Monica e Magali sonham com os presentes de Natal, ilust. Mauricio de Sousa.
Papai Noel, bom velhinho,
neste Natal, sob a lua…
procure meu sapatinho
sobre a janela da rua!…
(Adelir Machado)
Papai Noel, bom velhinho,
neste Natal, sob a lua…
procure meu sapatinho
sobre a janela da rua!…
(Adelir Machado)
Primavera no campo, 1967
Zé Inácio (Brasil, 1911-2007)
[José Inácio Alves de Oliveira]
óleo sobre tela, 33 x 41 cm
Augusto Frederico Schmidt
Dia para quem ama
Dia límpido e claro!
O azul do céu, o azul da terra, o azul do mar!
Dia para quem é feliz e sem tormento
Dia para quem ama e não sofre de amor!
Dia para as felicidades inocentes!
Em mim a mocidade acordou violentamente
Porque o sol expulsou as trevas e inundou-me!
Uma pulsação de vida enche meu ser doentio e incerto.
Veja as água correndo
Vejo a vida e o espaço
Vejo as matas e as grandes cidades líricas
Vejo os vergéis em flor!
É a primavera! É a primavera!
Desejo de tudo abandonar e sair cantando pelos caminhos!
Em: Eu te direi as grandes palavras, Augusto Frederico Schmidt, Editora Nova Fronteira, 2ª edição, Rio de Janeiro: 1977, p. 56

Natureza Morta, 1948
Roberto Burle-Marx (Brasil, 1909-1994)
óleo sobre tela, 48 x 96 cm

Natureza morta
Ernesto de Fiori (Itália-Brasil, 1884 – 1945)
óleo sobre tela
Flores
Claudio Tozzi (Brasil, 1944)
acrílica sobre tela, 57 x 57 cm
Vaso com estrelícias e pássaro, 2005
Inos Corradin (Itália-Brasil, 1929)
óleo sobre tela, 50 x 50 cm
Leitor
Mary Viola Paterson ( Inglaterra,1899-1981)
desenho
“Escrevo porque me sinto descompensado em relação à realidade. Preciso de uma verdade fora de mim em que me agarrar. Me sinto defasado. A minha realidade interior vive abaixo do nível da realidade que me cerca. Para restabelecer o equilíbrio , num contacto normal com os demais seres humanos, tenho que escrever, porque a recriação da realidade pela imaginação, através da linguagem escrita, é a maneira que tenho de me comunicar. Há uma espécie de catarse naquilo que escrevo: para não precisar de me deitar no divã de um psicanalista. Se escrevi, por exemplo um livro com o título, A faca de dois gumes, pode ter sido para não esfaquear alguém.”
Em: O tabuleiro de damas: trajetória do menino ao homem feito, Fernando Sabino, Rio de Janeiro, Record: 1988, p.18.
Natureza morta com goiaba, pão, maçã, filtro e caneca, 2014
Marcio Camargo (Brasil, 1975)
óleo sobre tela, 60 x 60 cm
Jarro, frutas, xícara, potiche
Paulo Poli (Brasil, contemporâneo)
óleo sobre tela, 33 x 41 cm
Vaso verde, 1977
Carlos Heraldo Sörensen (Brasil, 1928 – 2008)
encáustica sobre tela, 35 x 27 cm
Vaso com Flores do Campo, 2016
Mauro Bandeira de Mello (Brasil, 1985)
óleo e acrílica sobre tela, 81 X 60 cm