Igreja Nossa Senhora da Penha Porto Seguro, 2000
Gláucio Bustamante (Brasil, contemporâneo)
aquarela sobre papel, 29 x 39 cm
Igreja Nossa Senhora da Penha Porto Seguro, 2000
Gláucio Bustamante (Brasil, contemporâneo)
aquarela sobre papel, 29 x 39 cm
O dândi moribundo, 1918
Nils Dardel (Suécia, 1888-1943)
óleo sobre tela, 140 x 180 cm
Honoré de Balzac foi um prolífico escritor francês conhecido pelo conjunto de livros independentes, mas que, no entanto, formam um único retrato da sociedade francesa do século XIX. Deu a ele a denominação: A Comédia Humana. Ao todo são noventa e cinco obras (não contando as obras anteriores a esse conjunto) que no Brasil, quando publicadas ocuparam um mínimo de dezessete volumes. Personagens aparecem aqui e ali, retornam, às vezes, em outros volumes. Ao todo, mais de dois mil e quinhentos personagens participaram da obra.
Balzac se importava com seus personagens. Para ele, eles existiam em três dimensões: na sua imaginação e fora. Portanto, não era raro confundir seus personagens com pessoas do mundo real. Ele viveu tão intensamente a composição desses tipos que esse mundo inventado parecia-lhe enevoado, levando-o a confundir o escritor.
Uma dessas ocasiões, bem conhecida, foi em seus momentos finais. Honoré de Balzac pediu que lhe chamassem o médico Dr. Horace Bianchon, um de seus personagens regulares, que aparece através dos muitos volumes da Comédia Humana, conhecido por ser excelente companhia para seus amigos, homem íntegro e fiel.
Autorretrato com gato, 1931
Léonard Tsuguharu Foujita (Japão-França, 1886-1968)
aquarela e nanquim sobre seda, 44 x 34 cm
Ciranda
Aracy de Andrade (Brasil, contemporânea)
acrílica sobre tela, 30 x 60 cm
Jogando Peteca, 1978
Orlando Teruz (Brasil, 1902-1984) 1978
óleo sobre tela, 66 x 81 cm
Menina Pulando Corda,1950
Milton Dacosta (Brasil, 1915-1988)
guache sobre papel, 24 x 19 cm
Menino com Arco, 1970
José Maria de Souza (Brasil,1935 – 1985)
óleo s tela, 100 x 81 cm
Brinquedo, 2010
Cláudio Dantas (Brasil, 1959)
óleo sobre tela, 30 x 30 cm
Menina no balanço
Angelo Simeone (Itália-Brasil, 1899-1963)
óleo sobre tela, 65 x 50 cm
Menino com pião, 1947
Cândido Portinari (Brasil, 1903-1962)
óleo sobre tela, 65 x 54 cm
Coleção Castro Maia
Criança brincando, 1999
Reynaldo Fonseca (Brasil, 1925-2019)
óleo sobre tela, 70 x 50 cm
Meninos brincando, pulando carniça, 1958
Clóvis Graciano (Brasil, 1907-1988)
óleo sobre tela, 81 X 65 cm
Mãe com menina em velocípede
João Quaglia (Brasil, 1928-2014)
óleo sobre tela, 50 x 40 cm
Orquídeas com borboleta
Karl Ernst Papf (Alemanha-Brasil, 1833-1910)
óleo sobre tela, 48 x 57 cm
Leveza
João Bernardi (Brasil, 1953)
aquarela sobre papel
Beijo no metrô de Nova York
Philip Hawkins (Inglaterra, 1947)
óleo sobre tela
“A viagem não acaba nunca. Só os viajantes acabam. E mesmo estes podem prolongar-se em memória, em lembrança, em narrativa. Quando o visitante sentou na areia da praia e disse:
“Não há mais o que ver”, saiba que não era assim. O fim de uma viagem é apenas o começo de outra. É preciso ver o que não foi visto, ver outra vez o que se viu já, ver na primavera o que se vira no verão, ver de dia o que se viu de noite, com o sol onde primeiramente a chuva caía, ver a seara verde, o fruto maduro, a pedra que mudou de lugar, a sombra que aqui não estava. É preciso voltar aos passos que foram dados, para repetir e para traçar caminhos novos ao lado deles. É preciso recomeçar a viagem. Sempre.”
José Saramago, Viagem a Portugal, 1981
Trecho na Quinta da Boa Vista, 1941
Armando Pacheco (Brasil,1913 – 1965)
óleo sobre tela , 34 x 25 cm