Palavras para lembrar: Eugène Delacroix

25 05 2025

Verde

Albert Ramos Cortés (Espanha, contemporâneo)

óleo sobre tela, 51 x 41 cm

 
“O mais atraente triunfo do escritor é fazer pensar aqueles que podem pensar.”

Eugène Delacroix

 

 

 





Paisagens brasileiras…

25 05 2025

Paisagem com barco, 1999

Aldemir Martins (Brasil, 1922-2006)

acrílica sobre tela, 130 x 100 cm

Rosa imperial

José Paulo Moreira da Fonseca (Brasil, 1922-2004)

óleo sobre tela, 46 x 55 cm





Em casa: Leonard John Fuller

25 05 2025

Marjorie tricotando

[Retrato da esposa do pintor]

Leonard John Fuller, (Inglaterra, 1891-1973)

óleo sobre tela

Coleção Particular





Vento do mar e o sol no meu rosto a queimar…

23 05 2025

Pedra da Moreninha, Paquetá, 1966

Gastão Formenti (Brasil, 1894-1974)

óleo sobre eucatex, 15 x 21 cm





Imagem de leitura: Alfred Stevens

23 05 2025

A leitura, 1875

Alfred Stevens (Bélgica, 1923-1906)

óleo sobre madeira, 55 x 44 cm

 





Hoje é dia de feira: frutas e legumes frescos!

21 05 2025

Natureza morta

Lucy Citti Ferreira (Brasil, 1911-2008)

óleo sobre tela,  33 x 41 cm

 

 

 

Natureza morta, 1970

Aldo Bonadei (Brasil, 1906-1974)

óleo sobre madeira, 33 x 42 cm





Nossas cidades: Niterói

20 05 2025

Barcos em Jurujuba, Niterói, 1993

José Benigno Ribeiro (Brasil, 1955)

óleo sobre tela, 55 x 80 cm





Do outono e do silêncio, poema de Álvaro Moreyra

19 05 2025

Vale do Sertig no outono, 1925

Ernst Ludwig Kirchner (Alemanha, 1880-1938)

óleo sobre tela, 136 x 200 cm

Kirchner Museum, Davos, Suíça

 

 

 

Do outono e do silêncio

 

Álvaro Moreyra

 

Ah! como eu sinto o Outono

nesses crepúsculos dispersos,

de solidão e de abandono…

nessas nuvens longínquas, agoureiras,

que têm a cor que um dia houve em meus versos

e nas tuas olheiras…

 

Tomba uma sombra roxa sobre a Terra…

A mesma nuança, em torno, tudo encerra

nuns tons fanados de ametista…

Paisagem morta, evocativa, doce…

como se o Ocaso fosse

um pintor simbolista…

 

Caem violetas…

 

Canta uma voz, distante…

 

E a luz vai a fugir, esfacelando

em trêmulas silhuetas

os troncos da alameda agonizante…

 

O Outono é uma elegia

que as folhas plangem, pelo vento, em bando…

E o Outono me endolora e anestesia

com a saudade remota do silêncio…

Silêncio vesperal das ressonâncias

esquecidas

que o Ângelus lento deixa sempre no ar…

Silêncio

irmão das covas, das ermidas…

incenso das distâncias…

onde a memória fica a ouvir perdidas

palavras que morreram sem falar…

 

E do silêncio em névoas esgarçado,

a cuja extrema sugestão me abrigo,

tu te evolas, dolente,

tal uma hora feliz de tempo alado

que às vezes brota de repente

de um velho aroma ou de acorde antigo…

                                                            

 

Em: Legenda da luz e da vida, Álvaro Moreyra, 1911

 

 





Paisagens brasileiras…

18 05 2025

Laranjal, 1986

Armando Romanelli (Brasil, 1945)

óleo sobre tela, 35 x 70 cm

 

 

 

Colheita de laranjas, 1978

Enrico Bianco (Itália-Brasil, 1918-2013)

óleo sobre placa de madeira industrializada, 38 x 48 cm





Em casa: Tracy Porter

18 05 2025

Fim de semana sem fim

Tracy Porter (EUA, contemporânea)

glicée gravura sobre tela