Nossas cidades — Porto Alegre

13 01 2014

BENITO MAZON CASTAÑEDA 1885-1955 Abrigo do Bondes de Porto Alegre, Pinacoteca Aldo locatelli,  1945ost  - 75,0 x 80,2 cm.Abrigo dos bondes em Porto Alegre, 1945

Benito Mazon Castañeda (Espanha,1885- Brasil, 1955)

óleo sobre tela, 75 x 80 cm

Pinacoteca Aldo Locatelli, Porto Alegre





Domingo, um passeio no campo!

12 01 2014

FELISBERTO RANZINI - Paisagem de Petrópolis - Óleo sobre madeira - 11 x 16Paisagem de Petrópolis, s/d

Felisberto Ranzini (Brasil, 1881-1976)

óleo sobre tela, 11 x 16





Palavras para lembrar — Napoleão Bonaparte

10 01 2014

Catherine Chauloux (França, 1957) a_la_recherche_des_mots In search of lost words.  Oil on canvas, 40x40 cmÀ procura de palavras perdidas, s/d

Cathérine Chauloux (França, 1957)

óleo sobre tela, 40 x 40 cm

www.catherinechauloux.fr

“Mostre-me uma família de leitores, e lhe mostrarei o povo que dirigirá o mundo”.

Napoleão Bonaparte





Veneza do século XIII: os primórdios do capitalismo e da globalização

9 01 2014

Marco Polo sailing from Venice in 1271, detail from an illuminated manuscript, c. 15th century; in the collection of the Bodleian Library, Oxford, Eng.Marco Polo saindo em navio de Veneza, em 1271.  Detalhe de iluminura de um manuscrito do século XV, na Biblioteca Bodleian, na Universidade de Oxford.

QUASE TODOS em Veneza dedicavam-se ao comércio. As viúvas investiam em atividades mercantis e qualquer jovem desprovido de meios podia intitular-se “mercador” simplesmente aventurando-se no negócio. Apesar dos riscos enormes, riquezas inimagináveis atraíam os mais arrojados, os empreendedores e os bobos. Fortunas surgiam e evaporavam da noite para o dia, e muitas fortunas familiares venezianas provinham do êxito de uma única expedição comercial a Constantinopla.

Os mercadores venezianos desenvolveram todo tipo de estratagema para lidar com mudanças bruscas em seu meio de vida, o comércio mundial. Na ausência de padrões para o câmbio, as diversas moedas em uso eram um pesadelo na hora da conversão. O Império Bizantino tinha os seus besantes, as terras árabes seus dracmas, Florença seus florins. Confiando na proporção entre ouro e prata numa moeda para determinar o seu valor, Veneza tentava acomodar todas. Mercadores como os Polo evitavam o difícil sistema monetário, com sua inevitável confusão e depreciação e negociavam, com gemas tais como rubis, safiras e pérolas.

Para resolver suas necessidades financeiras sofisticadas e exóticas a cidade desenvolveu o sistema bancário mais avançado na Europa Ocidental. Bancos de depósito do continente são originários de Veneza. Em 1156, a República de Veneza tornou-se o primeiro estado desde a Antiguidade a obter um empréstimo público. Ela também emitiu as primeiras leis bancárias da Europa, com o fim de regulamentar a nascente indústria bancária. Como resultado dessas inovações, Veneza dispunha das mais avançadas práticas de negócios da Europa.

Veneza adaptou os contratos romanos às necessidades dos mercadores que negociavam com o Oriente. Sofisticados contratos marítimos de empréstimo ou de troca estipulavam as obrigações entre armadores e mercadores inclusive faziam seguro – obrigatório em Veneza a partir de 1253. O tipo de acordo mais comum entre os mercadores era o comenda ou, no dialeto veneziano, collegantia, um contrato baseado em modelos antigos. Numa tradução aproximada, o termo significava “negócio de risco” e, mais que um conjunto de princípios legais consistentes, era um reflexo dos costumes prevalecentes no comércio. Apesar de esses contratos do século XII e XIII pareceram antiquados suas exigências de precisão contável são surpreendentemente modernas. Eles exprimiram e respaldaram uma forma rudimentar de capitalismo muito antes do surgimento do conceito.

