Vaso com Rosas, 1919
Tarsila do Amaral (Brasil, 1886 — 1973)
crayon sobre papel, 38 x 27 cm
Reproduzido no Raisonné Tarsila do Amaral, volume II na pág.12
Vaso com Rosas, 1919
Tarsila do Amaral (Brasil, 1886 — 1973)
crayon sobre papel, 38 x 27 cm
Reproduzido no Raisonné Tarsila do Amaral, volume II na pág.12
Outeiro da Glória visto da Praça Paris, 1938
Yoshiya Takaoka (Japão/Brasil, 1909-1978)
aquarela, 31 X 42 cm
Botões de Ouro, 1968
Lucian Freud (GB, 1922 –2011)
óleo sobre tela, 61 x 61 cm
Um delicioso artigo no jornal britânico The Guardian mostra uma faceta quase esquecida do pintor inglês Lucian Freud. Muitos de nós só se lembram dos retratos, muitas vezes chocantes, que se tornaram a assinatura do artista. No entanto, através das décadas podemos perceber que plantas, quer do jardim, quer flores em jarros, fizeram parte do vocabulário de imagens desenvolvido pelo retratista. Aqui estão alguns exemplos para ilustrar essa faceta do imenso acervo deixado por L. Freud depois da morte em 2011.
Ramo de limoeiro, 1947
Lucian Freud (GB, 1922 –2011)
óleo sobre madeira, 115 x 18cm
Pequena samambaia, 1967
Lucian Freud (GB, 1922 –2011)
óleo sobre tela, 39 x 29 cm
Natureza morta na varanda, 1951
Lucian Freud (GB, 1922 –2011)
óleo sobre chapa de cobre, 15 x 20cm
Ciclamen, 1964
Lucian Freud (GB, 1922 –2011)
óleo sobre tela, 45 x 49 cm
Bananas, 1953
Lucian Freud (GB, 1922 –2011)
óleo sobre tela, 23 x 15cm
Sem nome
Lucian Freud (GB, 1922 –2011)
Pastel, giz e tinta sobre papel, 61 x 43 cm
Freud Museum, Londres
Acácia, 1975
Lucian Freud (GB, 1922 –2011)
óleo sobre tela, 45 x 51 cm
Cardo, 1967
Lucian Freud (GB, 1922–2011)
óleo sobre tela, 27 x 22 cm
O jardim da casa do pintor, 2006
Lucian Freud (GB, 1922 — 2011)
óleo sobre tela, 142 x 117 cm
Cravos vermelhos
Amélia Pastro Maristany (Brasil, 1897 – 1979)
óleo sobre madeira, 19 x 26 cm
Mulher lendo (esposa do pintor), 1962
Aaron Shikler (EUA, 1922–2015)
pastel sobre papelão, 50 x 44 cm
Cecília Meireles
Eu canto porque o instante existe
e a minha vida está completa.
Não sou alegre nem sou triste
sou poeta.
Irmão das coisas fugidias,
não sinto gozo nem tormento.
Atravesso noites e dias
no vento.
Se desmorono ou se edifico,
se permaneço ou me desfaço,
– não sei, não sei. Não sei se fico
ou passo.
Sei que canto. E a canção é tudo.
Tem sangue eterno a asa ritmada.
E um dia sei que estarei mudo:
– mais nada.
Em: Antologia Poética, Cecília Meireles, Rio de Janeiro, Editora Nova Fronteira: 2001
Cheiro de cebolas, tempero mineiro
Roberto Melo (Brasil, 1970)
óleo sobre tela
Rua Barão de Jaguara em Campinas, em 1930
Jair Gomes (Brasil,1955)
óleo sobre tela, 50 x 70 cm
Pesca, 1894
Francisco Garcia Santa Olalla (Espanha/Brasil, 1870-1895)
óleo sobre tela, 64 x 53 cm
Autorretrato em Córdoba, à espanhola, 1998
Carmen Garrez (Brasil, contemporânea)