Hoje é dia de feira: frutas e legumes frescos!

11 02 2015

 

Renato Meziat (Brasil,1952), Tomates,  2013, 60 x 80 cm, Óleo sobre telaTomates, 2013

Renato Meziat (Brasil, 1952)

óleo sobre tela, 60 x 80 cm





Carnaval na pintura, seleção de 2015

10 02 2015

ARTUR THIMOTEO - Carnaval - Óleo sobre tela - 1913 - Coleção particularCarnaval, 1913

Arthur Timótheo da Costa (Brasil, 1882-1922)

óleo sobre tela

Coleção Particular

 

Antonio Gomide, Pierrot e Colombina,ose, 40x32Pierrot e Colombina, década de 1920

Antônio Gomide (Brasil, 1895-1967)

óleo sobre eucatex, 40 x 32 cm

 

ALOYSIO ZALUAR,Clóvis , guache, medindo 36 x 49 cm.Clóvis, s/d

Aloysio Zaluar (Brasil, 1937)

guache sobre papel, 36 x 49 cm

 

Gilberto Trompowsky (Brasil, 1912-1982)escola de samba, osm, 1953, 38 x 46 cmEscola de samba, 1953

Gilberto Trompowsky (Brasil, 1912-1982)

óleo sobre madeira, 38 x 46 cm

 

Augustus Earle-jogos-durante-o-entrudo-no-Rio-de-Janeiro-Aquarela-circa 1822Jogos durante o Entrudo no Rio de Janeiro, 1822

Augustus Earle (Inglaterra, c. 1793- c. 1838)

aquarela sobre papel

 

Mario Gruber, 1981, Figura de CarnavalFigura de Carnaval, 1981

Mário Gruber (Brasil, 1927)

óleo sobre tela, 80 x 80 cm

 

erico santos (RS) carnaval80x60cm2010_GRCarnaval, 2010

Érico Santos (Brasil, 1952)

óleo sobre tela, 80 x 60 cm

www.ericosantos.com.br

 

Emiliano Di Cavalcanti, Carnaval - osc. - med. 30,5 x 20 cmCarnaval

Emiliano Di Cavalcanti (Brasil, 1897-1976 )

óleo sobre cartão

 

 

 

 

 





Nossas cidades — Brasília

9 02 2015

 

 

367398Márcio Schiaz - Congresso Nacional - Noite - 50 x 60 cm - OST - Ass. CIE e Dat. 2007Congresso Nacional — Noite, 2007

Márcio Schiaz (Brasil, 1965)

óleo sobre tela, 50 x 60 cm





Domingo, um passeio no campo!

8 02 2015

Diva Grassmann (Brasil, 1928) Caminhada, 1980, ost, Pinacoteca Prefeitura de São Bernardo do Campo, SPCaminhada, 1980

Diva Grassmann (Brasil, 1928)

óleo sobre tela

Pinacoteca da Prefeitura de São Bernardo do Campo





Flores para um sábado perfeito!

7 02 2015

 

DIMITRI ISMAILOVICH (1892-1976). Jarro com Palmas óleo s tela, 65 X 55. Assinado e datado (1970)Jarro com palmas, 1950

Dimitri Ismailovitch (Rússia/Brasil, 1892-1976)

óleo sobre tela, 65 x 55 cm





Rio de Janeiro, comemorando 450 anos!

6 02 2015

 

a_cara_do_rio_f_015Rio de Janeiro, internacional e atemporal, 2010

Maria Helena Hofmann (Brasil, 1963)

acrílica sobre tela, 80 x 100 cm

Exposição “A Cara do Rio: da minha janela“, 2010





O cisne, poema de Geir Campos

6 02 2015

cisnes brancos, alice haversCisnes Brancos

Alice Havers (Inglaterra, 1850-1890)

O Cisne

Geir Campos

Pluma e silêncio, vinha pela vida

aceita com resignação, conquanto

talvez em hora alguma pretendida.

Pressente no ar o aviso da partida

— urge tentar o eterno: um voo, um canto,

um gesto nunca ousado, alguma prece…

Canta, e se vai. O canto permanece.

Em: Antologia Poética para a Infância e a Juventude, selecionado por Henriqueta Lisboa, Rio de Janeiro, Instituto Nacional do Livro:1961,p. 86.

 

 

 

 

 

 

 

 

 





Na boca do povo: escolha de provérbio popular

5 02 2015

 

 

???????????????????????????????Ilustração Maurício de Sousa.

 

 

“Os vícios antecipam a velhice e as virtudes a retardam.”





Hoje é dia de feira: frutas e legumes frescos!

4 02 2015

 

OSWALDO TEIXEIRA (1904-1975).Peras. Cálices, Jarro e Vaso em cerâmica, óleo s tela, 40 x 53. Assinado, datado (1933) e localizado (Rio)Peras, cálice, jarro e vaso de cerâmica, 1933

Oswaldo Teixeira (Brasil, 1904-1975)

óleo sobre tela, 40 x 53 cm





O Carnaval de Pedro Nava

3 02 2015

 

 

J. Carlos Paratodos 01Arlequim e Colombina, 1927

Capa da Revista Para Todos,26 de fevereiro de 1927

J. Carlos (Brasil, 1884-1950)

 

 

“Água não era só de chuva e de enchente. Mais abundante era a dos entrudos.  Carnaval. Passavam uns escassos mascarados, dominós de voz fina, diabinhos com que o Benjamim Rezende se divertia arrancando o rabos, quebrando os chifres. O Paulo Figueiredo, encantando minha avó com seu Pierrot  recamado de lantejoulas. Os primeiros lança-perfumes — Vlan e o Rodo. Mas o bom mesmo era o entrudo. Havia instrumentos aperfeiçoados para jogar água, como os relógios, assim chamados  porque esses recipientes imitavam a forma de um relógio fechado, com dois tampo metálicos flexíveis que, quando apertados, deixavam air um delicado esguicho de água perfumada. Havia de todos os tamanhos, desde os pequeninos, que vinham no bolso, aos enormes, que ficavam no chão e eram acionados com o pé. Havia os revólveres — seringas que imitavam a forma da arma — cano metálico e o cabo de borracha que se apertava, apontando quem se queria molhar. Os limões de todos os tamanhos e de todas as cores que eram preparados com semanas  de antecedência e em enorme quantidade. Continham água de cheiro, água pura, água colorida, mas os que caíam da sacada do Barão vinham cheios de água suja, de tinta, de mijo podre. Desciam ao mesmo tempo que as cusparadas das moças.  Além dos relógios, dos revólveres, dos limões, eram mobilizadas todas as seringas de clister e improvisados seringões com gomos de bambu. Todos os pontos estratégicos da casa eram ocupados com jarras, baldes, latas e bacias para esperar os atacantes. Porque havia os assaltos de porta a porta.  Éramos investidos pelos Pinto de Moura e depois do combate, já encharcados, confraternizávamos, para atacar a casa dos Gonçalves.  Logo depois já era um grupo maior que avançava sobre as fortalezas fronteiras dos Couto e Silva e do tio Chiquinhorta, onde nos esperavam valorosamente o Antonico e o Mário Horta. Meu pai comandava a refrega protegido nas dobras de um vasto macfarlane, cujas asas davam-lhe gestos de pássaro gigante. Acabava tudo numa inundação de vinho-do-porto, para rebater e cortar o frio. À noite meu Pai penava com asma…”

Em: Baú de Ossos: memórias, Pedro Nava, Rio de Janeiro, Sabiá: 1972, p. 261-62.