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Aqui está BUBA, o ursinho bebê que nasceu em Janeiro de 2010, brinca com sua mamãe, URSINA, no Zoológico de Juraparc em Mont-d’Orzieres próximo a Vallorbe, na Suiça.
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Aqui está BUBA, o ursinho bebê que nasceu em Janeiro de 2010, brinca com sua mamãe, URSINA, no Zoológico de Juraparc em Mont-d’Orzieres próximo a Vallorbe, na Suiça.
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Uma equipe de cientistas vindos de diversas universidades descobriu que, mesmo com grandes diferenças entre suas atmosferas, Terra e Vênus possuem mecanismos de produção de relâmpagos bastante semelhantes. A pesquisa foi apresentada esta semana no Congresso Europeu de Ciência Planetária.
Os cientistas declararam que esperam, com a descoberta, tornar possível entender a química, as dinâmicas e a evolução das atmosferas dos dois planetas. Os graus de descarga elétrica, a intensidade e a distribuição espacial são os principais pontos comparáveis.
Estudos anteriores indicavam que ondas magnéticas e óticas de Vênus poderiam ser produzidas por relâmpagos. A possibilidade foi confirmada por telescópios que capturaram imagens de relâmpagos no planeta.
Quando nuvens se formam, tanto na Terra como em Vênus, a energia que o Sol deposita no ar pode ser solta como uma poderosa descarga elétrica. Quando as partículas das nuvens colidem, a carga elétrica é transferida de grandes partículas para pequenas. A separação das cargas causa os relâmpagos.
O estudo apontou que a força dos relâmpagos também são similares. Foram analisados relâmpagos em Vênus por 3,5 anos terrestres. Comparando as ondas eletromagnéticas produzidas pelos dois planetas, foram encontrados fortes sinais magnéticos em Vênus, que fazem a produção ser comparável à da Terra.
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Fonte: Terra
No quintal em Fire Island, 1964
Alexander Zerdini-Kruse ( EUA, 1888-1972)
Óleo sobre madeira, 50 x 40 cm
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Alexander Zerdini Kruse nasceu em Nova York em 1888, onde estudou com John Sloan, Robert Henri e George Luks. Trabalhou em sua cidade natal por toda sua vida. Foi lá que também se tornou um crítico de arte para o jornal The Brooklin Eagle. Mais tarde escrevia uma coluna para o New York Post, titulada Arte com a minúsculo. Exerceu a profissão de professor no Brooklin College, no Riverside Museum. Foi um pintor de todos os gêneros, retratista, artista gráfico, gravurista e litógrafo. Faleceu na Califórnia em 1972.
Imagem registrada por um satélite da Nasa – a agência espacial americana – no dia 21 e divulgada nesta segunda-feira mostra a erupção do vulcão Planchon-Peteroa, na fronteira de Chile e Argentina. A fotografia mostra uma nuvem escura de cinzas saindo da montanha que entrou em erupção no dia 6 – processo que se intensificou no dia 18. A maior parte das cinzas vai para o sudoeste da Argentina.
O Planchon-Peteroa é um complexo vulcânico ao longo da fronteira Chile-Argentina, com várias caldeiras que se sobrepõem. Sua atividade começou no Pleistoceno, quando se formaram duas colunas Azufre e Planchón. Cerca de 11.500 anos atrás, grande parte da Azufre e parte da Planchón tiveram um colapso, formando uma enorme avalanche no Rio Teno, cujo material viajou 95 km para chegar ao vale central do Chile. O mais novo vulcão, Volcán Peteroa, consiste de aberturas espalhadas entre Azufre e Planchón. O Peteroa tem estado ativo na nossa era com uma pequena cratera fumegante. As erupções do complexo Planchón-Peteroa foram predominantemente explosivas, mas lava só apareceu em 1837 e 1937.
Relatórios do Chile indicam que, a atividade do Planchón-Pteroa está aumentando e o vulcão está se tornando mais explosivo. No dia 4 de setembro um avião da Força Aérea argentina encontrou “uma coluna de gás e cinzas alcançando até dois quilômetros de altitude” e também registrou uma área afetada pela queda de cinzas em uma área de 120 quilômetros quadrados em torno do vulcão.
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FONTES: Terra e The Volcanism Blog
Presidente dos Estados Unidos Barack Obama—
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Recentemente no jornal carioca O GLOBO os atuais candidatos à Presidência da República responderam a perguntas sobre os livros que haviam lido e que mais os marcaram. As respostas foram tão variadas quanto os candidatos, mas havia uma tendência a citação dos clássicos, literários ou políticos, de Proust a Machado de Marx a Nietzche, como se uma leitura mais atual, até mesmo sobre a nossa história não pudesse ser mencionada sem aprovação dos partidos. É claro que este tipo de pergunta é considerada de somenos importância no nosso país. Basta examinarmos aqueles a quem elegemos. Pena!
