No café
Monica Castanys (Espanha, 1973)
óleo sobre tela
“Quando se gosta da vida, gosta-se do passado, porque ele é o presente tal como sobreviveu na memória humana.”
Marguerite Yourcenar
No café
Monica Castanys (Espanha, 1973)
óleo sobre tela
Marguerite Yourcenar
Natureza morta, 2019
Elton Brunetti (Brasil, contemporâneo)
óleo sobre tela
Natureza morta
Octávio Araújo (Brasil, 1926)
óleo sobre placa, 35 x 27 cm
É aqui que passo grande parte dos meus dias. É aqui que escrevo; faço postagens na Peregrina Cultural, meu blog, há 15 anos; que monto minhas aulas de história da arte. É daqui que assisto às aulas dos três cursos em que sou aluna e melhoro meus conhecimentos.
É aqui que escrevo. A mágica acontece aqui e em breve outra surpresa…
Aguardem!

É Deus que à noite dispersa
o bando dos pirilampos,
taquigrafando a conversa
que há entre as flores, nos campos.
(Balthazar de Godoy Moreira)
São Jorge, 1958
Clóvis Graciano (Brasil, 1907-1988)
óleo sobre tela, 80 x 60 cm
São Jorge e o dragão
Ernesto de Fiore (Itália-Brasil, 1884-1945)
técnica mista sobre papel, 47 x 32 cm
São Jorge, 2009
Pedro Guedes (Brasil, 1960)
óleo sobre tela colada em madeira, 40 x 50 cm
Lindolfo Gomes
Era um dia um velho chamado Zusa, que trabalhava pelo ofício de carapina. A sua oficina era um brinco, sempre muito asseada, a ferramenta muito limpa, tudo nos seus lugares.
Mas a mania do velho era batizar cada ferramenta com um nome apropriado. O martelo chamava-se toc-toc, o formão, rompe-ferro, o serrote, vaivém.
Quando um carapina do lugar precisava de uma, corria logo à oficina do Zusa, a pedir-lhe de empréstimo.
Mas, tantas lhe fizeram, demorando a entrega ou ficando com as ferramentas algumas vezes, que o velho resolveu parar com os empréstimos.
Certo dia foi à oficina um menino, de mando dopai, e disse:
— Papai manda-lhe muitas lembranças e também pedir-lhe emprestado o vaivém.
Mestre Zusa pôs as cangalhas no nariz e respondeu:
— Menino, volta e diz a teu pai que se vaivém fosse e viesse, vaivém ia, mas como vaivém vai e não vem, vaivém não vai.
Em: Contos Populares Brasileiros, São Paulo, Melhoramentos: 1965, p. 36
Paisagem
Marie Nivoulies de Pierrefort (França-Brasil, 1879-1968)
óleo sobre tela, 40 x 35 cm
Mata – Teresópolis, 1972
Henrique Cavalleiro (Brasil, 1892 – 1975)
óleo sobre tela, 55 x 46 cm
Paisagem
Tadashi Kaminagai (Japão, 1899-1982)
óleo sobre tela colado sobre cartão, 38 x 46 cm
O quarto azul, 1923
Suzanne Valadon (França, 1865-1938)
óleo sobre tela
Centre Pompidou-Musée National d’Art Moderne/CCI, Paris