o mais conhecido personagem da literatura a primeiro abraçar a dieta vegana.  Sob influência das obras de William Lambe (1765-1847), médico, e um dos primeiros defensores da dieta vegana  e do escritor ativista da dieta limitada às plantas, John Frank Newton (1767-1837), Shelley adotou o veganismo e pôs-se  a escrever panfletos advogando a favor da dieta vegana.

 





O escritor no museu: Jorge Amado

26 04 2021

Jorge Amado, 1934

Cândido Portinari (Brasil,1903- 1962)

óleo sobre tela, 38 x 46 cm





O escritor no museu: Mário de Andrade

18 05 2020

 

 

 

Mario de ANdrade por Portinari, 1935, ost, 73 x 60 cm,Coleção de Artes Visuais do Instituto de Estudos Brasileiros - USP (São Paulo, SP)Mario de Andrade, 1935

Cândido Portinari ( Brasil, 1903-1962)

óleo sobre tela, 73 x 60 cm

Coleção de Artes Visuais do Instituto de Estudos Brasileiros

USP (São Paulo, SP)





Bibliotecas e eleitores, José Eduardo Agualusa

6 11 2017

 

 

Anderson, Stephen TriuirEithne (Three Enyas), 1998As três Ênias, 1998

Steven Warde Anderson (EUA, 1953)

Guache, caneta, lápis sobre painel de ilustração,  60 x 100 cm

Rockford Art Museum, Illinois, EUA

 

 

“Bibliotecas nunca desiludem. Um bom leitor é um eleitor mais informado e responsável; formando leitores estamos também desenvolvendo a empatia e o interesse pelo outro. A longo prazo esse esforço irá traduzir-se numa sociedade mais exigente, mais interventiva e, por extensão, numa classe política um pouco menos bruta do que a atual.”

 

Em: “Sobre livros e revoluções“, José Eduardo Agualusa, O GLOBO, 06/11/2017, Segundo Caderno, página 2