Frans Smeers (Bélgica, 1873-1960)
óleo sobre madeira, 23 x 16 cm
Coleção Particular
Frans Smeers (Bélgica, 1873-1960)
óleo sobre madeira, 23 x 16 cm
Coleção Particular
Sofonisba Anguissola (Itália, 1530-1625)
óleo sobre painel de madeira, 19 x 12 cm
Kunsthistorisches Museum [Museu da História da Arte], Viena
Enseada de Vila Velha, ao fundo o Convento da Penha, ES
Levino Fanzeres (Brasil, 1884-1956)
óleo sobre madeira, 41 x 64 cm
Yuri Belov (Rússia, 1929)
“Uma carta implica dedicação. Quem escreve uma carta suspende a vertigem do tempo para refletir, para melhor sentir, para pensar no outro. Uma carta de amor é realmente uma carta de amor.”
José Eduardo Agualusa
Em: “A convulsa solidão dos nossos dias“, José Eduardo Agualusa, O Globo, 18/05/2015, 2º caderno, página 2.
Décio Soncini (Brasil, 1953)
acrílica sobre tela, 80 x 80 cm
Coleção Raul Forbes
“A colônia Dona Francisca é um novo empreendimento, cuja origem pode ser exposta em poucas palavras. Em 1843 o Príncipe de Joinville casou-se com Dona Francisca, a irmã do Imperador do Brasil. Recebeu, então, como dote, grande extensão de terras cobertas de matas na província de Santa Catarina. Não faz muitos anos, numa das estações de água da Alemanha, o Príncipe encontrou-se com o Senador Schroeder, de Hamburgo, que lhe propôs um plano para valorizar o seu dote — isto é: conceder uma certa porção das terras para uma companhia, que nela fundaria uma colônia. O Príncipe concedeu nove léguas quadradas, reservando uma certa quantidade de acres para si próprio, nas melhores situações. A companhia se constituiu, e concordou em trazer uns mil e seiscentos colonos com um dado prazo de tempo. De março de 1851 a março de 1855, o número estipulado no contrato havia sido atingido. A maioria dos colonos eram alemães-suíços, embora franceses e alemães estivessem representados por considerável minoria. A vila de Joinville contém cerca de sessenta casas; nas regiões adjacentes há cento e vinte, e outras em construção. Deduzidas as mortes há aproximadamente mil e quinhentos habitantes nessa colônia; por outro lado, há um considerável número de franceses, e franceses-suíços, nas colônias adjacentes fundadas pelo Príncipe de Joinville em suas próprias terras. Dois terços da totalidade dos colonos são sem dúvida protestantes, e o outro terço é constituído por católicos.
Qual será o sucesso da colônia, esperemos para ver. (…)”
Kidder e Fletcher, publicação “O Brasil e os brasileiros“.
Em: Pinheirais e Marinhas, Paraná e Santa Catarina, coleção Histórias e Paisagens do Brasil, seleção de Ernani Silva Bruno, São Paulo, Cultrix: 1959, pp: 62-3
NOTA: James C. Fletcher esteve no Brasil entre os anos de 1851 e 1865, prosseguindo os trabalhos de propaganda do Protestantismo empreendidos vários anos antes por seu colega Daniel P. Kidder.
Jiboia verde, serpente do Amazonas. Foto:Flickr.Essa beleza gosta de dormir enroscada nas árvores. Não é venenosa. É uma serpente constritora, ou seja, mata por enforcamento. Vive de pequenos animais, como roedores, pequenas aves, lagartos e demais répteis. Tem muitos nomes populares: araramboia, cobra-papagaio, jiboia-verde e muitos outros. Mas seu nome científico é Corallus Caninus. É natural da Amazônia.