Curiosidade literária

6 06 2023
Ilustração de Beatrix Potter.

 

 

O livro mais famoso de Beatrix Potter, As aventuras de Pedro, o Coelho, publicado em 1901, foi rejeitado por seis editores diferentes.  Era baseado nas histórias que Beatrix havia criado, contado e ilustrado para seus irmãos: Eric e Noel.  Depois de quase dez anos contando histórias e ilustrando-as, com incentivo da mãe dos meninos, Annie Moore, Beatrix tomou coragem para publicar o que criara.  Não obstante tanta rejeição, a escritora inglesa, determinada, insistiu no projeto, publicando por si própria esse livro que a tornou famosa.  Publicou e distribuiu duzentas e cinquenta cópias.  Todos os volumes foram para amigos e família.  Dentre esses,  estava Sir Arthur Conan Doyle, autor do famoso Sherlock Holmes, publicado em 1899.  Conan Doyle começou a comprar mais volumes.  Comprou e comprou.  Não foi o único a gostar das histórias.  Beatrix  foi imprimindo cada vez mais livros até que finalmente uma editora tradicional Frederick Warne & Co. se interessou pela publicação. Potter já estava por volta dos trinta e cinco anos quando conheceu fama e sucesso.

 

 





Muito grata!

5 06 2023
Um dos grandes prazeres que tive depois que lancei À meia voz, foi receber feedback. Tenho um volume de meu livro com marcações sobre que pessoas gostaram de que poesias. O livro está todo rabiscado… mas adoro ver que poesia marcou aquela pessoa e se possível o porquê dessa preferência.
 
Mas recebi um feedback SENSACIONAL. Uma de minhas leitoras, que se dedica à aquarela, me mandou uma aquarela da capa do meu livro. Isso não é sensacional? Aqui está. O nome dela é Lu Pimentel. E estarei para sempre  grata
 
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Nunca pensei de ser recipiente de tão delicada lembrança.

 





Nossas cidades: Catas Altas

5 06 2023

Ladeira em Catas Altas, MG, 2007

Baptista Gariglio (Brasil, 1961)

óleo sobre tela colada em placa, 33 x 45 cm





Em casa: Serge Marshennikov

4 06 2023

Sem título

Serge Marshennikov (Rússia, 1971)

óleo sobre tela





Passeio de domingo: casa de campo, montanha ou costa?

4 06 2023

Casa com flores

Marie Nivouliès de Pierrefort (França-Brasil, 1879 -1968)

óleo sobre tela, 40 x 32 cm

Mar adentro, 2022

Sergio Berber (Brasil, 1941)

óleo sobre tela,  70 x 140 cm

Paisagem com  figuras

Raul Deveza (Brasil, 1891-1952)

óleo sobre tela, 57 x 69 cm





Imagem de leitura — Ekaterina Chinenova

4 06 2023

Avô e neta

Ekaterina Chinenova (Rússia, 1984)

óleo sobre tela, 97 x 148 cm





Flores para um sábado perfeito!

3 06 2023

Vaso de flores

José Traboulsi (Brasil, 1912 – 2002)

óleo sobre tela,  65 x 55 cm

 

 

Vaso de flores com crianças, 1981

Marysia Portinari (Brasil, 1937)

óleo sobre tela, 80 x 60 cm





Rio de Janeiro: entre mar e montanhas

2 06 2023

Dois Irmãos e Pedra da Gávea, 1964

[Vista da Lagoa Rodrigo de Freitas]

Aldo Bonadei (Brasil, 1906-1974)

óleo sobre tela, 60 x 77 cm





No trabalho: Eugênio de Proença Sigaud

2 06 2023

Operário, 1972

Eugênio de Proença Sigaud (Brasil, 1899-1979)

óleo sobre tela,  35 x 45cm





Outono: Helen Bevington

1 06 2023

Uma estrada do interior no outono, 1918

Edward Wilkins Waite (Grã-Bretanha, 1854-1924)

óleo sobre tela

 

 

 

“O estímulo sazonal é forte entre poetas. Milton escrevia sobretudo no inverno.  Keats esperava que a primavera o acordasse (como havia feito anteriormente nos meses de abril e maio de 1819). Burns escolheu o outono.  Longfellow gostava do mês de setembro. Shelley brilhava nos meses quentes.  Alguns poetas, como Wordsworth,  trabalhavam ao ar livre. Outros, como Auden, permaneciam em lugares com cortinas fechadas. Schiller precisava do perfume de maçãs apodrecidas  à sua volta para escrever um poema.  Tennyson e Walter de la Mare tinham que fumar.  Auden bebia muito chá, Spencer café; Hart Crane álcool. Pope, Byron e William Morris eram criativos às altas horas.  E assim por diante.”

 

Helen Bevington (When Found, Make a Verse of)

 

Tradução: Ladyce West

 

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“The seasonal urge is strong in poets. Milton wrote chiefly in winter. Keats looked for spring to wake him up (as it did in the miraculous months of April and May, 1819). Burns chose autumn. Longfellow liked the month of September. Shelley flourished in the hot months. Some poets, like Wordsworth, have gone outdoors to work. Others, like Auden, keep to the curtained room. Schiller needed the smell of rotten apples about him to make a poem. Tennyson and Walter de la Mare had to smoke. Auden drinks lots of tea, Spender coffee; Hart Crane drank alcohol. Pope, Byron, and William Morris were creative late at night. And so it goes.”

— Helen Bevington (When Found, Make a Verse of)