Para os venezianos, o mundo era assombrosamente moderno de outra maneira: ele era “plano”, isto é, mundialmente ligado para além das fronteiras e dos limites, fossem estes naturais ou artificiais. Eles viam o mundo como uma rede de rotas comerciais e oportunidades constantemente em mutação que se estendiam por terra e mar. Por barco ou em caravanas, os mercadores venezianos viajavam aos quatro cantos do mundo em busca de especiarias, gemas e tecidos valiosos. Graças à sua iniciativa, minerais, sal, cera, remédios, cânfora, goma-arábica, mirra, sândalo, canela, noz-moscada, uvas, figos, romãs, tecidos (especialmente seda), peles, armas, marfim, lã, penas de avestruz e papagaio, pérolas, ferro, cobre, pó de ouro, barras de ouro,  barras de prata e escravos asiáticos chegavam à Veneza, provenientes da África, do Oriente Médio e da Europa Ocidental, por meio de complexas rotas comerciais.

Itens ainda mais exóticos chegavam à cidade a bordo de galés estrangeiras. Imensas colunas de mármores, pedestais, painéis e blocos, arrancados de templos ou edifícios em ruínas em Constantinopla ou alguma cidade grega ou egípcia, amontoavam-se no cais. Esses restos da antiguidade, lápides de civilizações mortas ou moribundas, terminavam em uma esquina qualquer da Piazza San Marco, ou na fachada de um palazzo ostentoso habitado por algum duque ou rico mercador.

A diversidade de mercadorias levou Shakespeare a comentar por meio da personagem Antônio em O Mercador de Veneza, que “o lucro e o comércio da cidade/dependem de todas as nações”. O comércio veneziano era sinônimo de globalização – outro conceito embrionário da época. Para estender seu alcance, os venezianos formavam parcerias com governos e mercadores distantes que desconsideravam as divisões raciais e religiosas. Árabes, judeus, turcos, gregos e, mais tarde, mongóis faziam parcerias comerciais com Veneza, mesmo quando pareciam ser seus inimigos políticos…

Em: Marco Polo: de Veneza a Xanadu, Laurence Bergreen, tradução Cristina Cavalcanti, Rio de Janeiro, Objetiva: 2009, pp 28-30.





Quadrinha do presente

8 01 2014

???????????????????????????????Cascão leva um presente, ilustração de Maurício de Sousa.

Se você der um presente,

esqueça logo o que deu;

mas traga sempre na mente

aquilo que recebeu.

(Adalzira Bittencourt)





Domingo, um passeio no campo!

5 01 2014

ABELARDO ZALUAR - (1924 - 1987)Paisagem - óleo sobre madeira - 12 x 16 cm - 1951Paisagem, 1951

Abelardo Zaluar (Brasil, 1924-1987)

óleo sobre madeira, 12 x 16 cm





Na boca do povo: escolha de provérbio popular

4 01 2014

???????????????????????????????Ilustração de Maurício de Sousa.

“Filho de gata, ratos mata”.





Domingo, um passeio no campo!

29 12 2013

MANOEL FARIA - Paisagem - Óleo sobre tela - 25 x 36Paisagem, s.d.

Manuel Faria (Brasil, 1895-1980)

óleo sobre tela, 25 x 36 cm





Feliz Natal! Paz e amor aos homens de boa vontade!

24 12 2013

DJANIRA DA MOTTA E SILVA (1914-1979) Fuga para o Egito, 1967, ost, 100x81Fuga para o Egito, 1967

Djanira da Motta e Silva (Brasil, 1914-1979)

óleo sobre tela, 100 x 81cm





Domingo, um passeio no campo!

22 12 2013

Virgílio Della Mônica (Brasil, 1889-1957) 1953 PaisagemÓleo sobre placa28 x 36 cmPaisagem, 1953

Virgílio della Monica (Brasil, 1889-1957)

óleo sobre placa de madeira, 28 x 36 cm