Dorme, dorme, bonequinha… poesia infantil de Corrêa Júnior

26 09 2024
Ilustração Helen Jackson, 1893

 

 

Dorme, dorme, bonequinha

 

Corrêa Júnior

 

Dorme, dorme, bonequinha,
que a Noite já vai chegar,
com o mais lindos dos sorrisos
para o teu sono embalar!

 

Dorme, dorme, bonequinha,
que a Mamãe já vai chegar,
com a mais doce das cantigas,
para o meu sono embalar !

Em: Barquinho de papel: poesias Infantis, Corrêa Júnior, 1961





Hoje é dia de feira: frutas e legumes frescos!

25 09 2024

Cajus, 1915

Henrique Bernardelli (Chile-Brasil, 1857-1936)

óleo sobre tela, 40 x 55 cm

 

 

Verduras e cesto sobre a mesa

José Lima (Brasil, 1910-1980)

óleo sobre tela. 65 x 80 cm





Nossas cidades: Campinas

24 09 2024

Ipê roxo no meio da Avenida Orozimbo Maia, Campinas, SP

Helena Ohashi (Brasil, 1895-1966)

óleo sobre tela, 30 X 40cm.





Paisagens brasileiras…

22 09 2024

Guarapocaia, Ilha Bela

Arlindo Castellane di Carli (Brasil, 1910 – 1985)

óleo sobre eucatex – 40 x 67 cm

 

 

Ilha de Paquetá com Baía de Guanabara ao fundo,1947

José Medeiros  (Brasil, ? – ?)

óleo sobre madeira,  32 x 44 cm

 

 

Marinha

Rodolfo Weigel (Brasil,1907 1987)

óleo sobre eucatex,  40 x 30 cm





Na boca do povo: escolha de provérbios populares

20 09 2024
Lobinho tenta acordar, seu pai, Lobão.  Ilustração Walt Disney Studios.

 

 

“A preguiça anda tão devagar que a miséria alcança.”




Hoje é dia de feira: frutas e legumes frescos!

18 09 2024

Natureza morta, 1952

Alberto da Veiga Guignard (Brasil, 1896-1962)

óleo sobre tela, 37 x 46 cm

 

 

 

Jarro, planta e frutas, 1962

Aldo Bonadei (Brasil, 1906-1974)

óleo sobre tela, 60 x 72 cm

 





Nossas cidades: Curitiba

17 09 2024

Parque Barigui, Curitiba, 1981

Celso Coppio (Brasil,1952)

óleo sobre eucatex, 40 x 50cm





Soneto LXXII, de Paula Brito

16 09 2024
Ilustração de Walter Crane, 1878

 

 

Soneto LXXII

 

Paula Brito

 

“Quem pode ver-te sem querer amar-te!
Quem pode amar-te sem morrer de amores!…
(Maciel Monteiro)

 

 

Amo-te… e de te amar não me arrependo,

Bem que seja este amor, amor perdido!

Oh! se nunca te houve conhecido,

No fogo, em que ardo, não vivera ardendo!

 

Vejo o que fazes, e estou nisso vendo

Rasgos de amor de um coração ferido!

Também amei, também tenho sofrido,

Amo também,  também estou sofrendo!…

 

Não me queixo de ti, não, certamente;

O teu futuro, por teu mal, te obriga

Ao penoso martírio do presente!

 

Aqui tens a razão que a ti me liga:

“Se te sigo, me pedes que me ausente;

Se me ausento, me pedes que te siga!…”

 

 

Em: Poesias, Francisco de Paula Brito, Rio de Janeiro, 1863, edição digitalizada, Biblioteca Nacional.

PS: atualizei ao máximo a ortografia que já mudou muito nestes últimos 150 anos.





Voltando para casa de ônibus, texto de Oscar Nakasato

16 09 2024
Anúncio dos pneus GoodYear Airfoam, 1944.

 

 

 

“No ônibus, Satoshi tentava esvaziar a mente para buscar o sono. Quando percebeu que não conseguiria dormir, retornou a poltrona para uma posição com menor inclinação, abriu uma fresta da cortina e passou quase todo o trajeto , de pouco mais de nove horas, observando o que era possível na madrugada de quase lua cheia. Com a cabeça reclinada no encosto da poltrona, via a paisagem noturna obliquamente. Os morros distantes eram manchas escuras, e deles se viam apenas os contornos delineados em função do firmamento clareado pela lua. As árvores mais próximas surgiam e desapareciam na velocidade controlada pelo pé do motorista. As imagens imediatas eram mais visíveis, mas a cada instante eram consumidas pelo movimento do ônibus e do tempo, enquanto a paisagem distante, teimava em suas retinas insistindo em ficar.” […]

 

 

Em: Ojiichan, Oscar Nakasato, São Paulo: Fósforo, 2024.





Flores para um sábado perfeito!

14 09 2024

Flores, 2022

João Bernardi (Brasil, 1953)

aquarela sobre papel

 

 

 

Vaso com flores, 1990

Milan Horvat (Sérbia-Brasil, 1946)

óleo sobre tela, 73 x 50 cm