Flores para um sábado perfeito!

27 12 2014

 

 

 

Konstantin Christoff – Floral- 1995, - 80x100 cmFloral, 1995

Konstantin Christoff (Bulgária/Brasil, 1923-2011)

óleo sobre tela, 80 x 100 cm





Imagem de leitura — Ivan Olinsky

26 12 2014

 

 

young-woman-readingIvan Olinsky (1878 – 1962)Jovem lendo, s/d

Ivan Olinsky (Rússia/EUA, 1878-1962)

óleo sobre tela, 60 x 63 cm

Em leilão, 2009





A lenda do algodão, folclore brasileiro

26 12 2014

 

Candido Portinari, Colheita do Algodão, Guache sobre PapelColheita do algodão, 1937

Cândido Portinari (Brasil, 1903-1962)

guache sobre papel, 37 x 26 cm

Acervo do Palácio Capanema, Rio de Janeiro

 

 

A lenda do algodão

 

Há umas centenas de anos, os índios viviam sem cultivar a terra; tampouco domesticavam os animais. Não fiavam, nem teciam. Era um tempo quando ainda não construíam as malocas que tanto associamos a eles. Moravam em cavernas ou nas copas das árvores mais altas e frondosas, junto aos pássaros e longe dos animais selvagens que não subiam tantos metros acima da terra.

Nessa época havia um pajé, chefe da tribo, chamado Sacaibu. Ele era muito sábio e, vendo que o local onde estavam não oferecia alimentos em abundância, resolveu levar seu povo para outras terras, numa região montanhosa, onde havia muita caça, água fresca das nascentes dos rios próximos e grande variedade de árvores frutíferas que dariam ao seu povo uma alimentação mais rica e equilibrada. Acabaram por se estabelecer numa área verde, a mais plana da região, próxima a um despenhadeiro, que formava um abismo, tão íngreme que a tribo não conseguia descer.

Lá chegando Sacaibu plantou a semente, de uma planta que ele desconhecia, mas que lhe havia sido dada por Tupã, o trovão, o mensageiro que transmitia todas ordens de Deus. Sacaibu ficou feliz ao ver que a semente em pouco tempo germinou e passado algum tempo se transformou em um arbusto frondoso. Para surpresa de todos, ele dava uma flores diferentes: tufos brancos.

Curiosos com a aparência dessas flores, os índios colheram os tufos e começaram a imaginar o que poderia ser feito com eles.

Eventualmente aprenderam a desfiar, tecer, trançar e descobriram que com essas flores podiam fazer corda, cordas fortes, que prendiam ou levantavam muito peso. Com as cordas eles desceram ao longo do abismo e lá embaixo encontraram outro povo, muito adiantado que logo lhes ensinou a cultivar a terra.





Rio de Janeiro a caminho dos 450 anos!

26 12 2014

 

 

Yêda Gomes - Rio Antigo, o.s.t. - 47 x 34 cm. Assinado e datado 90Rio antigo, 1990

Yeda Gomes (Brasil, ? -?)

óleo sobre tela, 47 x 34 cm





Feliz Natal! Paz e amor aos homens de boa vontade!

24 12 2014

 

 

Georgina de Albuquerque (1885 – 1962, Brazilian) Arore de Natal, 1943vFesta de Natal, 1943

Georgina de Albuquerque (Brasil, 1885-1962)

óleo sobre tela

 

[PS: Há outra versão semelhante a esta datada de 1916.]

 

1916_salao_02 georgina de albuquerque.vbnm,jpgNoite de Natal, 1916
Georgina de Albuquerque (Brasil, 1885-1962)
óleo sobre tela
Publicado na Revista do Brasil, SP, ano I, set 1916, n. 9, página 39.

 

 

Feliz Natal!





Nossas cidades — Campos

22 12 2014

 

 

Sylvio Pinto (1918 - 1997) - Cinema - Campos, o.s.t, 65 X 80 cm, assinado no c.i.eCinema em Campos

Sylvio Pinto (Brasil, 1918-1999)

óleo sobre tela, 65 x 80 cm





Trova da despedida

22 12 2014

 

adeus. susan jaekel

Adeus, Ilustração de Susan Jaekel.

 

É comum nas despedidas

depois dos risos e abraços,

ficarem almas feridas

e corações em pedaços.

 

(Décio Valente)





Domingo, um passeio no campo!

21 12 2014

 

 

 

OLYMPUS DIGITAL CAMERAPingo sedento, 2008

Plínio Afonso Franz (Brasil, 1943)

acrílica sobre tela, 80 x 60 cm





Poema de Natal, Jorge de Lima

21 12 2014

 

Aldemir Martins, natividade, ost, 1969Natividade, 1969

Aldemir Martins (Brasil, 1922-2006)

óleo sobre tela

 

 

Poema de Natal

Jorge de Lima

 

 

ERA UM POEMA frequente,

repetido,

com o menino nos braços

de uma virgem.

Desse poema presente

e sempre ouvido,

os tempos e os espaços tinham origem,

 

pois à origem do poema

sempre havia

essa virgem e o infante

e a poesia.

E era o início e era a extrema

da criação,

era o eterno e era o instante

da canção.

 

Publicado em Rio, Rio de Janeiro, 1951

 

Em: Poesias Completas, Jorge de Lima, vol. IV, Rio de Janeiro, Cia. José Aguilar Editora: 1974.p. 58





Flores para um sábado perfeito!

20 12 2014

 

 

Juliana Marcante, flores-coloridas-2013, acrilica st, 100x 150Flores coloridas, 2013

Juliana Marcante (Brasil, contemporânea)

acrílica sobre tela, 100 x 150 cm