Minutos de sabedoria: Aristóteles

4 07 2015

 

Malcolm T. Liepke (EUA, 1953) Café da manhã, litografia

Café da manhã

Malcolm Liepke (EUA, 1953)

litografia

 

“Para nos mantermos bem é necessário comer pouco e trabalhar muito.”

 

 

Aristóteles-1Aristóteles





Flores para um sábado perfeito!

4 07 2015

 

 

Alberto da Veiga GUIGNARD, Vaso com flores, os cartão,1933, 41.5 cm x 34 cmVaso com flores, 1933

Alberto da Veiga Guignard (Brasil, 1896-1962)

óleo sobre cartão, 41 x 34 cm





Rio de Janeiro, comemorando 450 anos!

3 07 2015

 

 

RANZINI, FelisbertoPaisagem iconografica - aquarela - med. 49 x 32 cmIgreja de Nossa Senhora do Brasil, Urca, década de 1940

Felizberto Ranzini (Itália/Brasil, 1881 – 1976)

aquarela sobre papel, 49 x 32 cm





Em três dimensões: Atenodoro de Rodes, Polidoro de Rodes, Agesandro

3 07 2015

 

 

Laocoön_and_His_SonsLaocoonte, c. 40 aEC

Atenodoro de Rodes, Polidoro de Rodes, Agesandro

(Cópia do original de 200 aEC)

Mármore, 210 x 160 cm

Museu do Vaticano, Vaticano





Palavras para lembrar — Renata de Albuquerque

1 07 2015

 

Yevgeniy Demakov (Rússia, 1968) Conto de fadas da vez, ost, 50x70O conto de fadas da vez

Yevgeniy Demakov (Rússia, 1968)

óleo sobre tela, 50 x 70 cm

 

 

“Leia. Com seus filhos, para seus filhos, por seus filhos.”

 

Renata de Albuquerque

Jornalista brasileira




Hoje é dia de feira: frutas e legumes frescos!

1 07 2015

 

WERNER LEVIN (Alemanha,1920-Brasil,1996) - Frutas do Conde, uvas rubis, tacho de cobre, jarra, cálice e garrafNatureza morta com frutas do conde, s.d.

Werner Levin (Alemanha, 1920 – Brasil, 1996)

óleo sobre tela, 55 x 83 cm





Nápoles, texto de Sra. Leandro Dupré

1 07 2015

 

 

(c) Compton Verney; Supplied by The Public Catalogue FoundationBaía de Napoles do Posilipo, c.1770

Pietro Fabris (Itália, ativo 1740-1792)

óleo sobre tela, 75 x 128 cm

Compton Verney, GB

 

 

“Às onze horas, o trem entrava na estação de Nápoles. O frio continua forte, mas há sol em Nápoles.

Vedere Napoli, poi morire“.  Essa frase sugestiva inventada por um sentimental num belo por do sol de uma tarde de primavera, não está adequada para um frio dia de inverno como hoje.  Nápoles é uma bela cidade, alegre, movimentada, cheia de vida. Tomei um automóvel e passei pelos lugares principais. As praias são bonitas, o Mediterrâneo é de um azul intenso, o porto cheio de chaminés de grandes e pequenos navios, as montanhas ao longe se confundem com o azul do céu; e de um lado, numa elevação, o Vesúvio lançava, para o ar, rolos de fumaça negra, vagaroso e concentrado, como um velho marinheiro sentado na porta de casa e cachimbando, enquanto o pensamento procura seguir o rasto da fumaça para países distantes, percorridos na mocidade. Tomei apartamentos no hotel Isotta-Genève, no quinto andar.  Através da janela, vejo o Vesúvio sempre fumegando. Passei a tarde dando um passeio pelo centro da cidade e, à noite não saí. A baía é encantadora, mas quem vem do Rio de Janeiro não pode achar encantos em outras baías.”

 

 

Em: O romance de Teresa Bernard, Sra. Leandro Dupré [Maria José Dupré], São Paulo, Ed. Brasiliense Ltda: 1945, 4ª edição, pp. 311-12





À tarde na varanda, poesia de Maria Thereza de Andrade Cunha

30 06 2015

 

José Maria Ribeiro,Paisagem, ost,1979, 50 x 40 cmPaisagem, 1979

José Maria Ribeiro (Brasil, contemporâneo)

óleo sobre tela, 50 x 40 cm

www.josemariaribeiro.com

 

 

À tarde, na varanda

 

 

Maria Thereza de Andrade Cunha

 

Desce,

sonora

como uma prece,

que canta e chora,

a voz do sino…

Seis horas. Voa

uma ave, a toa,

sem destino!…

Na serra em frente,

languidamente,

o sol desmaia.

A brisa bole

na folha mole

da samambaia,

que se despenca

da jarra.

Uma cigarra

chia, estridente.

Virente,

um pé de avenca,

num canto escuro

do muro,

dorme tranquilo.

Cricrila um grilo.

Rosas vermelhas,

despetaladas,

tombam cansadas.

Abelhas

voam ainda,

na tarde linda.

Das trepadeiras

pendem flores

de muitas cores.

Nuvens douradas

vão apressadas,

ligeiras…

Aonde irão?

— O vento as leva;

logo, na treva,

morrerão.

Nesse momento

o firmamento

é ouro e azul.

Taful,

a ramaria,

verde, se agita.

É o fim do dia.

Que luz bendita

nos alumia!

Depois, violeta

se há de tornar

a tarde

que arde.

— Pintor

pega a palheta,

por favor,

e vá copiar

na tela

a tarde bela!

…Tão colorida

que é a vida.

 

 

Em:  É primavera… escuta., Maria Thereza de Andrade Cunha, Rio de Janeiro, 1949, p.65-67.





Esmerado: Carteira em prata, Art Nouveau

30 06 2015

 

f7f24b13408c270401df6eaf981a023bCarteira italiana em prata decorada com lírio, 1900

Prata de lei, marca: Bolonha: 835

13 x 7,8 cm

Tadema Gallery

 

ITALIAN ART NOUVEAU 2 Interior da carteira.





Eu, pintor: Joan Miró

30 06 2015

 

 

miro20Auto-retrato, 1917

Joan Miró (Espanha, 1893-1983)

óleo sobre tela, 61 x 50 cm

Coleção Particular