Telhados do Recife
Emiliano Di Cavalcanti (Brasil, 1897 – 1976)
Óleo sobre tela, 38 x 55 cm
Telhados do Recife
Emiliano Di Cavalcanti (Brasil, 1897 – 1976)
Óleo sobre tela, 38 x 55 cm
Leitora, 2004
Lisa Schneider (Lucerna, Suiça, 1955)
óleo sobre tela, 60 x 80 cm
Hermann Hesse
Mingau, sente inveja, Ilustração de Maurício Sousa.
Cabeça de cavalo
Cândido Portinari (Brasil, 1903 – 1962)
lápis de cera, 10 x 8 cm
Disparada, 2009
Plinio Afonso Frantz (Brasil, 1943)
acrílica sobre tela, 80 x 70 cm
Cena do interior com cavalos
Lucilio de Albuquerque ( Brasil, 1877 – 1939)
óleo sobre tela, 85 x 107 cm
Cavalo, 1990
Aldemir Martins (Brasil, 1922 – 2006)
acrílica sobre tela, 60 x 81 cm
Carregando Cana, 1973
Enrico Bianco (Itália/Brasil, 1918 – 2013)
óleo sobre chapa de madeira industrializada, 35 x 25 cm
Marinha com Cavalos,1958
Hector Carybé (Argentina/Brasil, 1911-1997)
Têmpera e vinil, 25 x 35 cm
Sem título
Alberto Massuda (Egito/Brasil, 1925 – 2000)
óleo sobre tela, 40 x 60 cm
Cena Rural com Cavalos
Georgina de Albuquerque (Brasil, 1885 -1962)
Óleo sobre tela, 60 x 88 cm
Cavalos, 1963
Mario Zanini (Brasil, 1907-1971)
óleo sobre tela, 34 x 57 cm
Cavalos, 1967
Lydio Bandeira de Mello (Brasil, 1929)
tempera e óleo sobre aglomerado, 46 X 72cm.
Querência, 2007
Nelson Jungbluth (Brasil, 1921 – 2008)
ácrilica sobre duratex, 100 x 100 cm
Cavalos no campo, 1935
Jordão de Oliveira ( Brasil, 1900 -1980)
óleo sobre tela, 60 x 92 cm
Cavalo, 1940
Orlando Teruz (Brasil, 1902 – 1984)
óleo sobre tela, 65 x 80 cm
Retrato de Helena lendo
Solange Legendre (Canadá, 1929 — 2004)
Óleo sobre tela
Alto da Serra
João Baptista da Costa (Brasil, 1865-1926)
óleo sobre madeira, 23 x 33 cm
Araçoiaba da Serra
Joel Firmino do Amaral (Brasil, 1951)
aquarela sobre papel
Gustavo Barroso
“Vasto, dourado à luz do meio-dia,…o vale de Araçoiaba era duma beleza forte e impressionante de paisagem sertaneja. Ao fundo barravam-lhe a perspectiva, altas, abruptas, as serras de Baturité e do Acarape, onde emergiam da verdura brancos telhados de granito, faiscando ao sol. A glória luminosa do dia enchia tudo. Sob ela cintilavam os penhascos, incendiam-se as micas, palhetavam-se de tons flavos as águas paradas de uma lagoa ao longe. Aqui e ali uma grande árvore derramava sombra numa fachada clara de casa matuta ou espargia frescura sobre um quintalejo benfeitorizado. Pelo recosto do cerro descia em ondulações de veludo novo uma capoeira densa, de fetos, de marmeleiros e ameixeiras bravas. Por tudo e em tudo, do alto azul do céu à calma horizontal das águas empoçadas, do dorso corcovado dos montes às extensões lisas da planície, sorria farta, orgulhosa, a pompa régia do inverno. A terra tinha um nobre e calmo aspecto de abundância; o céu, um claro riso de bondade e proteção.”
Em: Flor do Lácio, [antologia] Cleófano Lopes de Oliveira, São Paulo, Saraiva: 1964; 7ª edição. (Explicação de textos e Guia de Composição Literária para uso dos cursos normais e secundário) p. 37.
Este livro foi usado no curso secundário da década de 1960, quase 60 anos se passaram e talvez seja necessário uma ajuda com vocabulário:
palhetar — salpicar
flavo — amarelado, dourado
quintalejo — pequena quinta
Abelha feliz, ilustração anônima, acredito ser brasileira.
Rosa Clement
A abelha voou, voou.
Queria molhar o pé
e pousou na minha xícara
cheia de leite e café.
A abelha voou, voou.
desenhando um coração.
Queria provar um pouco
da geléia no meu pão.
A abelha voou, voou
Queria voar no céu
e eu que queria provar
um pouquinho de seu mel.
A abelha voltou, voou.
Queria me deixar feliz.
Achou que eu era um doce
e pousou no meu nariz.
(2010)
Natureza Morta, 1943
Leopoldo Gotuzzo (Brasil, 1887-1983)
óleo sobre tela, 53 x 70 cm
Mosteiro de São Bento, 1945
Gérson de Azeredo Coutinho (Brasil, 1900-1967)
óleo sobre madeira, 35 x 27cm
