
Lagoa Rodrigo de Freitas, 1894
João Baptista da Costa (Brasil, 1865-1926)
óleo sobre madeira, 25 x 61 cm

Lagoa Rodrigo de Freitas, 1894
João Baptista da Costa (Brasil, 1865-1926)
óleo sobre madeira, 25 x 61 cm
Há tempos eu não trago o verde do meu bairro para o blog. Esteve por muitos anos entre as postagens favoritas daqui. Em parte porque meu telefone antigo, o que uso para andar na rua, não produz mais fotos tão boas pelos padrões de hoje, e nas horas em que geralmente ando pela cidade, no calor que tem feito, as ruas estão mais desertas. Também porque ando vendo muito do mesmo nas ruas por que ando aqui no meu canto do Rio de Janeiro. Ontem, olhando para cima, eu me deparei com as flores em forma de longos dedos cobertos de florzinhas vermelhas, nessa árvore no Posto 6 de Copacabana na divisa com Ipanema. Custei a achar seu nome. Acabei consultando uma amiga bem mais versada no assunto. Essa é a Schefflera actinophylla, conhecida no Brasil como árvore guarda-chuva, árvore-polvo, brassaia, cheflerão.
Fiquei surpresa de ser uma Schefflera. Porque as Scheffleras que eu conhecia até hoje eram arbustos. Na verdade, tive uma em vaso, dentro de casa nos Estados Unidos, por mais de 20 anos. Ela cresceu até uns 150 cm. Mas nunca deu flor, e nunca soube que daria flor.
Apesar de sua aparência tropical não é natural do Brasil. É nativa das florestas tropicais chuvosas da Austrália, Nova Guiné e Java. Minha pesquisa na internet me diz que é usada principalmente como árvore decorativa de grandes jardins. Aqui em Copanema [nome dado pelos moradores a esse quase bairro de Copacabana e Ipanema] ela tem características de que não foi plantada como parte do planejamento urbano da cidade, mas por algum morador, que a plantou em espaço deixado por outra árvore que morreu.
Muitos talvez não saibam que as ruas da cidade têm árvores que dão sombra, regularmente plantadas pela prefeitura, principalmente nos bairros da zona sul. Essa aqui parece não estar muito feliz, parece estar um tantinho estressada, principalmente quando comparamos com uma árvore dessas bem tratada como a da foto abaixo. Mas enfeita esse canto do Rio de Janeiro.
Natureza morta, 1947
Christina Balbão (Brasil, 1917-2007)
pastel sobre papel, 48x66cm
UFRGS
Objetos sobre a mesa, 2004
Victor Arruda (Brasil, 1947)
óleo sobre tela, 130 x 110 cm
Paisagem com casario em Caxambu, MG, 1952
Virgílio Tenório Filho (Brasil, ?)
óleo sobre madeira, 29 x 35 cm
Beryl
Emiliano Di Cavalcanti (Brasil, 1897-1976)
óleo sobre tela, 71 X 58 cm
Figura femina, 1961
Edgar Oehlmeyer (Brasil, 1909-1967)
óleo sobre placa, 40 x 30 cm
Figura feminina, 2018
Ney Cardoso (Brasil, contemporâneo)
óleo sobre tela, 74 x 65 cm
Camponesa, 1927
Rodolpho Amoêdo (Brasil,1857-1941)
óleo sobre cartão, 23 x 18 cm
Figura Feminina, 1952
Samson Flexor (Moldávia-Brasil, 1907-1971)
óleo sobre tela, 100 x 80 cm
Figura feminina, 1958
Alberto da Veiga Guignard (Brasil, 1896-1962)
óleo sobre tela, 74 X 61cm
Hanna Andersen com cachorrinho no colo
Alfred Andersen (Noruega-Brasil, 1860-1935)
óleo sobre tela, 61 X 47 cm
Figura feminina
Antonio Gomide (Brasil, 1895-1967)
óleo sobre madeira, 30 x 22 cm
A jovem com chapéu de plumas, 1887
Augusto Duarte (Brasil,1848-1888)
óleo sobre madeira, 32 X 24 cm
Mulher com leque, Bahia, 1953
Tadashi Kaminagai (Japão-França, 1899-1982)
óleo sobre tela, 73 x 60 cm
Figura de mulher, 1956
Oswaldo Teixeira (Brasil, 1905 – 1974)
óleo sobre tela, 65 x 55 cm
Mercedes, 1943
Iberê Camargo (Brasil, 1914-1994)
óleo sobre tela, 46 x 42 cm
Retrato de mulher, década de 1890
João Timótheo da Costa (Brasil, 1879-1932)
óleo sobre tela, 56 x 56 cm
Sem título, 2013
Lucia Helena Redig de Campos (Brasil, contemporânea)
óleo sobre tela, 50 x 70 cm

O indiferente, 1717
Jean-Antoine Watteau (França, 1684-1721)
óleo sobre madeira, 26 x 19 cm
LOUVRE
“Podia ir para um lado e podia ir para o outro, como o aristocrata do quadro de Watteau, um jovem de sapatos de fivela e roupa de seda. Tinha os braços frouxamente abertos e se chamava O Indiferente. O tom azul da roupa era delicado como o tom rosa da capa aberta no braço, forrada também de azul. E ele se oferecia a ensaiar um passo de dança, com uma displicência igual à da capa atirada no braço, a flexível capa de duas faces, podia usá-la no avesso.”
Em: Verão no aquário, Lígia Fagundes Telles, Cia das Letras: 2010
Rio de Janeiro, baía da Guanabara
Angelo Cannone (Itália-Brasil, 1899-1992)
óleo sobre eucatex, medindo 18 x28 cm.

Banda de Ipanema, 2004
Camilo Eduardo Tavares (Brasil, 1932)
óleo sobre tela, 40 x 30 cm
Goiabas de meu quintal, 1982
Quirino Campofiorito (Brasil, 1902-1993)
óleo sobre tela colada sobre madeira industrializada, 15 x 61 cm
Limões
Cleusa Soares (Brasil, 1950)
óleo sobre tela, 15 cm x 55 cm