Retrato do Sr. X, 1906
[Retrato de Pierre Loti]
Henri Rousseau (França, 1844-1910)
óleo sobre tela, 61 x 50 cm
Kunsthaus, Zurique
Retrato do Sr. X, 1906
[Retrato de Pierre Loti]
Henri Rousseau (França, 1844-1910)
óleo sobre tela, 61 x 50 cm
Kunsthaus, Zurique
Moça sentada, lendo ao lado de uma mesa
Charles Henry Tenré (França, 1854-1926)
óleo sobre tela, 74 x 61 cm
Jovem numa rede em Cannes, c. 1921
Henri Lebasque (França, 1865-1837)
óleo sobre tela
Coleção Particular
Autorretrato
Marcellin Gilbert Desboutin (França, 1823-1902)
Óleo sobre tela, 35 x 25 cm
Coleção Particular
A título de curiosidade: há um retrato de Marcellin Gilbert Desboutin, por Édouard Manet, no MASP [Museu de Arte de São Paulo, que coloco aqui abaixo:
Retrato de Marcellin Gilbert Desboutin, 1875
Édouard Manet (França, 1832-1883)
óleo sobre tela, 191 x 128 cm
MASP, São Paulo
O sonho, ou O sonho de uma jovem, 1844
[Também conhecido como A rede]
Gustave Courbet (França, 1819-1877)
óleo sobre tela, 71 x 97 cm
Coleção Oskar Reinhart «Am Römerholz»
Winterthur, Suíça
Ambroise Vollard, 1899
Paul Cézanne (França, 1839 – 1906)
óleo sobre tela, 101 x 81 cm
Petit Palais, Paris
Ambroise Vollard, o grande galerista da arte moderna, foi retratado por muitos dos artistas que patrocinava, entre eles Cézanne. Em suas memórias, Souvenirs d’un marchand de tableaux [Lembranças de um negociante de quadros], há a descrição de como Cézanne pintou seu retrato.
“‘Não cochile‘ Renoir me avisou, quando fui posar para Cézanne. No ateliê de Cézanne eu tinha que me sentar num banquinho colocado numa plataforma improvisada, apoiada em quatro tocos de madeira.
Vendo que eu não estava confiante da segurança dessa engenhoca, Cézanne disse com um sorriso convidativo, ‘nada acontecerá se você mantiver o equilíbrio’. E, além disso, posar, significa sentar sem se mover.’
Mas, bastou eu me sentar no lugar, a sonolência se apoderou de mim. Minha cabeça pendeu sobre os ombros. O equilíbrio se foi: plataforma, banco e eu fomos parar no chão.
Cézanne correu à frente.
‘Seu desgraçado! Você atrapalhou a pose! Deveria se sentar como uma maçã. Quem já viu uma maçã agitada?’”
Livremente traduzido por mim, do livro Souvenirs d’un marchand de tableaux, Ambroise Vollard, editora Albin Michel: 1948.