Natureza morta
Mario Zanini (Brasil, 1907-1971)
óleo sobre cartão, 25 x 33 cm
Sem título, 1968
Ivan Moraes (Brasil, 1936-1975)
óleo sobre tela, 47 x 38 cm.
Natureza morta
Mario Zanini (Brasil, 1907-1971)
óleo sobre cartão, 25 x 33 cm
Sem título, 1968
Ivan Moraes (Brasil, 1936-1975)
óleo sobre tela, 47 x 38 cm.
O alce gigante é o maior dos cervídeos. Às vezes chega a dois metros de altura no nível dos ombros e pode pesar meia tonelada. Os machos, que são maiores do que as fêmeas, têm uma galhada específica da espécie: uma parte cilíndrica e seus galhos fazem uma espécie de taça. A galhada pode atingir mais de um metro e meio de largura. Ele só vive nas regiões próximas ao polo norte: Finlândia, Suécia, Noruega e Canadá. A expectativa de vida deles é de vinte anos. São ruminantes. Eles se alimentam de folhas de árvores e plantas aquáticas, vivendo nas florestas dessas regiões próximas ao polo norte. Conseguem correr bastante, mais de cinquenta quilômetros por hora e nadam muito bem. Mas não comem plantas rasteiras, porque seu corpo alto de pescoço curto não permite que o faça com conforto. As fêmeas têm uma única cria por gestação.
Festa de São João
Alberto da Veiga Guignard (Brasil, 1896-1962)
óleo sobre tela, 32 x 32 cm
São João, 1969
Emiliano Di Cavalcanti (Brasil, 1897-1976)
óleo sobre tela
Festa junina
Alfredo Volpi (Itália-Brasil, 1896-1988)
azulejo, esmalte, por Osirarte, 15 x 15 cm
Três grandes nomes de artistas brasileiros praticamente da mesma idade. Três estilos diferentes e todos eles com identidade própria e grande influência nas gerações seguintes. Um prazer rever suas obras.
Alagados, Salvador, 1979
[Península de Itapagipe]
Gabriela Dantés (Uruguai-Brasil, 1914 – ?)
óleo sobre tela 40 x 65 cm
Um pé de vento
Gaetano Bellei (Itália, 1857-1922)
óleo sobre tela
Afonso Lopes Vieira
O vento é bom bailador,
Baila, baila e assobia.
Baila, baila e rodopia
E tudo baila em redor.
E diz às flores, bailando:
– Bailai comigo, bailai!
E elas, curvadas, arfando,
Começam, débeis, bailando.
E suas folhas, tombando,
Uma se esfolha, outra cai.
E o vento as deixa, abalando,
– E lá vai!…
O vento é bom bailador,
Baila, baila e assobia,
Baila, baila e rodopia,
E tudo baila em redor.
E diz às altas ramadas:
Bailai comigo, bailai!
E elas sentem-se agarradas
Bailam no ar desgrenhadas,
Bailam com ele assustadas,
Já cansadas, suspirando;
E o vento as deixa, abalando,
E lá vai!…
O vento é bom bailador,
Baila, baila e assobia
Baila, baila e rodopia,
E tudo baila em redor!
E diz às folhas caídas:
Bailai comigo, bailai!
No quieto chão remexidas,
As folhas, por ele erguidas,
Pobres velhas ressequidas
E pendidas como um ai,
Bailam, doidas e chorando,
E o vento as deixa abalando
– E lá vai!
O vento é bom bailador,
Baila, baila e assobia,
Baila, baila e rodopia,
E tudo baila em redor!
E diz às ondas que rolam:
– Bailai comigo, bailai!
e as ondas no ar se empolam,
Em seus braços nus o enrolam,
E batalham,
E seus cabelos se espalham
Nas mãos do vento, flutuando
E o vento as deixa, abalando,
E lá vai!…
O vento é bom bailador,
Baila, baila e assobia,
Baila, baila e rodopia,
E tudo baila em redor!
Marques Rebelo, 1932
Cândido Portinari (Brasil, 1903-1962 )
óleo sobre tela, 47 x 38 cm
[Projeto Portinari]
Os anos entram e saem,
o tempo leva-os a fio,
como essas folhas que caem
na correnteza do rio…
(Gomes Leite)
Há dias assim, mesmo na ausência de alguns membros importantes, a reunião foi muito boa, cheia de energia e alegre. É isso o que dá um encontro por mês, com pessoas que se tornaram amigas pessoais através dos anos, e um livro que marca a pauta de cada encontro.