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Giuseppe Perissinotto (Itália,1881- Brasil,1965)
Óleo sobre tela, 30 x 24 cm
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Giuseppe Perissinotto (Itália,1881- Brasil,1965)
Óleo sobre tela, 30 x 24 cm
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Um mestre-cervejeiro da corte certamente tinha um bom status social no antigo Egito. Podemos concluir isso depois que especialistas japoneses descobriram em Luxor, no sul do Egito, uma tumba de um chefe cervejeiro, da época de Ramsés II, ou seja, dos séculos XII a XI antes da Era Comum. Sua cervejaria era dedicada à deusa Mut. Sabemos disso graças às descobertas anunciadas no dia 2 de janeiro, pelo ministro egípcio de Antiguidades, importantes detalhes da vida cotidiana do dono da cervejaria, identificado como Junsu-Im-Heb, [ou Khonso Em Heb] é um passo importante para se reconstruir a vida diária dos cidadãos da civilização do Nilo. A família do mestre cervejeiro, que também está retratada, viveu a 3.200 anos atrás.
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Jiri Kondo, chefe da equipe da universidade japonesa de Waseda, explicou que o sepulcro foi descoberto enquanto faziam trabalhos de limpeza para um estudo da tumba TT-47, pertencente a um alto funcionário da época do rei Amenhotep III.
As pinturas murais encontradas mostram diversos aspectos da vida diária da época e da família de Junsu-Im-Heb. Mostram com naturalidade a relação entre um marido, sua esposa e seus filhos, e também como faziam suas práticas religiosas. Seu estudo trará valioso conhecimento sobre o cotidiano da vida a mais de 3.000 anos passados.
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A tumba, repleta de pinturas murais, foi construída numa planta em formato de T, tem dois salões além da câmara mortuária e mostra curiosas cenas do dia a dia, retratando inclusive a admiração de diferentes pessoas antes de um ritual funerário, conhecido como “Abrir a Boca” da época. Curiosamente esta tumba está ligada à câmara mortuária de uma pessoa chamada Houn, mas ainda não identificada. Além das paredes laterais internas, o teto da tumba também mostra imagens pintadas com delicadeza, imagens precisas e de grande beleza. Há também a uma pintura representando o pôr do sol.
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Se você está intrigado com essa tumba, e se pergunta por que um mestre cervejeiro teria o status de importância para justificar tanto luxo, talvez seja bom lembrar que uma das primeiras bebidas feitas pelo homem foi a cerveja, que era na antiguidade consumida por todos, jovens, velhos e crianças. Era bebida por ricos e pobres e a cerveja fazia parte dos rituais religiosos diários e em grandes cerimônias. No Egito antigo a cerveja era mais doce e mais grossa do que a bebida que conhecemos hoje.
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Para evitar o saque o governo egípcio aumentou a segurança em torno da tumba até que sejam analisadas todas suas partes. Eventualmente o público terá acesso aos achados nessa tumba. Luxor é uma cidade de 500.000 habitantes, localizada às margens do Nilo, no sul do Egito. É considerada um museu ao ar-livre por causa do grande número de templos e tumbas faraônicas encontradas lá.
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Fontes: The Atlantic, Terra — Fotos: Luxor Times e France Press.
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Uma hora em Ower, Hampshire, 1914
Augustus Edwin John (Grã-Bretanha, 1878-1961)
óleo sobre tela
Coleção Particular
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Sábia lição aprendi,
desde os tempos de menino:
— Na vida, somos autores
do nosso próprio destino.
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(Célio Meira)

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Feliz Ano Novo!
A felicidade… Sua busca está na moda.
Estudos em neurologia, sociológicos e de direito examinam, no mundo inteiro, neste preciso momento, o que é a felicidade. E mais, se é um direito do indivíduo. Termos chegado a esse debate representa um passo enorme na história da humanidade: um módico dos direitos humanos foi alcançado por uma parte significativa da população mundial ou não estaríamos a discutir com tanto ardor um sentimento tão completamente subjetivo.
A música de Clarice Falcão “O que você faz para ser feliz?” usada recentemente como jingle para o anúncio de um supermercado na televisão, revela um importante conhecimento, mesmo com seu jeitinho de cultura pop: a felicidade, como a beleza, está nos olhos de quem vê, ou nesse caso, de quem sente. Ela depende exclusivamente de você. Daquilo que você escolhe, do que você constrói. Ela requer autoconhecimento e auto-aceitação. Ela está presente, aí dentro de você. É preciso só despertá-la…
Que 2014 lhe traga o autoconhecimento necessário à sua felicidade.
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Esthergilda Menicucci (Brasil, 1938 )
óleo sobre tela colado em madeira, 60 x 60 cm
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Augustin Rouart (França, 1907-1997)
têmpera sobre tela, 64 x 80 cm
Museu dos anos 30, Paris
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Virgílio della Monica (Brasil, 1889-1957)
óleo sobre placa de madeira, 28 x 36 cm