Retrato de Francesco de’ Medici, 1551
Agnolo Bronzino (Florença, 1503-1572)
Têmpera sobre madeira, 58 x 41 cm
Galleria degli Uffizi, Florença
Retrato de Francesco de’ Medici, 1551
Agnolo Bronzino (Florença, 1503-1572)
Têmpera sobre madeira, 58 x 41 cm
Galleria degli Uffizi, Florença
Auto-retrato com “L’Humanité”, 1923
Salvador Dali (Espanha, 1904-1989)
Técnica mista sobre papelão, 105 x 75 cm
Dali Teatro-Museu, Figueres
© Fundação Gala-Salvador Dali
Xilogravura,
Crônica de Nuremberg
A Crônica de Nuremberg é uma famosa publicação em latim, de autoria de Hartmann Schedel (1440-1514), que relata a história do mundo em sete capítulos. Foi publicada em 12 de junho de 1493, poucos anos depois da primeira impressão da Bíblia — conhecida como a Bíblia de Gutenberg — através dos tipos móveis de Gutenberg, em 1450-55. A Crônica de Nuremberg atingiu logo grande sucesso e teve diversas edições traduzidas imediatamente. Em 23 de dezembro de 1493, seis meses depois de sua primeira edição, por exemplo, já saía publicada em alemão. É o maior livro ilustrado da época, com aproximadamente 1600 xilogravuras. Tornou- se o livro mais difundido dos anos finais do século XV à primeira metade do século XVI. Curiosamente, o grande pintor renascentista alemão Albrecht Dürer, que se tornou um dos maiores gravuristas do mundo, trabalhou como aprendiz nas xilogravuras para esse livro.
Cassiano Ricardo
E foi
tão grande o seu desespero
na encruzilhada
e a noite era tão escura
na floresta e nos campos,
que o próprio Currupira
ficou com pena
e lhe arranjou uma lanterna
de pirilampos.
“Pouco importa
que a noite seja escura,
porque foi apanhar água
no ribeirão
e quebrou seu pote branco
numa pedra do barranco
fazendo essa escuridão.
Vá por aqui, direitinho,
com esta lanterna
na mão, alumiando o caminho…
e você encontrará o que procura!”
E ele saiu pelo sertão,
procurando o sol da Terra
com uma lanterna de pirilampos
na mão.
Em: Martim Cererê, Cassiano Ricardo, Rio de Janeiro, José Olympio: 1974, 13ª edição, p. 76.
Capa de cetim bordada com pequenas pérolas e fio de ouro, 1641
Livro de salmos, Londres, 8 x 5 x 2,5 cm
Coleção Lessing J. Rosenwald, Biblioteca do Congresso, EUA
Gianni Strino (Itália, 1953)
óleo sobre tela, 50 x 40 cm
José Eduardo Agualusa
Em: “A extinção dos unicórnios”, José Eduardo Agualusa, O Globo, 13/07/2015, 2º caderno, página 2.
Paisagem campestre com casario, Teresópolis, RJ, 1948
Manoel Santiago (Brasil, 1897-1987)
óleo sobre tela, 33 x 41 cm