O indiferente, de Watteau, pelos olhos de Lígia Fagundes Telles

1 03 2025

O indiferente, 1717

Jean-Antoine Watteau (França, 1684-1721)

óleo sobre madeira, 26 x 19 cm

LOUVRE

 

 

 

“Podia ir para um lado e podia ir para o outro, como o aristocrata do quadro de Watteau, um jovem de sapatos de fivela e roupa de seda. Tinha os braços frouxamente abertos e se chamava O Indiferente. O tom azul da roupa era delicado como o tom rosa da capa aberta no braço, forrada também de azul. E ele se oferecia a ensaiar um passo de dança, com uma displicência igual à da capa atirada no braço, a flexível capa de duas faces, podia usá-la no avesso.”

Em: Verão no aquário, Lígia Fagundes Telles, Cia das Letras: 2010





Rio de Janeiro: 460 anos de cidade maravilhosa!

1 03 2025

Rio de Janeiro, baía da Guanabara

Angelo Cannone (Itália-Brasil, 1899-1992)

óleo sobre eucatex, medindo 18 x28 cm.





Vento do mar e o sol no meu rosto a queimar…

28 02 2025

Banda de Ipanema, 2004

Camilo Eduardo Tavares (Brasil, 1932)

óleo sobre tela, 40 x 30 cm





Novas escavações em Pompeia revelam importante procissão dionisíaca!

27 02 2025
O friso na Casa de Thiasus em Pompéia. Foto cortesia do Parque Arqueológico de Pompéia.

 

 

Um friso de uma longa procissão, representando uma bacanal foi descoberto em Pompeia.  Grande, ele cobre três paredes de um salão de banquetes.  Esses grandes afrescos mostram bacantes, que eram mulheres seguidoras de Baco, o deus do hedonismo.  Elas aparecem como caçadoras e dançarinas, acompanhadas de sátiros tocando flauta, bebendo vinho, em festa.  Há também uma figura feminina ao lado de Sileno, que era o mentor de Dionísio. Essa figura feminina tem uma tocha que é um símbolo de alguém iniciada no ritual dionisíaco. Completando a decoração vemos diversos animais marinhos por entre as figuras.

 

Detalhe do friso na Casa del Tiaso em Pompeia. Foto cortesia do Parque Arqueológico de Pompéia.

 

Os afrescos são parte da decoração da Casa del Tiaso ou Casa de Thiasus, localizada na Regio IX de Pompeia.  O nome Casa de Tiaso foi dado pelos arqueólogos, porque esse era associado à comitiva dos seguidores de Dionísio.  O culto a Dionísio  exigia que os iniciados participassem de um um ritual específico para entrada no culto, e a oportunidade de conhecer os segredos da seita, que eram guardados pelos membros desse grupo.

 

Friso de Dionísio na Casa del Tiaso, em Pompeia.

 

Pompeia era uma cidade rica e está cheia de afrescos coloridos que demonstram a riqueza daqueles que ali moravam.  Este friso é mais raro.  A única outra pintura mural que representa cerimônia dionisíaca conhecida no local está na Vila dos Mistérios nos subúrbios de Pompeia, descoberto em 1919. 

As escavações na Regio IX, cobrem 3.200 metros quadrados;  Elas estão em andamento desde fevereiro de 2023 e já revelaram 50 novos cômodos, uma padaria, uma lavanderia e, mais recentemente, um complexo de banhos de luxo .

Artigo baseado em publicação do Smithsonian Magazine, deste mês: fevereiro de 2025.





Hoje é dia de feira: frutas e legumes frescos!

26 02 2025

Goiabas de meu quintal, 1982

Quirino Campofiorito (Brasil, 1902-1993)

óleo sobre tela colada sobre madeira industrializada, 15 x 61 cm

 

 

 

Limões

Cleusa Soares (Brasil, 1950)

óleo sobre tela, 15 cm x 55 cm





Nossas cidades: Ubatuba

25 02 2025

Casarão em Ubatuba, 1941.

Alfredo Oliani (Brasil, 1906-1988)

aquarela sobre papel,  28 x 38 cm





Eu, pintor: José Pancetti

24 02 2025

Autorretrato, 1957

José Pancertti (Brasil, 1902 -1958)

óleo sobre tela, 26 x 21 cm.





Trova do Pierrô

24 02 2025

Pierrot com violão

Adelson do Prado (Brasil, 1944 -2013)

acrílica sobre tela, 38 x 46 cm

 

Triste vida a do Pierrô:
sofrer pela Colombina,
que, nos braços de Arlequim,
ri de sua triste sina!

 

(Paluma Filho)





Flores para um sábado perfeito!

22 02 2025

Helicônias

Georgina de Albuquerque (Brasil, 1885- 1962)

óleo sobre tela, 72 x 58 cm

 

 

 

Vaso com Helicônias, 1950

Gilberto Trompowsky (Brasil, 1912-1982)

óleo sobre tela, 81 x 65 cm

 





Imagem de leitura: Rupert Bunny

21 02 2025

Hilda, a irmã do pintor, lendo, 1890

Rupert Bunny (Austrália, 1864-1947)

óleo sobre placa, 24 x 15 cm