Imagem de leitura: Sigmund Sinding

29 05 2025

Interior com menina lendo

Sigmund Sinding (Noruega, 1875-1936)

óleo sobre madeira, 61 x 49 cm

 





Hoje é dia de feira: frutas e legumes frescos!

28 05 2025

Natureza-morta em Sta Teresa, RJ,1953

Djanira da Motta e Silva (Brasil, 1914-1979)

óleo sobre tela, 81×100 cm

 

 

 

Natureza morta, 1986

Newton Mesquita (Brasil, 1948)

acrílica sobre tela colada em placa, 80 x 70 cm





A frase musical, Marcel Proust

27 05 2025

Natureza morta com instrumentos musicais e livros, c. 1650

Bartholomeo Bettera (Itália, 1639-1699)

óleo sobre tela

Museu de Israel, Jerusalém

 

 

Que belo diálogo ouviu Swann entre o piano e o violino no começo do último trecho! A supressão das palavras humanas, longe de deixar ali reinar a fantasia, como se poderia crer, a tinha eliminado: jamais a linguagem falada foi tão inflexivelmente fatal, jamais conheceu a tal ponto a pertinência das perguntas, a evidência das respostas. Primeiro o piano solitário se queixou, como um pássaro abandonado da sua companheira; o violino escutou-o, respondeu-lhe como de uma árvore vizinha. Era como no princípio do mundo, como se ainda não houvesse senão os dois sobre a face da Terra, ou antes, era naquele mundo fechado a tudo o mais, construído pela lógica de um criador e onde para todo o sempre só os dois existiriam: aquela sonata. Era um pássaro? Era a alma ainda incompleta da pequena frase, era uma fada, esse ser invisível e choroso, cuja queixa o piano em seguida ternamente redizia? Seus gritos eram tão súbitos que o violino devia precipitar-se sobre o seu arco para os recolher. Maravilhoso pássaro! O violinista parecia querer encantá-lo, amansá-lo, capturá-lo. Já havia passado para a sua alma, já a pequena frase evocada agitava, como ao de um médium, o corpo verdadeiramente possuído do violinista.

 

Marcel Proust, em: No caminho de Swann, volume I da obra Em busca do tempo perdido, Marcel Proust, tradução de Mário Quintana.





Nossas cidades: Florianópolis

27 05 2025

Igreja de São Francisco, Florianópolis, década de 1950

Martinho de Haro (Brasil, 1907-1985)

óleo sobre madeira, 58 x 52 cm





Palavras para lembrar: Eugène Delacroix

25 05 2025

Verde

Albert Ramos Cortés (Espanha, contemporâneo)

óleo sobre tela, 51 x 41 cm

 
“O mais atraente triunfo do escritor é fazer pensar aqueles que podem pensar.”

Eugène Delacroix

 

 

 





Paisagens brasileiras…

25 05 2025

Paisagem com barco, 1999

Aldemir Martins (Brasil, 1922-2006)

acrílica sobre tela, 130 x 100 cm

Rosa imperial

José Paulo Moreira da Fonseca (Brasil, 1922-2004)

óleo sobre tela, 46 x 55 cm





Em casa: Leonard John Fuller

25 05 2025

Marjorie tricotando

[Retrato da esposa do pintor]

Leonard John Fuller, (Inglaterra, 1891-1973)

óleo sobre tela

Coleção Particular





Vento do mar e o sol no meu rosto a queimar…

23 05 2025

Pedra da Moreninha, Paquetá, 1966

Gastão Formenti (Brasil, 1894-1974)

óleo sobre eucatex, 15 x 21 cm





Imagem de leitura: Alfred Stevens

23 05 2025

A leitura, 1875

Alfred Stevens (Bélgica, 1923-1906)

óleo sobre madeira, 55 x 44 cm

 





Hoje é dia de feira: frutas e legumes frescos!

21 05 2025

Natureza morta

Lucy Citti Ferreira (Brasil, 1911-2008)

óleo sobre tela,  33 x 41 cm

 

 

 

Natureza morta, 1970

Aldo Bonadei (Brasil, 1906-1974)

óleo sobre madeira, 33 x 42 cm