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Lendo no terraço,1996
Mariana Lain (Espanha, 1966)
óleo sobre tela, 40 x 60 cm
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“Alguns livros nos deixam livres, alguns outros nos fazem livres”.
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Ralph Waldo Emerson
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Lendo no terraço,1996
Mariana Lain (Espanha, 1966)
óleo sobre tela, 40 x 60 cm
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Ralph Waldo Emerson
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Nesta terça e na quarta poderá ser visto o raríssimo trânsito de Vênus: o trânsito de Vênus ocorre quando o planeta passa em frente ao Sol. A próxima vez que ele ocorrer vai ser em 2117. O evento é um dos mais aguardados no calendário astronômico.No Brasil, apenas o extremo noroeste (Acre, Roraima e oeste da Amazônia) poderá ver, hoje ao por do sol.
Sobre essa ocasião, o astrônomo Gustavo Rojas, encarregado do observatório da Universidade Federal de São Carlos (UFSCar) disse: “Ele tem uma frequência que é meio estranha. A última vez que aconteceu foi oito anos atrás, em 2004, e a próxima será em 2117. O ciclo todo demora 243 anos. Acontece uma vez, acontece oito anos depois, daí se passam 121 anos e meio, aí acontece mais dois com oito anos de diferença e depois mais uma pausa de 105 anos e meio; é um fenômeno periódico, mas não de uma periodicidade do tipo a que estamos acostumados.”
Podemos ver apenas os trânsitos de Vênus e de Mercúrio. O motivo é muito simples: só vemos passar na frente do Sol corpos que estão entre nós e a nossa estrela. O trânsito do primeiro planeta do Sistema Solar é bem mais frequente, tivemos um em 2006 e depois teremos em 2016, 2019 e 2032, afirma Rojas.
O trânsito de Vênus já foi usado para medir a distância média da Terra ao Sol – a famosa unidade astronômica (UA), uma das unidades de distância usadas pelos cientistas. Além disso, o tamanho desse planeta já foi calculado com um desses eventos e até foi descoberto que ele tem atmosfera. Contudo, hoje temos métodos mais precisos para descobrir esses dados. “Não tem mais relevância científica (…) mas você continua investigando, porque, de repente, pode ocorrer um evento que você não está prevendo“, diz o pesquisador.
Contudo, os trânsitos de planetas fora do Sistema Solar hoje são utilizados exatamente para descobri-los. A passagem desses corpos em frente as suas estrelas causa mudanças no brilho, o que permite aos astrônomos registrá-los. A Agência Espacial Europeia (ESA, na sigla em inglês) vai observar o evento de terça-feira para tentar melhorar ainda mais essa técnica.
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Fonte: TERRA
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Vamos nos mobilizar, trocar os nossos próprios hábitos para dar exemplo a quem ainda não faz:
Lixo é:
Ponta de cigarro, aquela parte do cigarro que ninguém fuma, filtro, bituca.
Embalagens de papel, plástico, metal ou vidro, canudinhos, tampinhas
Papelzinho de bala, long-neck, latinha de refrigerante, de cerveja.
Copos de água e garrafas de plástico de água, refrigerante, suco.
Chiclete, papelzinho dado na rua com telefone de cartomante, de compra de joias, de ouro, etc.
Carregue esses itens até a lata de lixo mais próxima.
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Toda a terra te bendiga
pelos teus serviços mil.
Foste tu, árvore amiga,
que deste nome ao Brasil!
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(Fernandes Soares)
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Brasil, cavalos selvagens em Roraima.
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Brasil, Pantanal Matogrossense.
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Brasil, Chapada da Diamantina, BA.
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Pense bem, nas pequenas coisas, nos pequenos gestos que cada um de nós pode fazer para preservar o nosso planeta.
E aja!
É o seu futuro, é o futuro de seus filhos, netos, bisnetos, das gerações seguintes que estão nas suas mãos.
Levante-se, arregace as mangas e trabalhe para um futuro melhor!
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Se a alegria é passageira,
a tristeza também passa;
uma é chama de fogueira,
outra é nuvem de fumaça.
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(Marília Fairbanks Maciel)
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Conselho, ilustração de Ruth Eger, de 1926.–
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Um conselho, quando honesto,
num momento decisivo,
vale mais que todo o resto
que se diz sem ser preciso.
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(Manoel Roda Barenco)
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Ostende, s/d
Jean Jacques René (França, 1943)
óleo sobre tela, 65 x 81 cm
Coleção Particular
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Ide Blumenschein
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Não sei como expressar o sentimento
De gratidão imensa que me invade…
Parece até um dos sonhos que eu invento
Essas provas de afeto e de amizade,
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Que de Vocês recebo. É um monumento
A sua indiscutível lealdade:
Na jornada que há tanto tempo enfrento,
Não pode haver maior felicidade.
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Que essa de ter amigos como os tenho,
E que, de conservar, tanto me empenho,
Feliz, agradecida, emocionada.
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Não sei como dizer … Mas, essas provas
De bem querer são esperanças novas,
Semeando roserais em minha estrada.
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Yde Schloenbach Blumenschein [ pseudônimos: Colombina e Paula Brasil] nasceu em São Paulo em 1882. Fez seus estudos tanto no Brasil como na Alemanha. Falava alemão, francês, inglês, espanhol e italiano. Poeta, cronista teve seus poemas publicados em A Tribuna, de Santos. Colaborou em revistas e jornais como O Malho, Fon-Fon, Careta e Jornal das Moças. Faleceu em 1963.
