Cartão postal, Margret Boriss.
Guardada como fragrância,
a verdadeira amizade
não se perde na distância,
adormece na saudade.
(Ângela Togeiro)
Cartão postal, Margret Boriss.
Guardada como fragrância,
a verdadeira amizade
não se perde na distância,
adormece na saudade.
(Ângela Togeiro)
Sérgio Berber (Brasil, 1941)
óleo sobre tela, 70 x 50 cm
Estevão Silva (Brasil, 1845-1891)
óleo sobre tela
PESP – Pinacoteca do Estado de São Paulo
Retrato de Laura Pinheiro de Machado Pinto, 1941
Alberto da Veiga Guignard (Brasil, 1896-1962)
óleo sobre madeira, 56 x 39 cm
Lasar Segall (Lituânia/Brasil, 1891-1957)
óleo sobre tela, 98 x 61 cm
Museu Lasar Segall, São Paulo
Enrico Bianco (Itália/Brasil, 1918- 2013)
óleo sobre madeira, 55 x 38 cm
Canato (Brasil, 1965)
óleo sobre tela, 100x 120 cm
Aurélio d’Alincourt (Brasil, 1919-1990)
óleo sobre tela, 32 x 24 cm
Guerino Grosso (Brasil, 1907-1988)
óleo sobre tela, 54 x 46 cm
João Werner (Brasil, 1962)
óleo sobre tela, 50 x 70 cm
Antonio Rocco (Itália/Brasil, 1880-1944)
óleo sobre tela, 110 x 124 cm
PESP – Pinacoteca do Estado de São Paulo, SP
Anita Malfatti (Brasil, 1889-1964)
óleo sobre tela colada em cartão, 31 x 23 cm
Bigio Gerardenghi (Itália 1876-Brasil, 1957)
óleo sobre tela, 40 x 50 cm
Avgvstvs [Augusto Mendes da Silva] (Brasil, 1917-2008)
óleo sobre tela
Harry Elzas (Brasil, 1925-1994)
óleo sobre tela, 100 x 80 cm
Elon Brasil (Brasil, 1957)
óleo sobre tela, 100 x 130 cm
Cartão Postal.
Vinícius de Moraes
Leão! Leão! Leão!
Rugindo como um trovão
Deu um pulo, e era uma vez
Um cabritinho montês
Leão! Leão! Leão!
És o rei da criação!
Leão! Leão! Leão!
És o rei da criação!
.
Tua goela é uma fornalha
Teu salto, uma labareda
Tua garra, uma navalha
Cortando a presa na queda
.
Leão longe, leão perto
Nas areias do deserto
Leão alto, sobranceiro
Junto do despenhadeiro
Leão! Leão! Leão!
És o rei da criação!
.
Leão na caça diurna
Saindo a correr da furna
Leão! Leão! Leão!
Foi Deus quem te fez ou não?
Leão! Leão! Leão!
És o rei da criação!
.
O salto do tigre é rápido
Como o raio, mas não há
Tigre no mundo que escapa
Do salto que o leão dá
Não conheço quem defronte
O feroz rinoceronte
Pois bem, se ele vê o leão
Foge como um furacão
Leão! Leão! Leão!
És o rei da criação!
Leão! Leão! Leão!
Foi Deus quem te fez ou não?
.
Leão se esgueirando à espera
Da passagem de outra fera…
Vem um tigre, como um dardo
Cai-lhe em cima o leopardo
E enquanto brigam, tranqüilo
O leão fica olhando aquilo
Quando se cansam, o Leão
Mata um com cada mão
Leão! Leão! Leão!
És o rei da criação!
Leão! Leão! Leão!
Foi Deus quem te fez ou não?
.
Em: A arca de Noé:poemas infantis, Vinícius de Moraes, Companhia das Letrinhas, São Paulo:1991
Natureza morta com melancia, 1987
Herculano Campos (Brasil, 1912-1996)
óleo sobre eucatex, 36 x 54 cm
Tio Patinhas desconfia das contas a pagar. Ilustração de Walt Disney.
Na terra do cambalacho,
há sempre um jeitinho novo,
por lei ou simples despacho,
de dar o “cano” no povo…
(Thereza Costa Val)
Cartão postal, K. Nixon.
Sopra um vento suave, brando,
ondulando capinzais,
e os passarinhos, em bando,
se aninham nos matagais.
(Décio Valente)
Farnese de Andrade ( Brasil, 1926-1996)
óleo sobre tela sobre madeira, 50 x 70 cm