Natureza morta, 1952
Alberto da Veiga Guignard (Brasil, 1896-1962)
óleo sobre tela, 37 x 46 cm
Jarro, planta e frutas, 1962
Aldo Bonadei (Brasil, 1906-1974)
óleo sobre tela, 60 x 72 cm
Natureza morta, 1952
Alberto da Veiga Guignard (Brasil, 1896-1962)
óleo sobre tela, 37 x 46 cm
Jarro, planta e frutas, 1962
Aldo Bonadei (Brasil, 1906-1974)
óleo sobre tela, 60 x 72 cm
Paula Brito
Amo-te… e de te amar não me arrependo,
Bem que seja este amor, amor perdido!
Oh! se nunca te houve conhecido,
No fogo, em que ardo, não vivera ardendo!
Vejo o que fazes, e estou nisso vendo
Rasgos de amor de um coração ferido!
Também amei, também tenho sofrido,
Amo também, também estou sofrendo!…
Não me queixo de ti, não, certamente;
O teu futuro, por teu mal, te obriga
Ao penoso martírio do presente!
Aqui tens a razão que a ti me liga:
“Se te sigo, me pedes que me ausente;
Se me ausento, me pedes que te siga!…”
Em: Poesias, Francisco de Paula Brito, Rio de Janeiro, 1863, edição digitalizada, Biblioteca Nacional.
PS: atualizei ao máximo a ortografia que já mudou muito nestes últimos 150 anos.
“No ônibus, Satoshi tentava esvaziar a mente para buscar o sono. Quando percebeu que não conseguiria dormir, retornou a poltrona para uma posição com menor inclinação, abriu uma fresta da cortina e passou quase todo o trajeto , de pouco mais de nove horas, observando o que era possível na madrugada de quase lua cheia. Com a cabeça reclinada no encosto da poltrona, via a paisagem noturna obliquamente. Os morros distantes eram manchas escuras, e deles se viam apenas os contornos delineados em função do firmamento clareado pela lua. As árvores mais próximas surgiam e desapareciam na velocidade controlada pelo pé do motorista. As imagens imediatas eram mais visíveis, mas a cada instante eram consumidas pelo movimento do ônibus e do tempo, enquanto a paisagem distante, teimava em suas retinas insistindo em ficar.” […]
Em: Ojiichan, Oscar Nakasato, São Paulo: Fósforo, 2024.
Flores, 2022
João Bernardi (Brasil, 1953)
aquarela sobre papel
Vaso com flores, 1990
Milan Horvat (Sérbia-Brasil, 1946)
óleo sobre tela, 73 x 50 cm
Vendedor de Frutas, 1925
Tarsila do Amaral (Brasil, 1886-1973)
óleo sobre tela, 108 x 84 cm
Museu de Arte Moderna, Rio de Janeiro
Baiana
Ivan da Silva Moraes (Brasil, 1936-2003)
óleo sobre tela, 99 x 81 cm
Melancia, 1995
Gustavo Rosa (Brasil, 1946-2013)
óleo sobre tela, 40 x 50 cm
Melancia
Pedro Alexandrino (Brasil, 1856-1942)
óleo sobre tela, 40 x 50 cm
A casa rosa, Vassouras, RJ, 1998
Henrique Laurindo (Brasil, contemporâneo)
óleo sobre eucatex, 58 x 49 cm