–
–
Menina lendo
Anne Bozellec (França, 1942)
Desenho
–
“Não deveríamos ensinar os grandes livros; deveríamos ensinar o amor à leitura”.
–
B. F. Skinner
–
–
Menina lendo
Anne Bozellec (França, 1942)
Desenho
–
–
B. F. Skinner
–
–
A primavera, 1965
René Magritte (Bélgica, 1898-1967)
Óleo sobre tela, 46 x 55 cm
Christie’s Auction House
–
Ilustração Arthur Sarnoff.–
Criança, nunca te esqueças
Que as árvores são sagradas;
Nós devemos defendê-las
Das criaturas malvadas.
–
(Walter Nieble de Freitas)
–
–
O cérebro da criança, 1914
Giorgio De Chirico (Itália, 1888 – 1978)
Óleo sobre tela, 81 x 75 cm
Coleção Breton, Paris
–
–
C.S. Lewis
–
–
Ilustração Elizabeth Webbe, 1963.–
–
Henriqueta Lisboa
–
–
O esperto esquilo
ganha um coco.
Tem olhos intranquilos
de louco.
Os dentes finos
mostra. E em pouco
os dentes finca
na polpa.
Assim, com perfeito estilo,
sob estridentes
dentes,
o coco, em segundos, fica
oco.
–
–
Em: Nova Lírica: poemas selecionados, Henriqueta Lisboa, Belo Horizonte, Imprensa Oficial: 1971
–
–
Senhora com cachorro, loura e com pernas, 2010
Ricardo Estecha (Espanha, contemporâneo)
Técnica mista, baseada em fotografia.
Parte do projeto coletivo do Espaço Belleartes, localizado em Cáceres na Espanha:
SEÑORA MAYOR CON PERRO SENTADA EN EL PARQUE,
como visto no blog do espaço, hoje fechado.
–
–
–
–
Desde que tenho postado alguns contos antigos que fazem parte da nossa herança cultural tenho recebido questionamentos sobre a necessidade de se reformular os contos para ajustarmos essas tradições à cultura moderna.
Sou contra.
Hoje foi uma indagação, bem educada, — elas nem sempre são — sobre Os três companheiros, conto da tradição oral coletado por Luiz da Câmara Cascudo. Mas já tive comentarios e até pedidos de retirada sobre outras postagens. Sou contra a modificação de qualquer dessas tradições folclóricas para que se ajustem aos modos do momento. Sou inclusive contra a modificação da música infantil Atirei um pau no gato. Acho que estamos sistematicamente assumindo que as pessoas de hoje não têm a habilidade de distinguir o que é certo do que é errado. Isso é de um reducionismo colossal. E acredito que muitas vezes essa tentativa de censura reflita no fundo um medo sobre as massas serem educadas, as massas que “não sabem distinguir o certo do errado.” Posto hoje o comentário da Profa Maria Lajolo como resposta.
E antes de alguém vir falar sobre direitos dos animais, sugiro que vejam a postagem que tenho sobre a fotógrafa Ellen van Deelen.
–
–
Ilustração de Sylvie Daigneault.–
Primavera colorida,
estação de belas flores!
A primavera da vida
lembra a estação dos amores.
–
(Lêda Terezinha de Oliveira)
–
–
–
Atividade de fim de semana: sair com amigos e jogar conversa fora. Frustrados com as escolhas para idas ao cinema, resolvemos só nos encontrarmos, acompanhado de vinho, chope e guaraná zero, listamos desta vez os filmes que mais nos marcaram visualmente. Só aqueles filmes que têm uma, duas ou mais cenas visualmente inesquecíveis, que nos deixam boquiabertos, com surpresa e admiração, sem levar em conta o contexto da cena. A lista foi diferente para cada participante. E as razões das escolhas talvez mais interessantes do que as próprias seleções. Mas certamente vale a pena rever mentalmente aqueles filmes que marcaram. Para quem gostaria de saber, aqui vai a minha lista, que pode ser aumentada a qualquer momento. A ordem foi a ordem de chegada, ou seja, a ordem em que fui me lembrando.
1 – Melancolia, 2011, de Lars Von Trier.
2 – Titus, 1999, de Julie Taymor.
3 – Avatar, 2009, de James Cameron
4 – 2001 Odisséia no Espaço, 1968, Stanley Kubrick
5 – Gritos e sussurros, 1972 , Ingmar Bergman
6 – A festa de Babette, 1987, Gabriel Axwel
7 – Contatos imediatos de terceiro grau, 1977, Steven Spielberg
8 – Adeus minha concubina, 1993, Kaige Chen
9 – A partida, 2008, Yojiro Takita
10 – O tigre e o dragão, 2000, Ang Lee
11 – Império do Sol, 1987, Steven Spielberg
12 – O Piano, 1993, Jane Campion
13 — Yol, 1983 ,de Yumaz Güney
14 – Os pássaros, 1963, de Alfred Hitchcock
15 — Blow up, 1966, de Micheangelo Antonioni
–
–
Contemplando a natureza,
eu exclamo embevecido:
“Para ver tanta beleza,
como foi bom ter nascido!”
–
(Djalda Winter Santos)
| S | T | Q | Q | S | S | D |
|---|---|---|---|---|---|---|
| 1 | 2 | 3 | ||||
| 4 | 5 | 6 | 7 | 8 | 9 | 10 |
| 11 | 12 | 13 | 14 | 15 | 16 | 17 |
| 18 | 19 | 20 | 21 | 22 | 23 | 24 |
| 25 | 26 | 27 | 28 | 29 | 30 | 31 |




