Vida de jangadeiro, década de 1950
Rodolfo Weigel (Áustria/Brasil, 1907-1987)
óleo sobre tela, 81 x 65 cm
Vida de jangadeiro, década de 1950
Rodolfo Weigel (Áustria/Brasil, 1907-1987)
óleo sobre tela, 81 x 65 cm
Di Cavalcanti (Brasil, 1897-1976)
óleo sobre tela, 46 x 55 cm
Emiliano Di Cavalcanti (1897-1976) foi um dos grandes herdeiros do cubismo europeu na arte brasileira. Ficou muito conhecido pelo retrato de mulatas. No entanto sua perene dedicação ao tema do Carnaval, das máscaras e dos pierrôs e colombinas, trai sua origem carioca. Não conheço nenhum outro pintor brasileiro tão fascinado pelo tema carnavalesco, quer como um retrato da festa de rua, quer como um devaneio, uma pintura onírica e sensual. Aqui vão algumas dessas obras, ainda que eu não tenha esgotado o assunto.
Di Cavalcanti (Brasil, 1897-1976)
óleo sobre tela, 100 x 82 cm
Di Cavalcanti (Brasil, 1897-1976)
óleo sobre tela, 97 x 146 cm
Di Cavalcanti (Brasil, 1897-1976)
óleo sobre tela, 114 x 146 cm
Di Cavalcanti (Brasil, 1897-1976)
óleo sobre tela
Di Cavalcanti (Brasil, 1897-1976)
óleo sobre tela, 73 x 89 cm
Museu FAAP, São Paulo
Di Cavalcanti (Brasil, 1897-1976)
óleo sobre tela
Di Cavalcanti (Brasil, 1897-1976)
óleo sobre tela, 33 x 46 cm
Di Cavalcanti (Brasil, 1897-1976)
óleo sobre tela, 115 x 146 cm
Di Cavalcanti (Brasil, 1897-1976)
óleo sobre cartão, 30 x 20 cm
Grupo carnavalesco II, década de 1960
Di Cavalcanti (Brasil, 1897-1976)
óleo sobre tela
Di Cavalcanti (Brasil, 1897-1976)
óleo sobre tela
Di Cavalcanti (Brasil, 1897-1976)
óleo sobre tela, 130 x 160 cm
Di Cavalcanti (Brasil, 1897-1976)
óleo sobre tela, 90 x 63 cm
Di Cavalcanti (Brasil, 1897-1976)
óleo sobre tela, 61 x 46 cm
Di Cavalcanti (Brasil, 1897-1976)
óleo sobre tela
Di Cavalcanti (Brasil, 1897-1976)
óleo sobre tela
Há outras telas com esse tema. Algumas delas já fazem parte deste blog, postadas em anos anteriores. Não vou repeti-las. Mesmo assim é evidente a fascinação do pintor com o tema.
Rubens Bustamante Sá (Brasil, 1907-1988)
óleo sobre tela, 46 x 56 cm
Olavo Bilac
Domingo… Os sinos repicam
Na igreja, constantemente,
E todas as ruas ficam
Alegres, cheias de gente.
Todo um dia de ventura…
Como o domingo seduz!
O homem, cansado, procura
Ter paz, ter ar, e ter luz.
Paradas e sem trabalho,
Dormem na roça as enxadas;
Dormem a bigorna e o malho
Nas oficinas fechadas.
Também, meninos cansados,
Os vossos livro deixai!
Deixai lições e ditados!
Dormi! Sorride! Cantai!
Fechem-se as aulas! E o bando
Ruidoso das criancinhas
Livre se espalhe, voando,
Como um bando de andorinhas!
Deus, quando o mundo fazia,
Sete dias trabalhou,
E ao fim do sétimo dia
Do trabalho descansou…
Em: Poesias infantis, Olavo Bilac, Rio de Janeiro, Francisco Alves: 1949, 17 ª edição, pp- 47-8.