Lendo um artigo de Tevi Troy de11 de setembro na National Review intulado Freedom Frenzy: A Look at Presidential Reading Lists What they say about our presidents, and us.[ Frenesi de Liberdade: Um olhar nas listas de leitura presidenciais: o que elas falam sobre os nossos presidentes, e a nosso respeito] podemos perceber entre outros aspectos, as grandes diferenças não só de educação mas culturais entre os dois países gigantes da América do Norte e da América do Sul.
Não vou fazer aqui uma comparação entre os presidentes do Brasil e o dos EUA. Seria extremamente injusto para conosco. Vou simplesmente relacionar a lista de leitura de Barack Obama e as consequências de suas escolhas no mercado americano, que se preocupa em seguir o que qualquer presidente lê e principalmente este presidente.
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Enquanto passava duas semanas de férias no refúgio presidencial de verão em Martha’s Vineyard, o presidente americano decidiu comprar e ler o mais recente romance de Jonathan Frazen, Freedom [ Liberdade]. Algumas semanas depois, o jornal The New York Times mencionou em três lugares diferentes este fato, o que indica, como Tevi Troy mostra, que os americanos estão sempre querendo saber o que seu presidente está lendo e que há uma grande atração, uma mística sobre o assunto. E é claro que quando um presidente americano lê um livro, é muito bom para as vendas desse livro. Vejamos:
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No dia 8 de março, o Barack Obama mencionou que estava lendo o livro lançado em 1986, de Edmund Morris, The Rise of Theodore Roosevelt . – uma biografia do vigésimo sexto presidente dos Estados Unidos,[1901 a 1909]. Imediatamente as vendas desse volume, originalmente publicado 24 anos antes, subiram para 7.000 volumes.
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As vendas do livro de Richard Price, Lush Life [ no Brasil, Vida Vadia, Cia das Letras: 2009] dobraram em tamanho por várias semanas depois que a Casa Branca colocou esse título de um romance passado em Nova York nos dias de hoje, numa lista de leitura de Obama.
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Outra obra da mesma lista, Kent Haruf , Plainsong ,publicada em 2000 vendeu 5.000 cópias mais que o normal em 2010.
Como Tevi Troy menciona não é só este presidente, Barack Obama, que eleva as vendas de livros que a população americana descobre estarem sendo lidos por seus presidentes. O mesmo interesse ocorre e ocorreu com outros presidentes.
É fascinante — não é mesmo? – ver um presidente de um país desenvolvido dando-se ao trabalho de ler, não só “os clássicos” mas o que está sendo publicado. Tão, mas tão longe da nossa realidade que chego a suspirar. Que tempos melhores nos afaguem.
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A lista completa dos livros que Barack Obama levou para ler nas suas 2 semanas de descanso em Martha’s Vineyard:
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The Way Home de George Pelecanos ~ suspense em Washington. D.C.
Vida Vadia, Richard Price ~ romance que se passa no Lower East Side, em Nova York.
Hot, Flat & Crowded, Thomas Friedman ~ sobre os benefícios para a América com a proteção ao meio ambiente.
John Adams, David McCullough ~ biografia do segundo presidente dos EUA.
Plainsong, Kent Harul ~ romance sobre 8 personagens diferentes vivendo em Colorado.
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Caçadores de fósseis descobriram fósseis de dois diferentes dinossauros com chifres. Um que pode ser o animal com o maior número de chifres, do nosso planeta. “Chifres por todos os lados!” É assim que os pesquisadores descreveram as duas novas espécies de dinossauros que descobriram: Utahceratops gettyi e Kosmoceratops richardson. Ambos foram descobertos no Grand Staircase-Escalante, uma espécie de parque nacional ao sul do Estado americano de Utah e anunciados em 22 de setembro. Os animais encontrados eram parentes do famoso tricerátopo, ou triceratops, comedor de plantas famoso nos filmes sobre dinossauro.
Os chifres preenchiam toda a face dos gigantes, um sobre o nariz, um no topo de cada olho, um sobre cada osso da bochecha, e mais dez sobre cabeça. Esse dinossauro teria vivido há 76 milhões em um pântano quente e úmido onde hoje é o sul do Estado americano de Utah e ostentava 15 chifres na cabeça.
