Em casa: Viktor Schramm

26 07 2020

 

 

 

Viktor Schramm (Austrian, 1865-1929)Jovem de azul com violão

Viktor Schramm (Áustria, 1865-1929)

óleo sobre tela, 75 x 60 cm





Flores para um sábado perfeito!

25 07 2020

 

 

karen-pezolito-sem-titulo-oleo-sobre-tela-44 x 50 cmSem título

Karen Pezolito (Brasil, 1977)

óleo sobre tela, 44 x 50 cm





O escritor: Ronaldo Wrobel

25 07 2020

 

 

Anthony Zierhut,(EUA) sketch, JoanReading, Memoirs of a Gueisha, 2005

Joan lendo “Memórias de uma gueixa”, 2007

Anthony Zierhut,(EUA, contemporâneo)

sketch

 

“O ofício do escritor consiste em escolher palavras, contextos, ritmos e esquemas narrativos que se prestem a dizer precisamente aquilo que ele não queria…”

 

Ronaldo Wrobel





Rio de Janeiro, um parque à beira-mar

24 07 2020

 

 

 

Quiosque.jpg mQuiosque

Lucia de Lima (Brasil, contemporânea)

acrílica sobre tela, 38 x 46 cm





Minutos de sabedoria: Mário Lúcio Sousa

24 07 2020

 

 

 

Jennifer Young, (EUA), Leiura de verão, osm, 15x15cmLeitura de verão

Jennifer Young, (EUA, contemporânea)

óleo sobre madeira, 15 x 15cm

 

“Na ânsia de termos aquilo que desejamos, às vezes, acabamos por atrair aquilo que não queremos.”

 

Mário Lúcio Sousa

 

Mário Lúcio Sousa (Cabo Verde)Mário Lúcio Sousa (1964)

 





Trova do outono

23 07 2020

 

 

outono, folhas, brincadeira, menina

 

 

Quando a folha seca e muda

segue no seu abandono,

ela abraça o vento e ajuda,

com arte, a pintar o outono.

 

(Lúcia Sertã)





Em casa: Antoine Jean Étienne Faivre

23 07 2020

 

 

image faivreA pia de porcelana de Delft, 1873

Antoine Jean Étienne Faivre (França, 1830 -1905)

óleo sobre tela, 43 x 27 cm





Hoje é dia de feira: frutas e legumes frescos!

22 07 2020

 

 

 

J. PERISSINOTO. Natureza morta - o.s.e. - 31 x 42 cm - assinado no cid.Natureza morta

Giuseppe Pasquale Perissinotto (Itália-Brasil, 1881 – 1965)

óleo sobre eucatex, 31 x 42 cm





Nossas cidades: São Paulo

21 07 2020

 

 

Hajime Higaki, Avenida Itororo, atual 23 de maio, 1938, ost,46 x 38 cmAvenida Itororó, [atual 23 de maio], 1938

Hajime Higaki (Brasil, 1908-1998)

óleo sobre tela, 46 x 38 cm

 





Resenha: “Cerejas de maio”, Judy Botler

20 07 2020

 

 

NIVOULIÉS DE PIERREFORT, Marie,Menina,óleo s tela colada em madeira, 92 x 72 cmMenina

Marie Nivouliés de Pierrefort (França-Brasil, 1879 – 1968)

óleo sobre tela colada em madeira, 92 x 72 cm

 

 

Dentre os livros que abordam a perseguição aos judeus durante a Segunda Guerra Mundial há uma pequena parte dedicada a memórias dos sobreviventes.  Cerejas de maio, de Judy Botler, é um deles.  Trata-se da biografia de sua mãe, Ellen, cuja peregrinação por diversos lugares que a abrigaram durante a guerra era desconhecida da autora até recentemente.  O que faz este livro mais alegre do que muitos é que acaba bem, acaba muito bem com a menina Ellen no Rio de Janeiro, rodeada por parentes próximos, tias e avó e,  portanto, com a oportunidade de crescer acolhida dentro dos seus, mesmo tendo perdido pais e um irmão no processo.

 

cerejas de maio

 

Passando por diferentes cidades na fuga, na adoção e em abrigos Ellen, membro da família Grünebaum, que se dispersa durante a guerra, encontra refúgio sob identidade falsa na Bélgica, até que, por insistência de seus parentes, principalmente da avó, que havia imigrado para o Brasil, a menina é encontrada e trazida para o seio familiar.  Mas a história não se limita à menina.  Aprendemos também como outros membros da família se desdobram para permanecer vivos, sobreviverem e imigrarem.  É uma janela sobre um período desastroso que traz luz a muito do dia a dia daqueles em fuga. Convivendo com perigo, disfarçada por falsa identidade e troca de religião,  Ellen é uma verdadeira heroína. Do modo como sua aventura está relatada neste livro, tudo parece pronto para um documentário ou até mesmo um filme em que peripécias perigosas levam a um final feliz.

 

Judy-Botler-II-150x150Judy Botler

 

Fartamente documentada a história da pequena Ellen é repleta de charme.  Contada por ela e em algumas notas por sua filha, a médica endocrinologista, carioca Judy Botler neste livro torna-se uma narrativa que não deveria ser ignorada por documentaristas de cinema ou até mesmo diretores à procura de um bom enredo. Definitivamente um livro encantador que, apesar de tratar dos grandes traumas e das vicissitudes cotidianas do período da Segunda Guerra Mundial, ele nos dá também esperança.  Esperança de dias melhores.

Recomendo não só aos que se dedicam à memória daqueles desaparecidos no Holocausto, como aos que gostariam de saber como, por quem e por quais heróis é formada a população brasileira.

 

NOTA: este blog não está associado a qualquer editora ou livraria, não recebe livros nem incentivos para a promoção de livros.