Vaso de Flores, 1981
Marisa Trancoso (Brasil, 1939)
óleo sobre tela colado em placa, 76 x 66 cm
Vaso de flores, 1981
Wega Nery (Brasil, 1912-2007)
óleo sobre tela, 70 x 50 cm
Vaso de Flores, 1981
Marisa Trancoso (Brasil, 1939)
óleo sobre tela colado em placa, 76 x 66 cm
Vaso de flores, 1981
Wega Nery (Brasil, 1912-2007)
óleo sobre tela, 70 x 50 cm
Mulher no terraço, 1907
Henri Matisse (França, 1869-19954)
óleo sobre tela, 65 x 800 cm
Museu do Estado da Nova Arte Ocidental, Moscou
“A maioria das pessoas que dizem ter pertencido à Resistência são contadoras de histórias, na melhor das hipóteses. Na pior, são simplesmente mentirosas. A Resistência foi um movimento assustadoramente pequeno, sigiloso, secreto, e o preço de ser descoberto era gigantesco. Depois da guerra, todo mundo queria acreditar que apoiou a Resistência. É uma fantasia nacional coletiva da França.”
Em: O hotel na Place Vendôme, Tilar J. Mazzeo, tradução de Anfré Gordirro, Rio de Janeiro, Intrínseca: 2016, minha edição: Kindle

Bondinho, Santa Tereza
Fernando Corrêa e Castro (Brasil, 1933)
óleo sobre tela, 27 x 35 cm
A caminho de Versailles, Louveciennes, sol de inverno e neve, c.1870
Camille Pissarro (França, 1830-1903)
óleo sobre tela
Museu Thyssen-Bornemisza, Madri
“Na profundeza do inverno, finalmente aprendi que dentro de mim existe um verão imbatível.”
Albert Camus
Frutas, 1969
Reynaldo Fonseca (Brasil, 1925-2019)
óleo sobre tela, 44 x 53 cm
Cajus
Sandro Maciel (Brasil, 1965)
acrílica sobre tela, 80 x 120 cm

Campo de trigo com corvos, 1890
Vincent van Gogh (Holanda, 1853-1890)
óleo sobre tela, 101 x 50 cm
Van Gogh Museum, Amsterdã
Van Gogh III
Marialzira Perestrello
« Van Gogh le plus peintre de tous les peintres »
A. Artaud
Vincent-Antonin
Artaud-Van Gogh
Gênios, loucos?
Loucos geniais?
Eles queriam sua verdade
verdades vitais
mortais verdades
além de Tudo
aquém do Nada.
Não queriam a Morte
lutaram pela Vida
(Insanamente?)
Oh! Deus
como eram negros
aqueles corvos!
1990
Em: A música persiste, Marialzira Perestrello, Rio de Janeiro, Imago: 1995, p. 34
Antigo Convento do Carmo, S. Luiz
Djanira da Motta e Silva (Brasil, 1914-1979)
pastel sobre papel, 48 x 79 cm
Cadeira de balanço azul, 1914
David Milne (Canadá, 1882-1953)
óleo sobre tela, 50 x 50 cm
Art Gallery de Ontário
Leitora
Hélène Beland (Canadá, 1949)
óleo sobre tela, 120 x 120 cm
´
“Para quem se beneficia das indulgências da vida, a obrigação de rigor na consideração da beleza é inegociável. A língua, essa riqueza do homem, e seus usos, essa elaboração da comunidade social, são obras sagradas. Que evoluam com o tempo, se transformem, se esqueçam e renasçam, enquanto, por vezes, sua transgressão torna-se fonte de uma fecundidade maior, nada muda o fato de que, para praticar com elas esse direito ao jogo e à mudança, é necessário, previamente, ter-lhe declarado plena submissão. Os eleitos da sociedade, esses que o destino isenta das servidões que são o quinhão do pobre, têm, portanto, a dupla missão de adorar e respeitar o esplendor da língua. Por último, que uma Sabine Pallière faça mau uso da pontuação é uma blasfêmia tanto mais grave na medida em que, ao mesmo tempo, poetas maravilhosos nascidos em barracos fedorentos ou em subúrbios que parecem lixões têm por ela essa sagrada reverência que é devida à Beleza.”
Em: A elegância do ouriço, Muriel Barbery, tradução de Rosa Freire d’Aguiar, São Paulo, Cia das Letras: 2008, p. 117
Nota: Há poucos livros que releio. Precisam ter conteúdo mais denso, ter agradado pelo prazer da escrita, ter ideias que possam ser pensadas, discutidas, conversadas. Fiz neste mês que passou a terceira leitura de A elegância do ouriço e continua, para mim, excelente no contar de uma história e levantar questões por que passamos todos os dias sem nos deter. Recomendo a leitura.
Fazenda da Conceição Aparecida – São Paulo, 2009
Antônio Orleans e Bragança (Brasil, ,1950)
aquarela, 46 x 61 cm
Enseada de Charitas
Mauro Ferreira (Brasil, 1958)
óleo sobre tela, 46 X 75cm.
Paisagem rural, 1919
Arthur Timotheo da Costa (Brasil, 1882-1922)
óleo sobre tela, 35 x 27 cm