O kosmocerátops, que tinha nada mais nada menos do que 15 chifres tinha um crânio de 2 m e atingia 5 m do focinho ao rabo. Além disso, cientistas do Museu de História Natural de Utah acreditam que o animal pesaria cerca de 2,5 toneladas. Os chifres preenchiam toda a face dos gigantes, um sobre o nariz, um no topo de cada olho, um sobre cada osso da bochecha, e mais dez sobre cabeça. Esse dinossauro teria vivido há 76 milhões em um pântano quente e úmido onde hoje é o sul do Estado americano de Utah.
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Existem muitas teorias sobre a utilidade dos chifres na região da “franja” de dinossauros como o tricerátops, hoje a mais aceita é de que tinham finalidade sexual (para atrair uma parceira) e de luta contra membros da mesma espécie. Apesar disso, as fêmeas também tinha a “franja”, o que, segundo os cientistas, servia para espantar os predadores.
Os pesquisadores descobriram dois crânios da nova espécie em uma área de difícil acesso do Estado e tiveram que retirá-los de lá em um helicóptero. Outro “primo” do tricerátops foi descoberto pelos cientistas na mesma região. Ele recebeu o nome de utahcerátops e era maior que o kosmoceratops, mas bem menos chamativo.
Raymond Bernor, paleontólogo da Fundação Nacional da Ciência dos Estados Unidos (NSF) está empolgado com a descoberta. “Primeiro, pesquisadores encontraram duas novas e emocionates espécies de dinossauro. Segundo, a pesquisa ajudou a avançarmos no entendimento da geografia biológica das comunidades de dinossauros do oeste da América do Norte que aparentemente incluíam populações do norte e sul. E terceiro, a descoberta inspirou futuras descobertas no parque, que agora tornou-se uma das mais importantes reservas paleontológicas do mundo“.
Ao todo, são conhecidas entre 800 e 850 espécies de dinossauro, mas acredita-se que na época Mesozoica este número ficasse na casa dos milhares.
Fonte: BBC, Revista Galileu.
Foto: AFP
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O zoológico Tierpark, em Berlim, apresentou dois filhotinhos de binturong nascidos no dia 17 de julho. Segundo o estabelecimento, são um macho e uma fêmea e foram nomeados de Morotai e Patani.
O binturong tem cerca de 1 m de comprimento e usa sua cauda comprida e enrolada para subir em árvores. E está classificado pela União Internacional para a Conservação da Natureza (IUCN, na sigla em inglês), na Lista Vermelha, como um animal “vulnerável” à extinção.
De acordo com a IUCN, é natural do Butão, Brunei, Camboja, China, Índia, Indonésia, Laos, Malásia, Mianmar, Nepal, Filipinas, Tailândia e Vietnã. Nos últimos 30 anos a população desses animais caiu em 30% por causa de destruição e degradação de habitat e tráfico de animais entre outros problemas.
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Fonte: Terra
Antes do banho do bebê, 1880
Mary Cassatt (EUA 1844-1926),
Óleo sobre tela, 100 x 66cm
Los Angeles County Museum, EUA
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Uma segunda língua é melhor aprendida quando ainda se é bem criança. Este e o resultado da pesquisa feita por Eloísa Lima, mestre em neurolinguística pela Universidade Federal do Rio de Janeiro, que investigou o aprendizado de 32 bebês de 2 a 5 meses e verificou que a partir dos 2 meses e 20 dias a criança é capaz de identificar sons de vogais e entender as fronteiras das palavras: onde começam e terminam as diferentes palavras nas frases.
“Inteligência já existe no momento da pré fala, a criança não fala, mas pensa antes do primeiro ano de vida”, diz.
Para a pesquisadora, até os sete anos de vida é a melhor fase para aprender outro idioma. O ideal seria antes dos 3 anos. “A aquisição de um língua não esta ligada à fala, mas às emoções e ao raciocínio“. Ela acrescenta, “Não é impossível que um adulto aprenda, mas torna-se mais difícil, a exigência é maior“.
A criança é considerada madura para a linguagem perto dos sete anos. Depois, para aprender uma outra língua, as pessoas precisam fazer associações com sons, palavras e outras coisas de sua língua materna. Daí vem o sotaque e a dificuldade em aprender.
Nota baseada no artigo de Denise Dalla Colletta da Revista Galileu.
Ilustração, Corinne Malvern.—-
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Helena Pinto Vieira
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— Que fazes, Ritinha,
assim tão brejeira?
— Eu sirvo um bom chá,
que fiz na chaleira,
às minhas bonecas,
pois é brincadeira.
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Em: O mundo da criança: poemas e rimas, vol. I, Rio de Janeiro, Delta: 1975, p.110
Ilustração de revista da década de 1960.—
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A luz mais clara, mais pura,
chama viva da esperança,
só se encontra na ternura,
dos olhos de uma criança.
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(Marília Fairbanks Maciel)