Cidade de Goiás
[Da série Quintas de Goiás]
Ana Cristina Elias (Brasil, 1960)
Aquarela, 28 x 38 cm
Cidade de Goiás
[Da série Quintas de Goiás]
Ana Cristina Elias (Brasil, 1960)
Aquarela, 28 x 38 cm
Senhora sentada, lendo
André Dérain (França, 1880 – 1954)
óleo sobre tela
“Em cada romance de Sherlock Holmes pode-se reconhecer, naturalmente, os traços característicos do personagem, mas por outro lado o autor nunca deixa de introduzir um aspecto novo (a cocaína, o violino, a existência do irmão mais velho Mycroft, o gosto pela ópera italiana… certos serviços prestados no passado a famílias reais europeias… o primeiro caso resolvido por Sherlock, ainda adolescente). A cada novo detalhe revelado desenham-se novas zonas de sombra e afinal surge um personagem realmente fascinante: Conan Doyle consegue criar uma mistura perfeita entre o prazer da descoberta e o prazer do reconhecimento.”
Em: Plataforma, Michel Houellebecq, tradução Ari Roitman e Paulina Wacht, Rio de Janeiro, Editora Record: 2002, p. 107

Honoré de Balzac, 1836
Louis Boulanger (França, 1806-1867)
óleo sobre tela, 61 x 50 cm
Museu de Belas Artes de Tours
Banco, Parque São Lourenço, Curitiba
Rene Tomczak (Brasil, 1964)
óleo sobre tela

Até o tigre ouviu a sua história
Mary Alayne Thomas (EUA, contemporânea)
Leitores
Andrzej Pronaszko (Polônia, 1888 – 1961)
óleo sobre tela
Joseph Joubert
Sonhando grande
Aditya Phadke (Índia, contemporâneo)
Óleo sobre tela, 76 x 91 cm
A minha vida, sempre inquieta como o mar,
É de renúncia, sacrifício e desencanto:
Enquanto vão e vêm as ondas do meu pranto,
Estende-se o horizonte, além do meu olhar…
Na imensidade azul, fico a cismar, enquanto,
A refletir o céu, vai-se acalmando o mar…
Acalma-se também minha dor, por encanto:
— Já cansei de sofrer! Vou agora sonhar…
Em: Da Costa e Silva, Poesias Completas, Rio de Janeiro, Nova Fronteira, 1985 [edição do centenário] p.295
Paisagem rural com casario e paineiras
Aníbal Mattos (Brasil, 1886-1969)
óleo sobre madeira, 26 x 35 cm
Grey e Wilkes
Judy Nunno (EUA, contemporânea)
aquarela sobre papel, 75 x 55 cm
Costela de Adão, rua Marquês de São Vicente, Gávea.
Este ano a Costela de Adão está em todo canto. É padrão estampado em tecidos para estofamento, vestidos, camisetas de ambos os sexos. Virou moda. Não me surpreende, é linda! E dá em todo canto com um pouco de sol da manhã e sombra para ao resto do dia. No passado víamos esta planta crescer em arbusto gigantesco pontuando praças publicas. Recentemente ela parece ter sido preferida por jardins suspensos em edifícios residenciais como este da foto. De qualquer jeito ela é queridinha dos cariocas, mesmo sendo natural do México. Adaptou-se bem aqui, porque mesmo lá no hemisfério norte, ela gosta do clima tropical. Seu nome científico é Monstera deliciosa, e pertence à família das aráceas. Tem folhas enormes, recortadas, que lembram vagamente o desenho dos ossos das costelas.
Ela gosta de um pouco de sol (da manhã) e sombra à tarde. Gosta do clima úmido, portanto seu transplante terá mais chance de sucesso se for feito na primavera ou verão. O solo deve ser mantido úmido, sem encharcá-lo. Menos água no inverno, um pouco mais no verão. Cresce rapidamente e constantemente, portanto imagine um considerável espaço à sua volta sem plantas para que ela possa ocupá-lo livremente. E deleite-se.