Natureza morta com maçãs, 1947
Theodoro Meirelles (Brasil, 1916 — 2009)
óleo sobre tela, 60 x75cm
Natureza morta com maçãs, 1947
Theodoro Meirelles (Brasil, 1916 — 2009)
óleo sobre tela, 60 x75cm
Jarro de flores, 1954
Solange Botelho (Brasil, 1924 – 2014)
óleo sobre tela, 49 x 60 cm
Pedra da Gávea
Renina Katz ( Brasil, 1925)
serigrafia sobre papel, 50 x 70cm
Ilhabela, 2008
Sérgio Telles (Brasil, 1936)
óleo sobre madeira,38 x 46,5 cm
Paisagem com casinha rural e sapucaia
Virgílio Lopes Rodrigues (Brasil, 1863 – 1944)
óleo sobre madeira, 14 x 16 cm
Requinte, 2016
André Maurício (Brasil, 1985)
óleo sobre tela, 50 x 70 cm
Pausa do meio-dia
Alexandre Reider (Brasil, 1973)
Natureza morta, década de 1990
Colette Pujol (Brasil, 1913 – 1999)
óleo sobre tela, 81 x 65 cm
Relógio e Outeiro da Glória, 2016
Thiago Castro (Brasil, 1984)
acrílica sobre tela, 60 x 65 cm

Pedro Bandeira
O H é letra incrível,
muda tudo de repente.
Onde ele se intromete,
tudo fica diferente…
Se você vem para cá,
Vamos juntos tomar chá.
Se o sono aparece,
tem um sonho e adormece.
Se sai galo do poleiro,
pousa no galho ligeiro.
Se a velha quiser ler,
vai a vela acender.
Se na fila está a avó,
vira filha, veja só.
Se da bolha ele escapar,
Uma bola vai virar.
Se o bicho perde o H,
com um bico vai ficar.
Hoje com H se fala,
sem H é uma falha.
Hora escrita sem H,
ora bolas vai ficar.
H é letra incrível,
muda tudo de repente.
Onde ele se intromete,
tudo fica diferente…
Em: Mais respeito, eu sou criança, Pedro Bandeira, São Paulo, Moderna: 1994
