23 de abril, dia de São Jorge: Feriado Estadual no Rio de Janeiro

23 04 2025

São Jorge, 1931

Cândido Portinari (Brasil, 1903-1962)

nanquim e guache sobre papel, 53 x 34 cm

 

 

 

São Jorge, 1976

Adelson do Prado (Brasil, 1944-2013)

óleo sobre tela

 

 

 

São Jorge

Clóvis Graciano (Brasil, 1907-1988)

óleo sobre tela, 80 x 60 cm





Nossas cidades: Porto Seguro

22 04 2025

Vila de Casas em Porto Seguro – BA,1978

Sérgio Telles (Brasil, 1936- 2022)

óleo sobre tela, 54 X 73 cm

 

 Porto Seguro em homenagem ao dia 22 de abril, data do Descobrimento do Brasil.





Tiradentes na arte

21 04 2025

A execução de Tiradentes, 1961

Alberto da Veiga Guignard (Brasil, 1896-1962)

óleo sobre madeira, 60 x 80 cm

Coleção Particular

 

 

Três curiosidades sobre este quadro:

1- É a única obra de pintura histórica de Guignard

2- Ele localizou o enforcamento de Tiradentes em Ouro Preto, quando na verdade aconteceu na cidade do Rio de Janeiro.

3- Foi comissionado por Juscelino Kubistchek, presidente do país na época.





Imagem de leitura: Jeroen Allart

20 04 2025

Rapaz lendo, 2022

Jeroen Allart (Holanda, 1970)

óleo – acrílica sobre tela, 50 x 50 cm





Desengano, soneto de Carlos de Laet

19 04 2025

Moça de vestido branco, 2007

Johan Patricny, (Suécia, 1976)

óleo sobre tela

Desengano

 

Carlos de Laet

 

“De que inúmeros sois a mente humana

a existência falaz  não me doirava!”

(Bocage)

 

Atirei-me sedento de  verdade

à ciência do exato e do infinito;

escravo fui do imperioso grito

que minha alma soltou na escuridade.

 

Desengano cruel! Fatalidade!

No tremendo areal, solo maldito,

passei a vida de errante e de proscrito

e o perfume perdi da mocidade!

 

Pedi a luz — e dão-me um labirinto

onde exausto se embrenha o entendimento

e reina a sombra que envolver-me sinto.

 

Deus, responde, socorre ao desalento;

se a verdade aqui está, se acaso minto,

tira-me, então, pra vê-la, o sentimento.

(1870)

 

 

Em: Poesias de Pimenta de Laet. 1878

 





Flores para um sábado perfeito!

19 04 2025

Copos de leite, 1984

Carlos Scliar (Brasil, 1920-2001)

Vinil e colagem encerado sobre tela colada em madeira,  56 x 37 cm

 

 

Jarro com flores, 1952

Arcangelo Ianelli (Brasil, 1922-2009)

óleo sobre tela, 72 x 60 cm





Todo mundo lê…

18 04 2025
“O devorador de livros”, Wallace Edwards, 2013




No trabalho: Raimundo de Madrazo y Garreta

18 04 2025

Copeira com cachorrinho

Raimundo de Madrazo y Garreta (Espanha, 1841-1920)

óleo sobre tela





Vento do mar e o sol no meu rosto a queimar…

18 04 2025

Under the sun

Mauro Costa (Brasil, 1973)

óleo sobre tela, 50 x 61 cm





Nossos tempos…

17 04 2025
Livraria, ilustração de John Walsom (Inglaterra, 1956)

 

 

 

Neste mês de março fechou a última livraria de livros novos em Copacabana, pelo que conheço.  Copabooks tinha muitos livros adotados pelos professores e estudantes da universidade Estácio de Sá. que ficava próxima, mas também oferecia boa seleção de livros cobrindo outros nichos não acadêmicos. 

Quando a conheci ficava na Avenida Nossa Sra de Copacabana, esquina com a rua Francisco Sá.  Neste endereço permaneceu por muitos anos.  Não sei quantos precisamente, mas eu os conheci por pelos uns quinze anos neste local. Há uns poucos anos, talvez logo após a pandemia, havia passado para um endereço próximo, quase na esquina da rua Rainha Elizabeth da Bélgica com Raul Pompeia.  Este local era charmoso, porque estava no térreo de um edifício do período glorioso do Posto Seis em Copacabana, provavelmente anos 40 do século passado.  Pelo lado de fora tinha aquele aspecto das livrarias europeias, com uma pequena porta, como se entrássemos numa casa particular. Mas não conseguiu sobreviver. Agora em Copacabana. só há duas livrarias, as duas de livros usados.  Uma na Rua Francisco Sá, outra nos shopping da Rua Siqueira Campos. 

O bairro de Copacabana tem por volta de 180.000 residentes e durante o dia outros 80.000 chegam via transporte público para trabalhar ali. É um bairro do Rio de Janeiro com média de renda bem acima da média nacional, e com nível educacional alto em relação ao resto do país.  No entanto, agora, para comprar livros recentemente lançados o residente do bairro precisa ir à Ipanema, ou Botafogo, bairros adjacentes.

Esse fenômeno de pequenas livrarias fecharem aconteceu nos Estados Unidos também com a chegada das compras on-line.  Mas há uns anos, as pequenas livrarias estão voltando para o prazer dos leitores que gostam de ter um relacionamento com os livreiros.  Vamos cruzar os dedos para que o mesmo aconteça por aqui.