Fim do horário de verão!

16 02 2014

soneca 15Anjinho dorme,Ilustração de Maurício de Sousa

Fim do horário de verão.  Atrase o seu relógio, uma hora.  Pode aproveitar para dormir mais um pouquinho!  Bom domingo!





Flores para um sábado perfeito!

15 02 2014

Roberto Magalhães (1940) Flores e insetos, 1999, ost, 100x100Flores e insetos, 1999

Roberto Magalhães (Brasil, 1940)

óleo sobre tela, 100 x 100 cm

 





Perucas: a vaidade dos homens não é de hoje!

14 02 2014

117375-004-F79CE7D4Retrato do rei Luis XIV, c. 1655

Charles Le Brun (França, 1619-1690)

óleo sobre tela,

Museu do Louvre

Quando pensamos em porta-bandeiras de escolas de samba, no Carnaval carioca, imaginamos um casal em roupagem do século XVIII, ambos usando perucas brancas. Em geral, o século XVIII é associado às perucas.  Mas esquecemos que elas eram usadas ​​principalmente por  homens.

As perucas foram introduzidas na corte francesa, no século XVII, quando o rei Luís XIII da França (1610-1643), que tinha deixado seu próprio cabelo crescer em longos cachos, começou a ficar careca, muito cedo ainda com 23 anos de idade.

Os cortesãos logo, logo imitaram a moda, usando perucas que se assemelhassem às do rei da França.  E com isso estabeleceram uma moda que se espalhou para além das fronteiras francesas, atravessou o Canal da Mancha e se estabeleceu na Inglaterra durante o período da Restauração de Charles II (1660s-80s).

As perucas usadas por Luís XIV da França, que tinham bastante cabelo próximo aos ombros, precisavam do cabelo de aproximadamente dez cabeças para completar uma única peruca. O custo dessas perucas era considerável.  E o uso diário de uma peruca bem cheia como as do rei era  proibitivo.  Mas os homens precisavam ter muito cuidado para não perder as perucas e, sobretudo para evitar que elas fossem roubadas.  Havia golpes típicos a homens andando na rua: um ladrão distraía o portador da peruca enquanto outro passava rapidinho e arrancava a peruca e saía correndo.

Com o passar do tempo diferentes estilos de peruca começaram a ser associados com diferentes profissões.  E o uso da peruca passou a ser norma para os homens das classes alta e média.

A peruca masculina tornou-se um grande negócio, no século XVIII. Não era mais uma afetação aristocrática, ou usada apenas por determinados grupos profissionais não-aristocráticos, como juízes, advogados e clérigos.  A peruca não se limitava aos homens na cidade, mas se espalhou pelas aldeias e vilarejos.  Cada cidade passou a ter um ou mais mestres peruqueiros.

 

 Em compensação, as mulheres do século XVIII raramente usavam perucas inteiras.





Hoje é dia de feira: frutas e legumes frescos

12 02 2014

Manabu Mabe, nat mort com bananasNatureza morta com bananas, 1952

Manabu Mabe (Japão 1924-Brasil, 1997)

óleo sobre tela

Museu Nacional de Belas Artes





Nossas cidades — Vitória

10 02 2014

INIMÁdePaula(1918-1999)BairroVilaRubim,Vitória,1998,ost,65x81Bairro Vila Rubim, Vitória, 1998

Inimá de Paula (Brasil, 1918-1999)

óleo sobre tela, 65 x 81 cm





Domingo, um passeio no campo!

9 02 2014

Holmes Neves - Paisagem Mineira - 1984 - O.S.T - a.c.i.d. - 50x61 cmPaisagem mineira, 1984

Holmes Neves (Brasil, 1925)

óleo sobre tela, 50 x 61 cm





Flores para um sábado perfeito!

8 02 2014

Colette Pujol (1913-1999) - Vaso de flores - Óleo sobre tela - 80 x 60 cm - carimbo do Salão Nacional de Belas Artes de 1959Vaso de flores, c. 1959

Colette Pujol (Brasil, 1913-1999)

óleo sobre tela, 80 x 60 cm





Na boca do povo: escolha de provérbio popular

7 02 2014

sapos felizes  Sylvie DaigneaultSapos felizes, ilustração Sylvie Daigneault.

“Em terra de sapo, de cócoras com ele.”





Hoje é dia de feira: frutas e legumes frescos

5 02 2014

HENRIQUE SANT'ANNA (1958)Maças VI, o.s.t. - 70 x50 cm. Ass. e dat. 89Maçãs IV, 1989

Henrique Sant’Anna (Brasil, 1958 )

óleo sobre tela, 70 x 50 cm

 





Pode entrar, que a casa é sua — poesia de Djalma Andrade

4 02 2014

Casario e igrejas em Ouro Preto, MG, 1963

Luiz de Almeida Júnior ( Brasil 1894-1970)

óleo sobre tela  50 x 60cm

Pode entrar, que a casa é sua

-(

Djalma Andrade

Minas… Igrejas e sinos
De sons puros, cristalinos…
Pompas… Passado de glórias…
Cidades velhas, velhinhas,
Com ternura de avozinhas,
Que contam lindas histórias.

Minas… As velhas fazendas
Cheias de casos e lendas
De uma era sombria, escura…
E Minas das claras fontes,
Dos rasgados horizontes,
Minas do pão, da fartura.

Minas… as longas estradas
Nos duros morros cravadas…
Gente forte à luta afeita!
Carros gemendo e cantando,
Serras e montes galgando,
Na alegria da colheita.

Minas… Repiques festivos,
A banda, dobrados vivos
Rompe com fúria infernal…
Foguetes, o largo cheio…
Todo o povo alegre veio
Para a festa no arraial.

Minas… É o lar que se agita
Gente de fora, visita,
Todos à porta da rua…
Sorriso franco e bondoso,
Lá dentro o café cheiroso:
– Pode entrar, que a casa é sua.

Djalma Andrade (Congonhas, MG, 1871-1975)