Hoje é dia de feira: frutas e legumes frescos!

13 01 2016

 

 

GLÊNIO BIANCHETTI, SERIGRAFIA, Bananas, 57 x 84 cm, 36-50 CID, 1992Bananas, 1992

Glênio Bianchetti (Brasil, 1928-2014)

Serigrafia, 57 x 84 cm





Nossas cidades: Salvador

11 01 2016

 

 

LIBINDO FERRAZ (1877-1951)Antigo Beco do Saputi-Bahia, aquarela, 33 X 25. Assinado, datado (1945) e localizado (Bahia)Antigo Beco do Sapoti, Bairro do Bonfim, Salvador, 1945

Libindo Ferraz (Brasil, 1877-1951)

Aquarela sobre papel, 33 x 45 cm





Domingo, um passeio no campo!

10 01 2016

 

 

CARLOS BASTOS (1925 - 2004). Casario e Igreja no Campo, óleo s tela, 28 X 47. Assinado e datado (1969) no c.i.dCasario com igreja no campo, 1969

Carlos Bastos (Brasil, 1925-2004)

óleo sobre tela, 28 x 47 cm





Flores para um sábado perfeito!

9 01 2016

 

Yara Tupynambá, Natureza morta,Natureza morta

Yara Tupinambá (Brasil, 1932)

Acrílica sobre tela colada em eucatex, 100 x 80 cm





Rio de Janeiro, cidade olímpica!

8 01 2016

 

 

ALCY VIANNA - COPACABANA - OSE - 46X55cm.Copacabana

Alcy Vianna (Brasil, 1937)

óleo sobre eucatex, 46 x 55 cm





Hoje é dia de feira: frutas e legumes frescos!

6 01 2016

 

 

di-cavalcanti-natureza-morta-oleo-sobre-tela-Natureza morta

Di Cavalcanti (Brasil, 1897-1976)

óleo sobre tela





Nossas cidades — Brasília

4 01 2016

 

 

Pedro Guedes,Brasília,50 x 60 cm – OSLSM,Ass. Verso e Dat. 2009Brasília, 2009

Pedro Guedes (Brasil, 1960)

óleo sobre tela colado em madeira, 50 x 60 cm





Domingo, um passeio no campo!

3 01 2016

 

BONADEI, o.s.p. Casario, 40 x 50 cm. 1971.Paisagem com casario, 1971

Aldo Bonadei (Brasil, 1906-1974)

óleo sobre tela, 40 x 50 cm





Flores para um sábado perfeito!

2 01 2016

 

gustavo-rosa, vaso com planta, 1992, ostVaso com begônias, 1992

Gustavo Rosa (Brasil, 1946-2013)

técnica mista, óleo sobre tela, colagem





Resenha: “Beije-me onde o sol não alcança”, de Mary del Priore

1 01 2016

 

 

VICENTE LEITE - Paisagem com Casario, O.S.M,Casa de Fazenda

Vicente Leite (Brasil, 1900-1941)

óleo sobre madeira

 

 

Tenho a impressão de que sempre lerei os livros de Mary del Priore com prazer. A história me fascina e meu conhecimento da história do Brasil tem se beneficiado muito com os livros da autora. Continuei sendo beneficiada pelo seu conhecimento na leitura de Beije-me onde o sol não alcança, o primeiro livro de ficção histórica de Mary del Priore. O volume de informações sobre o século XIX, tanto das fazendas cafeeiras do estado do Rio de Janeiro, como sobre a capital do império; o manancial de informações sobre costumes da época desde o aparecimento do espiritismo no interior ou de como um padre local resolveu essa questão; das roupas, da divisão dos escravos entre aqueles que trabalhavam dentro de casa, dos que trabalhavam no campo e dos que vendiam produtos para seus senhores, tudo isso foi fascinante.

Também de grande valia foi saber como os títulos nobiliárquicos eram adquiridos, por quem; que havia homens negros barões; saber dos paralelos entre a escravidão no Brasil e aquela na Rússia; saber como as fazendas cafeeiras de meados do século XIX no Rio de Janeiro eram organizadas, tudo isso foi de uma riqueza tão grande que no momento reconheço que não posso medi-la porque sei que são informações a que poderei recorrer quando e se necessário no futuro.

 

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Mas como obra de ficção esse livro deixa a desejar. Talvez por querer iluminar o leitor com seu conhecimento Mary del Priore perca a oportunidade de fazer uma história mais lesta, mais dinâmica. Muito do que ela passa talvez fosse melhor administrado através de ações, de diálogo. Tenho a impressão de que deu-se uma batalha entre a autora historiadora e a ficcionista. A historiadora venceu. Não perdemos com isso, como leitores, porque a informação continua lá. O que perdemos foi a sensação de que esses personagens (que foram reais) existiram de fato, em carne e osso. Que a vida, dinâmica, feliz e cruel era vivida. Mesmo assim essa é uma leitura é pra lá de interessante.

 

Mary Del PrioreMary del Priore

Não sei se por marketing, por tentar encontrar uma maneira de popularizar essa vinheta da vida brasileira, acho que a descrição da capa “O triângulo amoroso de um conde russo, uma baronesa do café e uma ex-escrava no século XIX”, um exagero. É claro, tudo isso está no texto, mas a importância desse triângulo amoroso não é tão relevante quanto a capa dá a entender. Foi marketing e desnecessário porque a história é ótima, mesmo antes da amante ex-escrava entrar em cena e mais da metade do livro se passa sem que ela entre na história.

De qualquer modo, uma boa leitura e muito enriquecedora.

 

NOTA: Excelentes notas e bibliografia no final da obra.