Igreja de Nossa Senhora do Rosário, Embu, SP, 1953
[Hoje museu da cidade]
Ottone Zorlini (Itália/Brasil, 1891-1967)
Aquarela sobre papel, 18 x 24 cm
Igreja de Nossa Senhora do Rosário, Embu, SP, 1953
[Hoje museu da cidade]
Ottone Zorlini (Itália/Brasil, 1891-1967)
Aquarela sobre papel, 18 x 24 cm
Robert Lewis Reid (EUA, 1862-1929)
óleo sobre tela, 111 x 90 cm
Coleção Particular
Manoel Martins Menacho (Brasil, 1926-2011)
óleo sobre tela colado em placa, 40 x 50 cm
Frank Weston Benson (EUA, 1862-1951)
óleo sobre tela, 64 x 76 cm
Museu de História Natural de Los Angeles
Nádia Braga (Brasil, contemporânea)
óleo sobre tela, 30 x 40 cm
Edmund Tarbell (EUA, 1862-1938)
óleo sobre tela, 81 x 72 cm
Museu de Belas Artes, Boston
Sérgio Telles (Brasil, 1936)
óleo sobre tela, 73 x 116 cm
Joan Miró (Espanha, 1893-1983)
óleo sobre tela, 66 x 90 cm
Albright-Knox Art Gallery, Buffalo
♦ Miró declara que não pode separar a poesia da pintura. Rompe a linha convencional do discurso realista, criando a sigla, o número plástico, a alusão.
♦ Exorciza o lado mecânico do nosso tempo. Organizando a infância futura, consegue, em todos os casos, conciliar sonho e disciplina racional.
♦ Sacrifica a quantidade da informação à qualidade lírica, a espessura à sutileza.
♦ Nem surrealista, nem abstrato ortodoxo, escapa às etiquetas.
♦ Sabe que o mundo através de seus sistemas gastos impede por exemplo o pássaro de telegrafar à pedra; impede as estrelas de jogarem aos dados; a formiga de pedir a palavra; um cachorro de puxar aquela moça por um cordel.
♦ Encontrei Miró em Paris, Barcelona, Palma de Maiorca, Roma. Vi-o, artesão refinado, atento à transposição da forma, ao limite do objeto. Traduz a cenografia do mar, decifra o enigma da bola, do peixe, do triângulo. Põe o cosmo no bolso. Calígrafo, criador de signos, invencível inventor.
♦ Miró extrai o maravilhoso da coisa imediata, visível; transforma em realidade a faixa onírica.
1973
Em: Transístor, Murilo Mendes, Rio de Janeiro, Nova Fronteira: 1980,pp. 224-25.
Susan M. Stern (EUA, contemporânea)
óleo sobre placa, 15 x 15 cm
Martins Fontes, [José Martins Fontes](Brasil, 1884-1937) do poema Incoerência, no livro Paulistânia, 1934.
Paule Gobillard à la potiche, 1889
Berthe Morisot (França, 1841-1895)
Coleção Particular
Em exposição temporária no Museu Marmottan, Paris







