Cheiro de cebolas, tempero mineiro
Roberto Melo (Brasil, 1970)
óleo sobre tela
Cheiro de cebolas, tempero mineiro
Roberto Melo (Brasil, 1970)
óleo sobre tela
Rua Barão de Jaguara em Campinas, em 1930
Jair Gomes (Brasil,1955)
óleo sobre tela, 50 x 70 cm
Natureza morta, 1969
Vicente do Rego Monteiro (Brasil, 1899 – 1970)
óleo sobre madeira, 67 x 61 cm
Amor Towles se transformou, depois da leitura de dois de seus livros, (Regras de cortesia e Um cavalheiro em Moscou) em um dos meus escritores contemporâneos cujos livros irei ler assim que forem publicados. Portanto quando vi a lista de seis livros que ele considerou favoritos na revista The Week apressei-me em vê-la. Já conheço a maioria, falta ler Gogol e os manifestos de artistas [acho que este não fará parte da minha leitura]. Mas se você está interessado, aqui vai:
1 – Cem anos de solidão, Gabriel Garcia Marques
2 – Se um viajante numa noite de inverno, Ítalo Calvino
3 – No caminho de Swann, Marcel Proust
4 – Contos escolhidos de Nikolai Gogol
5 – A insustentável leveza do ser de Milan Kundera
6 – 100 Artists’ Manifestos, editado por Alex Danchev
Na estrada
Ernandes Silva (Brasil, contemporâneo)
óleo sobre tela
João Guimarães Rosa
Guimarães Rosa (1908 -1967)
Pesca, 1894
Francisco Garcia Santa Olalla (Espanha/Brasil, 1870-1895)
óleo sobre tela, 64 x 53 cm
Autorretrato em Córdoba, à espanhola, 1998
Carmen Garrez (Brasil, contemporânea)

Noite de verão na ilha de Sando, 1890
Eilif Peterssen (Noruega, 1862 – 1928)
Coleção Particular
Natureza Morta, 1939
Mário Zanini (Brasil, 1907 – 1971)
óleo sobre tela, 40 x 30 cm
A pequena ponte, Caldas Novas, 1978
Inimá de Paula (Brasil, 1918 – 1999)
óleo sobre tela, 55 x 65 cm
Paisagem colonial, 1998
Armínio Pascual (Brasil, 1920 – 2006)
óleo sobre eucatex, 30 x 40 cm
Adélia Prado
Ao entardecer no mato, a casa entre
bananeiras, pés de manjericão e cravo-santo,
aparece dourada. Dentro dela, agachados,
na porta da rua, sentados no fogão, ou aí mesmo,
rápidos como se fossem ao Êxodo, comem
feijão com arroz, taioba, ora-pro-nobis,
muitas vezes abóbora.
Depois, café na canequinha e pito.
O que um homem precisa pra falar,
entre enxada e sono: Louvado seja Deus!
