Palavras para lembrar: René Descartes

16 03 2026

Andreas lendo, 1882-1883

Edvard Munch (Noruega, 1863-1944)

óleo sobre papelão, 36 x 29 cm 

Coleção Particular 

 

 

A leitura de todos os bons livros é como uma conversa com as pessoas mais honestas dos séculos passados que foram seus autores. 

 

René Descartes

(1596-1650)





O escritor no museu: Pierre Loti

16 03 2026

Retrato do Sr. X, 1906

[Retrato de Pierre Loti]

Henri Rousseau (França, 1844-1910)

óleo sobre tela, 61 x 50 cm 

Kunsthaus,  Zurique

 

 

 





Imagem de leitura: Gérald Engelvin

15 03 2026

é

A cadeira dourada

[ou A pequena leitora]

Gérald Engelvin (França, 1972)

óleo sobre tela 





No trabalho: Thomas W. Schaller

15 03 2026

Lavando a louça

Thomas W. Schaller (EUA, 1956)

aquarela,  56 x 56 cm





Em casa: Francine van Hove

15 03 2026

O pequeno lampião de 1930

Francine van Hove (França, 1942)

Óleo sobre tela, 54 x 81 cm





Flores, porque hoje é sábado!

14 03 2026

Natureza morta, vaso com flores, 1958 

(papoulas)

Carmélio Cruz (Brasil, 1924-2018)

óleo sobre tela, 34 x 23 cm

 

Um vaso de papoulas no jardim, 2003

Raquel Taraborelli (1957 – 2020)

óleo sobre tela, 80 x 100 cm





Eu, pintora: Djanira da Motta e Silva

13 03 2026

Autorretrato, c. 1940

Djanira da Motta e Silva (Brasil, 1914-1979)

óleo sobre tela, 46 x 35 cm





Da janela vê-se o Corcovado…

13 03 2026

Ciclovia da Lagoa Rodrigo de Freitas, frente à Hípica

Lucia de Lima (Brasil, contemporânea)

acrílica sobre tela,  50 x 70 cm

 

 





Imagem de leitura: Cecil Crosley Bell

12 03 2026

Pegando um ventinho

Cecil Crosley Bell (EUA, 1906-1970)

óleo sobre tela

Coleção Particular





Morangos, poema de Rui Pires Cabral

12 03 2026

Natureza morta com morangos

Pedro Alexandrino (Brasil, 1856 – 1942)

óleo sobre tela, 38 x 47 cm

MASP, São Paulo

 

 

Morangos

 

Rui Pires Cabral

 

No começo do amor, quando as cidades

nos eram desconhecidas, de que nos serviria

a certeza da morte se podíamos correr

de ponta a ponta a veia elétrica da noite

e acabar na praia a comer morangos

ao amanhecer? Diziam-nos que tínhamos

a vida inteira pela frente. Mas, amigos,

como pudemos pensar que seria assim

para sempre? Ou que a música e o desejo

nos conduziriam de estação em estação

até ao pleno futuro que julgávamos

merecer? Afinal, o futuro era isto.

Não estamos mais sábios, não temos

melhores razões. Na viagem necessária

para o escuro, o amor é um passageiro

ocasional e difícil. E a partir de certa altura

todas as cidades se parecem.

 

Rui Pires Cabral,  ‘Longe da Aldeia’