Quadrinha das rosas

28 04 2014

product_9850Ilustração de Tito Corbella.

Por querer abrir caminhos

segui à risca esta lei:

fui retirando os espinhos

das rosas todas que dei!…


(Maria Helena O. Costa)





Nossas cidades — Alcântara

28 04 2014

Ivan Marquetti, Rua Grande – Alcântara, 1979,ost,75 x 95Rua Grande, Alcântara, 1979

Ivan Marquetti (Brasil, 1941-2004)

óleo sobre tela, 75 x 95 cm





Domingo, um passeio no campo!

27 04 2014

Roberto Gil, Serra de Petrópolis, ose,1962,30 x 37 cmSerra de Petrópolis, 1962

Roberto Gil (Brasil, 1899-1990)

óleo sobre eucatex, 30 x 37 cm





Flores para um sábado perfeito!

26 04 2014

Kuno Schiefer., Orquídea, ost, 1983, 100x 100Orquídea, 1983

Kuno Schiefer (Alemanha, 1948 – Brasil, 1992)

óleo sobre tela, 100 x 100 cm





Em três dimensões: Bruno Giorgi

26 04 2014

Bruno Giorgi-Os_CandangosOs guerreiros, 1959

[Os candangos]

Bruno Giorgi (Brasil, 1905-1993)

Bronze, 8 metros de altura

Praça dos Três Poderes, Brasília





Rio de Janeiro a caminho dos 450 anos!

25 04 2014

Artur_Timóteo_da_Costa_-_Passeio_Público,_1919, ost,PESPPasseio Público, 1919

Arthur Timótheo da Costa (Brasil, 1882-1922)

óleo sobre tela

PESP — Pinacoteca do Estado de São Paulo





Palavras para lembrar — Samuel Butler

24 04 2014

Maureen Hyde  (EUA)esperanEsperando um amigo

Maureen Hyde (EUA, contemporânea)

www.maureenhyde.com

“Livros são almas aprisionadas até que alguém os tire de uma prateleira e os liberte.”


Samuel Butler





Na boca do povo: escolha de provébio popular

24 04 2014

manhã, galo Randolph_Caldecott_illustration2Manhã, ilustração de Randolph Caldecott.

“Não é por muito madrugar que amanhecerá mais cedo.”





Maria-sem-tempo, texto de Domício da Gama

24 04 2014

TEIXEIRA, Oswaldo,Mulher,osm, 1965,55 x 43 cmMulher, 1965

Oswaldo Teixeira (Brasil, 1905-1974)

óleo sobre madeira, 55 x 43 cm

Maria-sem-tempo

Domício da Gama

Era magra, pequena, escura. Tinha a extrema humildade dos que vivem longos anos sob o céu destruidor, sem pensar ao menos em resistir à sorte, com a passividade inerte da folha que o vento rola pelos caminhos. Era assim mirrada e seca e sombria, como se tivesse perdido a seiva ao ardor dos estios, como se guardasse das noites sem estrelas o negrume cada vez mais denso.

Era louca, porque só tinha uma idéia, e a criatura humana pode não ter idéias, mas não pode ter uma só. A sua era o angustioso desassossego das maternidades malogradas. Perdera um filho e o procurava. Andava pelos caminhos para buscá-lo e só levantava a voz para chamá-lo, ansiosamente, carinhosamente: “Luciano! Meu filho!…” E escutava longo tempo por trás nas cercas, no aceiro dos matos, à entrada dos terreiros das fazendas, nos desertos e nos povoados, onde quer que a levasse a sua dolorosa esperança. Aquela figura miserável, toda feita num gesto indagador, com a mão abrigando os olhos, à espreita, ou levantando o xale que lhe encobria a cabeça de cabelos hirtos, para ouvir melhor a resposta ideal, aquela encarnação de um desejo sempre iludido enturvava o esplendor do mais radioso meio-dia.

Em: Flor do Lácio,[antologia]  Cleófano Lopes de Oliveira, São Paulo, Saraiva: 1964; 7ª edição. (Explicação de textos e Guia de Composição Literária para uso dos cursos normais e secundário), p. 99





Hoje é dia de feira: frutas e legumes frescos

23 04 2014

Paulo Pedro Leal (1894-1967)Cesto de frutasÓleo sobre madeira31 x 50 cmFrutas, s.d.

Paulo Pedro Luis (Brasil, 1894-1967)

óleo sobre madeira, 31 x 50 cm