Obras:
Sândalo, poesia, 1941
Distância, poesia, 1947
Versos em lá menor, poesia, 1949
Lampeão de gás, poesia, 1950
Gratidão, poesia, 1954
Manto de Arlequim,poesia, 1956
Inverno em flor, poesia, 1959
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Monteiro Lobato
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Tomavam sol à beira dum brejo uma rã e uma saracura. Nisto chegou um boi, que vinha para o bebedouro.
— Quer ver — disse a rã — como fico do tamanho deste animal?
— Impossível, rãzinha. Cada qual como Deus o fez.
— Pois olha lá! — retorquiu a rã estufando-se toda. Não estou “quase” igual a ele?
— Capaz! Falta muito amiga.
A rã estufou-se mais um bocado.
— E agora?
— Longe ainda!…
A rã faz novo esforço.
— E agora?
— Que esperança!…
A rã, concentrando todas as forças, engoliu mais ar e foi-se estufando, estufando, até que PLAF! Rebentou como um balãozinho de elástico.
O boi que tinha acabado de beber lançou um olhar de filósofo sobre a rã moribunda e disse:
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Em: Fábulas, Monteiro Lobato, São Paulo, Ed. Brasiliense:1966, 20ª edição.
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José Bento Monteiro Lobato, (Taubaté, SP, 1882 – 1948). Escritor, contista; dedicou-se à literatura infantil. Foi um dos fundadores da Companhia Editora Nacional. Chamava-se José Renato Monteiro Lobato e alterou o nome posteriormente para José Bento.
Obras:
A Barca de Gleyre, 1944
A Caçada da Onça, 1924
A ceia dos acusados, 1936
A Chave do Tamanho, 1942
A Correspondência entre Monteiro Lobato e Lima Barreto, 1955
A Epopéia Americana, 1940
A Menina do Narizinho Arrebitado, 1924
Alice no País do Espelho, 1933
América, 1932
Aritmética da Emília, 1935
As caçadas de Pedrinho, 1933
Aventuras de Hans Staden, 1927
Caçada da Onça, 1925
Cidades Mortas, 1919
Contos Leves, 1935
Contos Pesados, 1940
Conversa entre Amigos, 1986
D. Quixote das crianças, 1936
Emília no País da Gramática, 1934
Escândalo do Petróleo, 1936
Fábulas, 1922
Fábulas de Narizinho, 1923
Ferro, 1931
Filosofia da vida, 1937
Formação da mentalidade, 1940
Geografia de Dona Benta, 1935
História da civilização, 1946
História da filosofia, 1935
História da literatura mundial, 1941
História das Invenções, 1935
História do Mundo para crianças, 1933
Histórias de Tia Nastácia, 1937
How Henry Ford is Regarded in Brazil, 1926
Idéias de Jeca Tatu, 1919
Jeca-Tatuzinho, 1925
Lucia, ou a Menina de Narizinho Arrebitado, 1921
Memórias de Emília, 1936
Mister Slang e o Brasil, 1927
Mundo da Lua, 1923
Na Antevéspera, 1933
Narizinho Arrebitado, 1923
Negrinha, 1920
Novas Reinações de Narizinho, 1933
O Choque das Raças ou O Presidente Negro, 1926
O Garimpeiro do Rio das Garças, 1930
O livro da jangal, 1941
O Macaco que Se Fez Homem, 1923
O Marquês de Rabicó, 1922
O Minotauro, 1939
O pequeno César, 1935
O Picapau Amarelo, 1939
O pó de pirlimpimpim, 1931
O Poço do Visconde, 1937
O presidente negro, 1926
O Saci, 1918
Onda Verde, 1923
Os Doze Trabalhos de Hércules, 1944
Os grandes pensadores, 1939
Os Negros, 1924
Prefácios e Entrevistas, 1946
Problema Vital, 1918
Reforma da Natureza, 1941
Reinações de Narizinho, 1931
Serões de Dona Benta, 1937
Urupês, 1918
Viagem ao Céu, 1932
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Esta fábula de Monteiro Lobato é uma das centenas de variações feitas através dos séculos da fábulas de Esopo, escritor grego, que viveu no século VI AC. Suas fábulas foram reunidas e atribuídas a ele, por Demétrius em 325 AC. Desde então tornaram-se clássicos da cultura ocidental e muitos escritores como Monteiro Lobato, re-escreveram e ficaram famosos por recriarem estas histórias, o que mostra a universalidade dos textos, das emoções descritas e da moral neles exemplificada. Entre os mais famosos escritores que recriaram as Fábulas de Esopo estão Fedro e La Fontaine.
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Bernard Salomon — Foi um pintor, desenhista e gravador francês. Nasceu por volta de 1508 em Lyon e faleceu próximo a 1561. Foi um grande ilustrador, seus trabalho ulusttrando Fábulas de Esopo, em 1551; Histórias ilustradas da Bíblia, em 1553, 1555; Ilustrações do Novo Testamento, em 1556; Metamorfose de Ovídio, em 1557, tornaram-se padrões para ilustrações posteriores não só na França mas em toda a Europa.
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Solidão de verão
Deborah Bays (EUA, 1951)
Gravura de trabalho em pastel
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Roberto Ampuero