Domingo, um passeio no campo!

2 08 2015

 

 

DI CAVALCANTI, Emiliano (1897-1976) - Paisagem de Petrópolis, o.s.t. - 35 x 28 cm. Assinado cie e verso, datado 1963 e localizado Petrópolis.Paisagem de Petrópolis, 1963

Emiliano Di Cavalcanti ( Brasil, 1897-1976)

óleo sobre tela, 35 x 28 cm





Imagem de leitura — Alson Skinner Clark

1 08 2015

 

 

Alson Skinner Clark (1876-1949) At the saint Lawrence, osm, 1916, 25 x 20cmNo Saint Lawrence, 1916

Alson Skinner Clark (EUA,  1876-1949)

óleo sobre madeira, 25 x 20 cm





Flores para um sábado perfeito!

1 08 2015

 

MARQUES JUNIOR (1887 - 1960) - Flores - ost - 47 x 32 - datado 1957Flores, 1957

Augusto José Marques Júnior (Brasil, 1887-1960)

óleo sobre tela, 47 x 32 cm





Rio de Janeiro, comemorando 450 anos!

31 07 2015

 

FERNANDO CORRÊA E CASTRO (1933). Jardim do Palácio do Catete - Rio, óleo stela, 27 X 35.Jardim do Palácio do Catete

Fernando Corrêa e Castro (Brasil, 1933)

óleo sobre tela, 27 x 35 cm





Eu, pintor: Gustave Courbet

31 07 2015

 

 

Gustave_Courbet_-_Le_DésespéréAuto-retrato, c. 1845

[O desesperado]

Gustave Courbet (França, 1819-1877)

óleo sobre tela, 45 x 55 cm

Coleção Particular

 





Um alerta a tempo? Resenha: “Submissão”, Michel Houellebecq,

30 07 2015

 

Batalha de Poitiers, em outubro de 732, 1837, Charles de Steuben, (Alemanha, 1788-1856),ost, 542x465cm,Palacio de VersalhesOutubro de 732, Batalha de Poitiers, 1837

Charles de Steuben (Alemanha, 1788-1856)

óleo sobre tela, 542 x 465 cm

Palácio de Versalhes, França

 

 

Há livros que se lê pelo prazer da prosa, da trama, do suspense.  Submissão de Michel Houellebecq não é nenhum desses.  É um livro que força uma reflexão sobre o momento atual da Europa, da França, especificamente. É uma fantasia tão plausível, tão próxima da realidade, que o leitor se vê forçado a considerar possibilidades improváveis como quase certas, e o impensável torna-se realidade.  É chocante. O romance, passado por volta de 2022, ou seja meros 7 anos no futuro, de maneira racional, considera a possibilidade da eleição de um governo muçulmano na França.

Talvez o que seja mais desconcertante nessa narrativa é a lógica.  Por exemplo, quando Houellebecq menciona as forças armadas francesas necessitando de milhares de novos recrutas a cada ano e simultaneamente considera que a população tradicional francesa cada vez tem menos filhos, enquanto a muçulmana tem muitos, a lógica nos leva a admitir que em futuro próximo as forças armadas francesas serão em sua maioria muçulmanas. Esse é um aspecto da realidade francesa que nunca havia cruzado os meus pensamentos.

 

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Isso é complexo?  Estranho? Desagradável? É.  Por que?  Porque teocracias como as defendidas pelos regimes islâmicos estão diametralmente opostas à herança cultural do oeste.  Temos que considerar se é esse é o futuro que se quer ter.  É essa a guinada que queremos dar no nosso presente?  O que ganhamos com ela?  Como mulher criada no ocidente, com valores de autoconfiança, de respeito próprio, com dedicação a uma profissão, que vota, dirige, se veste como quer, que se acha no direito de escolher o parceiro de vida, não acredito que venha a me adaptar às limitações de qualquer  uma das variações das teocracias islâmicas.  E não estou exagerando. Basta lermos relatos que aparecem diariamente nos jornais, livros como Infiel de Ayaan Hirsi Ali, entre outros para saber que o conflito cultural seria ou será gigantesco.

 

Michel HouellebecqMichel Houellebecq

 

Submissão não é uma obra para ser julgada pelos seus méritos literários.  Em geral, romances que defendem uma causa têm a tendência a serem enjoados, porque explicações são necessárias e rapidamente diálogos se tornam solilóquios didáticos.  Ainda que Houellebecq flerte com esse pecado, sua habilidade em fazer paralelos entre o escritor Huysmans e a própria vida do professor universitário que narra o romance esvazia um tanto o dogmatismo inerente desse tipo de criação.  Mas há passagens bastante aborrecidas, principalmente para leitores não familiarizados com a obra do escritor, ensaísta, crítico de arte francês Joris-Karl Huysmans.

Apesar dessa reserva recomendo a leitura como uma obra que ajuda a compreender parte do dilema europeu deste século.  Que haverá um embate entre essas crenças e filosofias de vida parece inevitável.  Resta saber quando.





Sublinhando…

29 07 2015

 

 

The Three Sisters (1917) Henri Matisse. Musée de l'Orangerie, Paris.As três irmãs, 1917

Henri Matisse (França, 1869-1954)

óleo sobre tela

Musée de l’Orangerie, Paris

 

 

“Da terra são todas as flores,
Mas as hortênsias são do céu.”

 

 

Martins Fontes (1884-1937) Balada Azul, do livro Guanabara, 1936.

 

 





Hoje é dia de feira: frutas e legumes frescos!

29 07 2015

 

 

Antônio_Rafael_Pinto_Bandeira_-_Natureza-morta,_1892Natureza morta, 1892

Antônio Rafael Pinto Bandeira (Brasil, 1863-1896)

óleo sobre tela, 55 x 63 cm

Museu Afro Brasil, São Paulo





Imagem de leitura — Richard Wilson

28 07 2015

 

800px-Francis_Ayscough_with_the_Prince_of_Wales_(later_King_George_III)_and_Edward_Augustus,_Duke_of_York_and_Albany_by_Richard_WilsonJorge (futuro rei da Inglaterra) com o irmão Eduardo e seu professor Francis Ayscough, c. 1749

Richard Wilson (Inglaterra, 1714-1782)

óleo

National Portrait Gallery, Londres





Imagem de leitura — Felix Nussbaum

27 07 2015

 

Felix Nussbaum, Dreierporträt, 1944Três retratos, 1944

Felix Nussbaum (Alemanha, 1907-1944)

óleo sobre tela, 100 x 80 cm