Rio de sol, de céu, de mar…

19 04 2024

Paisagem, 2012

Vik Muniz ( Brasil, 1961)

Gravura, nº 7 Edição-10. 100 x 130 cm

 





Trova das lembranças

18 04 2024
Ilustração, Blanche Fisher Wright

 

São, com os ventos passantes,

plantadas como sementes.

Lembranças são diamantes,

eternas em nossas mentes!

 

(Rita Bernardete Sampaio Velosa)





Hoje é dia de feira: frutas e legumes frescos!

17 04 2024

Vida silenciosa com brioche

Jorge Mori (Brasil, 1932-2018)

óleo sobre placa, 24 x 40 cm

 

 

 

Natureza morta

Sylvio Karasavas (Brasil, 1905-1980)

óleo sobre tela, 60 x 100 cm





Rio de sol, de céu, de mar…

17 04 2024

Central do Brasil, 1961

Gastão Formenti (1894 – 1974)

óleo sobre tela, 72 x 60 cm





Nossas cidades: Brasília

16 04 2024

Vista de Brasília, Ponte JK

Armando Romanelli (Brasil, 1945)

aquarela sobre papel, 47 x 32 cm





Veja que boa recomendação!

16 04 2024

 

 





Flores para um sábado perfeito!

13 04 2024

Hortênsias

C. Attilio (Itália-Brasil, 1901-1973)

óleo sobre tela, 107 x 81 cm

 

 

 

 

Hortênsias, 1945

Leopoldo Gotuzzo (Brasil, 1887 – 1983)

óleo sobre madeira, 52 x 70 cm

 





Rio de sol, de céu, de mar…

12 04 2024

Passeio Público, 1937

Milton Dacosta (Brasil, 1915-1988)

óleo sobre tela, 26 x 35 cm





O escritor no museu: Raul Bopp

9 04 2024

Retrato de Raul Bopp, c. 1935

Cândido Portinari ( Brasil, 1903-1962)

óleo sobre tela, 46 x 54 cm





O gato vaidoso, Monteiro Lobato

9 04 2024

Companheiros de casa, 2003

Reynaldo Fonseca (Brasil, 1925-2019)

óleo sobre tela

 

 

 

 

O gato vaidoso

 

Monteiro Lobato

 

Moravam na mesma casa dois bichanos, iguais no pelo mas desiguais na sorte. Um, pela dona, dormia em almofadões. Outro, no borralho. Um passava a leite e comia no colo pela mão da senhora. O outro por feliz se dava com espinhas de peixe colhidas no lixo.

Certa vez cruzaram-se no telhado e o bichano de luxo arrepiou-se todo dizendo:

— Passa de largo, vagabundo! Não vês que és pobre e eu rico? Que és gato de cozinha e eu, de salão? Respeita-me, pois, e passa de largo…

— Alto lá, senhor orgulhoso!  Lembra-te que somos irmãos, criados no mesmo ninho.

— Sou nobre! Sou mais que tu!

— Em quê? Não mias como eu?

— Mio.

— Não caças rato como eu?

— Caço.

— Não comes rato como eu?

— Como.

— Logo, não passas de um simples gato igual a mim. Abaixa, pois, a crista desse orgulho idiota e lembra-te que mais nobreza do que eu não tens — o que tens é aoenas um bocado mais de sorte…

Quantos homens não transformam em nobreza o que não passa de um bocado mais de sorte na vida!

 

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Em: Fábulas, São Paulo, Brasiliense: 1956, p. 155