Natureza morta, s/d
Carlos Anesi (Argentina, 1945 – Brasil, 2010)
óleo sobre tela, 88 x 104cm
Natureza morta, s/d
Carlos Anesi (Argentina, 1945 – Brasil, 2010)
óleo sobre tela, 88 x 104cm
Paisagem de Itatiaia, 1949,
Tadashi Kaminagai (Japão, 1899 – 1982)
óleo s madeira, 38 x 46 cm
Coruja numa cadeira, 1947
Pablo Picasso (Espanha, 1881 – 1973)
óleo sobre tela
A revista da casa de leilões Sotheby’s de 21 de março de 2017 publicou artigo de Ben Gentilli sobre a corujinha que Pablo Picasso socorreu e que virou tema de muitas de suas telas além de dezenas e dezenas de trabalhos em cerâmica.
Coruja num interior, 1946
Pablo Picasso (Espanha, 1881 – 1973)
óleo sobre tela
A história é conhecida. Em 1946, enquanto Picasso trabalhava no Palácio Grimaldi, hoje Musée d’Antibes, ao sul da França, acompanhado por Françoise Gilot, a musa do momento, uma pequena coruja machucada na pata perdeu o equilíbrio e caiu do telhado do ateliê do pintor. Picasso e Gilot colocaram bandagem na pata machucada e a adotaram, levando-a até mesmo numa gaiola, para Paris.
Coruja num interior, 1947
Pablo Picasso (Espanha, 1881 – 1973)
óleo sobre tela
Logo o tema da coruja apareceu na obra do pintor. Como aconteceu muitas outras vezes, Picasso teve uma verdadeira fascinação com o pássaro. No final da década de 40, depois da adoção da coruja, há uma série de telas com o tema da coruja e uma cadeira.
Coruja numa cadeira, 1947
Pablo Picasso (Espanha, 1881 – 1973)
óleo sobre tela
Mas a coruja se torna tema principalmente na cerâmica do artista, onde toma forma de jarros, decora pratos, vasos, é assunto para escultura e aparece em todo tipo de trabalho tridimensional.
Coruja numa cadeira, 1947
Pablo Picasso (Espanha, 1881 – 1973)
óleo sobre tela
A sequência de quadros acima é bastante didática. Mostra como o mesmo pequeno tema, uma cadeira e uma coruja, pode ser explorado, por composição, cores, ângulos e também pela simplificação geométrica da essência de uma coruja.
Vemos nestas cinco corujas como Picasso brincou com as formas geométricas para achar em cada uma delas a estrutura do animal. Como tornar aparente para o espectador com o mínimo de informações aquilo que ainda seria reconhecível como a representação de uma coruja.
© MICHEL SIMA/BRIDGEMAN
Meditação, 1872
Alfred Stevens (Bélgica, 1823- 1906)
óleo sobre tela 40 x 32 cm
Museu de Belas Artes, Boston
Sem título
Willy Zumblick (Brasil, 1913- 2008)
óleo sobre tela, 100 x 80 cm
Prateleira VIII, Livros com torso de bronze
Paul Herman (EUA, 1962)
óleo sobre placa, 21 x 25 cm
Lista dos livros de ficção brasileira mais vendidos em abril. Não só os grandes nomes da literatura nacional como autores menos conhecidos.
1º Clarisse Lispector, A hora da estrela (Rocco)
2º Graciliano Ramos, Angústia (Record)
3º Melissa Tobias, A realidade de Madhu (Novo Século)
4º Jorge Amado, Capitães da Areia (Companhia de Bolso)
5º Clarice Lispector, Todos os contos (Rocco)
6º João Guimarães Rosa, Campo geral (Global)
7º Graciliano Ramos, Vidas secas (Record)
8º José Mauro de Vasconcellos, Meu pé de laranja lima (Melhoramentos)
9º Aline Bei, O peso do pássaro morto (Nós)
10º Paulo Coelho, O alquimista, (Paralela)
11º Ana Maria Gonçalves, Um defeito de cor (Record)
12º Bernardo Carvalho, Nove noites (Companhia de Bolso)
13º Chico Buarque, Essa gente (Companhia das Letras)
14º João Guimarães Rosa, Grande sertão: veredas (Companhia das Letras)
Fonte: Publish News
Menina com livro
Leopold Löffler (Polônia, 1827 – 1898)
aquarela sobre papel, 22 x 18 cm
Natureza morta para Saul S.
Caulos (Brasil, 1943)
pastel oleoso e impressão, 46 x 61 cm
Capela Mayrink, Floresta da Tijuca
Anne Marie Nivouliès de Pierrefort (França-Brasil, 1879 – 1968)
óleo sobre tela, 50 x 65 cm
Descanso
Witha Lacuesta (Alemanha-EUA, contemporânea)
aquarela
Ernest Hemingway
