Nossas cidades: Goiás

2 04 2019

 

 

 

Ana Cristina Elias, Cidade de Goias, sa série Quintas de Goias, Aquarela, 28 x 38 cmCidade de Goiás

[Da série Quintas de Goiás]

Ana Cristina Elias (Brasil, 1960)

Aquarela, 28 x 38 cm





Sobre Conan Doyle, texto de Michel Houellebecq

1 04 2019

 

 

 

André Dérain (1880-1954) Femme assise lisant, ostSenhora sentada, lendo

André Dérain (França, 1880 – 1954)

óleo sobre tela

 

 

“Em cada romance de Sherlock Holmes pode-se reconhecer, naturalmente, os traços característicos do personagem, mas por outro lado o autor nunca deixa de introduzir um aspecto novo (a cocaína, o violino, a existência do irmão mais velho Mycroft, o gosto pela ópera italiana… certos serviços prestados no passado a famílias reais europeias… o primeiro caso resolvido por Sherlock, ainda adolescente).  A cada novo detalhe revelado desenham-se novas zonas de sombra e afinal surge um personagem realmente fascinante: Conan Doyle consegue criar uma mistura perfeita entre o prazer da descoberta e o prazer do reconhecimento.”

 

Em: Plataforma, Michel Houellebecq, tradução Ari Roitman e Paulina Wacht, Rio de Janeiro, Editora Record: 2002, p. 107





O escritor no museu: Honoré de Balzac

28 03 2019

 

 

 

487px-Balzac_(par_Boulanger)

Honoré de Balzac, 1836

Louis Boulanger (França, 1806-1867)

óleo sobre tela, 61 x 50 cm

Museu de Belas Artes de Tours





Nossas cidades: Curitiba

26 03 2019

 

 

 

RENÊ TOMCZACK - Banco, Parque São Lourenço Curitibe - Óleo sobre telaBanco, Parque São Lourenço, Curitiba

Rene Tomczak (Brasil, 1964)

óleo sobre tela





Imagem de leitura — Mary Alayne Thomas

26 03 2019

 

 

 

mary alayne thomas

Até o tigre ouviu a sua história

Mary Alayne Thomas (EUA, contemporânea)





Palavras para lembrar: Joseph Joubert

25 03 2019

 

 

 

Credit: Album / akg-imagesLeitores

Andrzej Pronaszko (Polônia, 1888 – 1961)

óleo sobre tela

 

 

“O grande inconveniente dos novos livros é que eles nos levam a ler os velhos.”

 

 

Joseph Joubert





Vou agora sonhar… poesia de Da Costa e Silva

25 03 2019

 

 

 

dreaming_large__0Sonhando grande

Aditya Phadke (Índia, contemporâneo)

Óleo sobre tela,  76 x 91 cm

 

 

Vou agora sonhar…

 

A minha vida, sempre inquieta como o mar,

É de renúncia, sacrifício e desencanto:

Enquanto vão e vêm as ondas do meu pranto,

Estende-se o horizonte, além do meu olhar…

 

Na imensidade azul, fico a cismar, enquanto,

A refletir o céu, vai-se acalmando o mar…

Acalma-se também minha dor, por encanto:

— Já cansei de sofrer! Vou agora sonhar…

 

 

Em: Da Costa e Silva, Poesias Completas, Rio de Janeiro, Nova Fronteira, 1985 [edição do centenário] p.295





Domingo, um passeio no campo!

24 03 2019

 

 

 

ANIBAL MATTOS (1889 - 1969). Paisagem Rural com Casario e Paineiras, óleo smadeira, 26 x 35. Assinado no c.i.d.Paisagem rural com casario e paineiras

Aníbal Mattos (Brasil, 1886-1969)

óleo sobre madeira, 26 x 35 cm





Imagem de leitura — Judy Nunno

23 03 2019

 

 

 

judy nunno (eua, contemporanea) grey e wilkes, aquarela,75 x 55 cmGrey e Wilkes

Judy Nunno (EUA, contemporânea)

aquarela sobre papel, 75 x 55 cm





O verde do meu bairro: Costela de Adão

23 03 2019

 

 

 

 

DSC03302aCostela de Adão, rua Marquês de São Vicente, Gávea.

 

 

Este ano a Costela de Adão está em todo canto.  É padrão estampado em tecidos para estofamento, vestidos, camisetas de ambos os sexos.  Virou moda.  Não me surpreende, é linda!  E dá em todo canto com um pouco de sol da manhã e sombra para ao resto do dia.  No passado víamos esta planta crescer em arbusto gigantesco pontuando praças publicas.  Recentemente ela parece ter sido preferida por jardins suspensos em edifícios residenciais como este da foto.  De qualquer jeito ela é queridinha dos cariocas, mesmo sendo natural do México.  Adaptou-se bem aqui, porque mesmo lá no hemisfério norte, ela gosta do clima tropical.  Seu nome científico é Monstera deliciosa, e pertence à família das aráceas. Tem folhas enormes, recortadas, que lembram vagamente o desenho dos ossos das costelas.

Ela gosta de um pouco de sol (da manhã) e sombra à tarde. Gosta do clima úmido, portanto seu transplante terá mais chance de sucesso se for feito na primavera ou verão. O solo deve ser mantido úmido, sem encharcá-lo.  Menos água no inverno, um pouco mais no verão. Cresce rapidamente e constantemente, portanto imagine um considerável espaço à sua volta sem plantas para que ela possa ocupá-lo livremente.  E deleite-se.