Composição
Salvador Rodrigues Jr (Brasil, 1907-1988)
óleo sobre tela, 40 x 50 cm
Flores e escultura, 1992
Renê Nascimento (Brasil, 1960)
acrílica sobre tela, 70 x 100 cm
Composição
Salvador Rodrigues Jr (Brasil, 1907-1988)
óleo sobre tela, 40 x 50 cm
Flores e escultura, 1992
Renê Nascimento (Brasil, 1960)
acrílica sobre tela, 70 x 100 cm
Retrato de um intelectual ou de um religioso, 1532-1535
Hans Holbein, o jovem (Alemanha, 1498-1543)
Giz negro e vermelho, bico de pena e pincel, nanquim sobre papel colorido de rosa, 22 x 18 cm
Morgan Library e Museu, NY
Ariano Suassuna foi um intelectual, escritor, filósofo, dramaturgo, professor, romancista, artista plástico, ensaísta, poeta, político e advogado brasileiro.
Algumas de suas muita e conhecidas obras:
O Rico Avarento (1954)
Auto da Compadecida (1955)
O santo e a porca (1957)
Romance d’A Pedra do Reino e o Príncipe do Sangue do Vai-e-Volta (1971)

Pedra da Gávea e Dois irmãos da Lagoa Rodrigo de Freitas, 2025
Jorge Jardim (Portugal, contemporâneo)
acrílica sobre tela
Gatos e relógio, 1965
Emanoel Araújo (Brasil, 1940)
xilogravura policromada, 92 x 40 cm
Takashi Hiraide, em O gato que nos visitou
Interior com menina lendo
Sigmund Sinding (Noruega, 1875-1936)
óleo sobre madeira, 61 x 49 cm
Natureza-morta em Sta Teresa, RJ,1953
Djanira da Motta e Silva (Brasil, 1914-1979)
óleo sobre tela, 81×100 cm
Natureza morta, 1986
Newton Mesquita (Brasil, 1948)
acrílica sobre tela colada em placa, 80 x 70 cm

A rã ponta-de-flecha é natural das Américas do Sul e Central e pode ser encontrada em diversas cores. Seu nome científico é Dendrobatidae. É um anfíbio de pequeno tamanho, em média 3 centímetros, bastante venenoso. O veneno se encontra em sua pele, intoxica e pode até matar seu inimigo. A coloração dessas rãs varia do vermelho, azul, verde, amarelo, preto, ouro e cobre.
Natureza morta com instrumentos musicais e livros, c. 1650
Bartholomeo Bettera (Itália, 1639-1699)
óleo sobre tela
Museu de Israel, Jerusalém
“Que belo diálogo ouviu Swann entre o piano e o violino no começo do último trecho! A supressão das palavras humanas, longe de deixar ali reinar a fantasia, como se poderia crer, a tinha eliminado: jamais a linguagem falada foi tão inflexivelmente fatal, jamais conheceu a tal ponto a pertinência das perguntas, a evidência das respostas. Primeiro o piano solitário se queixou, como um pássaro abandonado da sua companheira; o violino escutou-o, respondeu-lhe como de uma árvore vizinha. Era como no princípio do mundo, como se ainda não houvesse senão os dois sobre a face da Terra, ou antes, era naquele mundo fechado a tudo o mais, construído pela lógica de um criador e onde para todo o sempre só os dois existiriam: aquela sonata. Era um pássaro? Era a alma ainda incompleta da pequena frase, era uma fada, esse ser invisível e choroso, cuja queixa o piano em seguida ternamente redizia? Seus gritos eram tão súbitos que o violino devia precipitar-se sobre o seu arco para os recolher. Maravilhoso pássaro! O violinista parecia querer encantá-lo, amansá-lo, capturá-lo. Já havia passado para a sua alma, já a pequena frase evocada agitava, como ao de um médium, o corpo verdadeiramente possuído do violinista.“
Marcel Proust, em: No caminho de Swann, volume I da obra Em busca do tempo perdido, Marcel Proust, tradução de Mário Quintana.
Igreja de São Francisco, Florianópolis, década de 1950
Martinho de Haro (Brasil, 1907-1985)
óleo sobre madeira, 58 x 52 cm









