São Jorge, 1931
Cândido Portinari (Brasil, 1903-1962)
nanquim e guache sobre papel, 53 x 34 cm
São Jorge, 1976
Adelson do Prado (Brasil, 1944-2013)
óleo sobre tela
São Jorge
Clóvis Graciano (Brasil, 1907-1988)
óleo sobre tela, 80 x 60 cm
São Jorge, 1931
Cândido Portinari (Brasil, 1903-1962)
nanquim e guache sobre papel, 53 x 34 cm
São Jorge, 1976
Adelson do Prado (Brasil, 1944-2013)
óleo sobre tela
São Jorge
Clóvis Graciano (Brasil, 1907-1988)
óleo sobre tela, 80 x 60 cm
Vila de Casas em Porto Seguro – BA,1978
Sérgio Telles (Brasil, 1936- 2022)
óleo sobre tela, 54 X 73 cm
Porto Seguro em homenagem ao dia 22 de abril, data do Descobrimento do Brasil.
A execução de Tiradentes, 1961
Alberto da Veiga Guignard (Brasil, 1896-1962)
óleo sobre madeira, 60 x 80 cm
Coleção Particular
Três curiosidades sobre este quadro:
1- É a única obra de pintura histórica de Guignard
2- Ele localizou o enforcamento de Tiradentes em Ouro Preto, quando na verdade aconteceu na cidade do Rio de Janeiro.
3- Foi comissionado por Juscelino Kubistchek, presidente do país na época.
Moça de vestido branco, 2007
Johan Patricny, (Suécia, 1976)
óleo sobre tela
Carlos de Laet
“De que inúmeros sois a mente humana
a existência falaz não me doirava!”
(Bocage)
Atirei-me sedento de verdade
à ciência do exato e do infinito;
escravo fui do imperioso grito
que minha alma soltou na escuridade.
Desengano cruel! Fatalidade!
No tremendo areal, solo maldito,
passei a vida de errante e de proscrito
e o perfume perdi da mocidade!
Pedi a luz — e dão-me um labirinto
onde exausto se embrenha o entendimento
e reina a sombra que envolver-me sinto.
Deus, responde, socorre ao desalento;
se a verdade aqui está, se acaso minto,
tira-me, então, pra vê-la, o sentimento.
(1870)
Em: Poesias de Pimenta de Laet. 1878
Copos de leite, 1984
Carlos Scliar (Brasil, 1920-2001)
Vinil e colagem encerado sobre tela colada em madeira, 56 x 37 cm
Jarro com flores, 1952
Arcangelo Ianelli (Brasil, 1922-2009)
óleo sobre tela, 72 x 60 cm
Neste mês de março fechou a última livraria de livros novos em Copacabana, pelo que conheço. Copabooks tinha muitos livros adotados pelos professores e estudantes da universidade Estácio de Sá. que ficava próxima, mas também oferecia boa seleção de livros cobrindo outros nichos não acadêmicos.
Quando a conheci ficava na Avenida Nossa Sra de Copacabana, esquina com a rua Francisco Sá. Neste endereço permaneceu por muitos anos. Não sei quantos precisamente, mas eu os conheci por pelos uns quinze anos neste local. Há uns poucos anos, talvez logo após a pandemia, havia passado para um endereço próximo, quase na esquina da rua Rainha Elizabeth da Bélgica com Raul Pompeia. Este local era charmoso, porque estava no térreo de um edifício do período glorioso do Posto Seis em Copacabana, provavelmente anos 40 do século passado. Pelo lado de fora tinha aquele aspecto das livrarias europeias, com uma pequena porta, como se entrássemos numa casa particular. Mas não conseguiu sobreviver. Agora em Copacabana. só há duas livrarias, as duas de livros usados. Uma na Rua Francisco Sá, outra nos shopping da Rua Siqueira Campos.
O bairro de Copacabana tem por volta de 180.000 residentes e durante o dia outros 80.000 chegam via transporte público para trabalhar ali. É um bairro do Rio de Janeiro com média de renda bem acima da média nacional, e com nível educacional alto em relação ao resto do país. No entanto, agora, para comprar livros recentemente lançados o residente do bairro precisa ir à Ipanema, ou Botafogo, bairros adjacentes.
Esse fenômeno de pequenas livrarias fecharem aconteceu nos Estados Unidos também com a chegada das compras on-line. Mas há uns anos, as pequenas livrarias estão voltando para o prazer dos leitores que gostam de ter um relacionamento com os livreiros. Vamos cruzar os dedos para que o mesmo aconteça por aqui.