Paisagem
Campos Ayres (Brasil, 1881 -1944)
óleo sobre tela, 60 x 86 cm
Paisagem
Campos Ayres (Brasil, 1881 -1944)
óleo sobre tela, 60 x 86 cm
Leitura para viagem
Esta semana que se inicia traz para o noticiário internacional o encontro anual do Foro Econômico Mundial que se reúne em Davos, na Suíça. O jornal The Guardian, do Reino Unido, publicou há uns dez dias as sugestões de leitura que tanto Bill Gates quanto Mark Zuckerberg deram para esta ocasião, baseadas no que eles estarão lendo durante o encontro. Achei interessante saber que o gol de Gates é ler pelo menos um livro por semana e o de Zuckerberg, ler um a cada duas semanas. Com tudo que esses empresários fazem, o ritmo de leitura é bastante puxado. Mas não é de surpreender, afinal, ambos — o segundo e o quarto empresários mais ricos do mundo — acreditam que o fato de lerem muito os levou ao sucesso.
São três sugestões de leitura, todas três já traduzidas para o português. Que beleza!

Ambos concordam que a leitura de Better Angels of Our Nature: Why Violence has Declined, do psicólogo Steven Pinker é leitura obrigatória para o mundo de hoje.
Outras sugestões:
The Gene: An Intimate History , do oncologista Siddhartha Mukherjee, também é sugestão de Bill Gates
Para uma boa distração, Zuckerberg sugere The Three-Body Problem do escritor chinês Liu Cixin, sugestão de Mark Zuckerberg.
No Brasil:
Os anjos bons da nossa natureza: por que a violência diminuiu, Steven Pinker, Cia das Letras: 2013, 1087 páginas
O gene: uma história íntima, Siddhartha Mukherjee, Cia das Letras: 2016, 656 páginas
O problema dos três corpos, Liu Cixin, Suma das Letras: 2016, 320 páginas
Então vamos aceitar essa lista? Lanço um desafio: ler pelo menos dois deles, sendo que um deles há de ser Os anjos bons da nossa natureza: por que a violência diminuiu, Steven Pinker.
Baía de Botafogo, RJ, 1978
Manuel Kantor (Argentina, 1911 -1993)
óleo sobre tela, 24 x 41cm
Hospital D. Luiz, Belém
José Léon Righini (Itália-Brasil, 1820 – 1884)
gravura
Jandaia amarela
A jandaia-amarela (Aratinga solstitialis) é uma ave natural do Brasil, encontrada na Amazônia. Também é conhecida por outros nomes, dependendo da região onde habita: jandaia-sol, cacaué, nandaia, nhandaia, queci-queci e quijuba. Pertence à família dos psitacídeos que possui três raças distintas, encontradas na Amazônia e em várias regiões do Brasil. Fazem ninhos em geral no final do verão em buracos de árvores ou palmeiras, mas podem ser encontradas em áreas urbanas ocasionalmente morando em postes. Gostam de comer coquinhos de diversas palmeiras, brotos, flores, folhas tenras e frutas. Tem o bico adaptado para partir e triturar sementes duras. Em geral crescem até os 31 centímetros de comprimento. Têm o bico negro e plumagem laranja, amarela e verde.
São comumente confundidas com periquitos. Mas a jandaia-amarela tem a plumagem das asas mais verde quando jovem, com tons amarelos e de um alaranjado intenso. Mas é uma ave da mesma família dos papagaios: psitacídeos. Também da mesma família são as araras e maitacas.
Jandaia amarela
No caminho de São Thomé das Letras, MG
Funchal Garcia (Brasil, 1889-1979)
óleos sobre tela, 74 x 100 cm
ROMANCISTA COMO VOCAÇÃO
Haruki Murakami
Alfagura: 2017, 168 páginas
SINOPSE
“Haruki Murakami é um dos mais conhecidos autores contemporâneos do Japão. Quando seus livros são lançados, a imprensa noticia filas enormes nas livrarias de Tóquio e traduções para mais de quarenta idiomas. Ícone da escrita fluida, Murakami transita bem em diversos estilos narrativos: ficção, ensaio, reportagem, nada parece estar fora de seu talento literário. Para abarcar toda essa multiplicidade, chega agora Romancista como vocação, uma série de proposições sobre a escrita, a literatura e a vida pessoal do recluso escritor. Escrito na linguagem acessível típica de Murakami, este livro é um convite a todos que desejam habitar o mundo dos romancistas, bem como uma declaração de amor ao ato da escrita.”
Pescaria, John Newton Howitt (1885 – 1958)Para não faltar o peixe,
Na mesa do nosso lar,
O pescador bem cedinho,
Sua rede atira no mar.
Em: 1001 Quadrinhas Escolares, Walter Nieble de Freitas, São Paulo, Difusora Cultural:1965
Arco do Telles, Praça XV de novembro
Eliseu Meneses de Lemos (Brasil, contemporâneo)
óleo sobre tela, 50 x 60 cm
Melancias e Janela, 1966
Djanira da Motta e Silva (Brasil, 1914 – 1979)
serigrafia a cores sobre papel, 50 x 33 cm
