Natureza Morta
Ettore Federighi (Brasil, 1909-1978)
óleo sobre placa, 48 x 63 cm
Natureza morta
Armando P. Dantas (Brasil, contemporâneo)
óleo sobre tela, 48 x 56 cm
Natureza Morta
Ettore Federighi (Brasil, 1909-1978)
óleo sobre placa, 48 x 63 cm
Natureza morta
Armando P. Dantas (Brasil, contemporâneo)
óleo sobre tela, 48 x 56 cm
O desenho, 1879
David Oyens (Holanda, 1842-1902)
óleo sobre tela, 71 x 54 cm
Louisa May Alcott, a celebrada autora de Mulherzinhas (1868) morou em Concord, Massachusetts, mesma cidade em que Ralph Waldo Emerson e Henry David Thoreau eram residentes. Louisa os conheceu. Com Thoreau, o naturalista, teve os primeiros ensinamentos sobre a natureza, com poéticas descrições dos insetos aos cantos de pássaros. Thoreau foi o primeiro amor de Louisa quando ainda criança.
Já Emerson foi para Louisa, uma paixão adolescente. Ela recebeu de presente do filósofo americano o livro Correspondência com uma Criança, de Goethe, coletânea de cartas escritas entre 1807-1808, para Bettina Brentano, quando esta tinha doze anos de idade e Goethe, sessenta. É possível que Emerson estivesse mandando uma mensagem para Louisa, talvez ciente da paixonite de sua discípula por ele. No entanto, isso não foi suficiente para deter Alcott que passou horas intermináveis escrevendo cartas apaixonadas para Emerson. No entanto, ela nunca as enviou.
Meninos pescando em canto de praia na Região dos Lagos, RJ
Oswaldo Teixeira (Brasil, 1904-1975)
óleo sobre tela, 80 X 100 cm
No sítio da vovó
Clodoaldo Martins (Brasil, contemporâneo)
óleo sobre tela, 90 x 70 cm
Menino na mata,1900
Antônio Parreiras (Brasil, 1860-1937)
óleo sobre tela, 66 x 88 cm
Mulher vendo televisão
Mavis Blackburn (Inglaterra, 1923-2005)
óleo sobre tela
Williamson Art Gallery & Museum
Vaso de flores, 2004
Márcia Brener (Brasil, contemporânea)
óleo sobre tela, 35 x 27 cm
Vaso com margaridas, 1980
Onil de Mello (Brasil, 1949)
óleo sobre tela, 40 x 30 cm
Homem Lendo
Antônio Hélio Cabral (Brasil, 1948)
Encontrei hoje essa deliciosa passagem no livro de Otto Lara Resende chamado O rio é tão longe: cartas a Fernando Sabino; em que Otto reclama do conto enviado a ele por Sabino. Há humor, calor humano, camaradagem, puxão de orelha e a magia de uma grande amizade.
“… deixe-me protestar contra a torpeza de me ter mandado o conto com as páginas todas fora de ordem, o que me foi uma verdadeira calamidade. Eu estava tão burro que li tudo fora de ordem e é verdade que achei meio estranho, mas como grande e estranho é o mundo, fui logo achando deliciosa a sua loucura.“
Em: O rio é tão longe: cartas aFernando Sabino, Otto Lara Resende, introduçao de Humberto Werneck, São Paulo, Cia das Letras: 2011, p. 19
Insônia
Joana Aslanian (EUA, contemporânea)
óleo sobre tela, 73 x 91 cm
Insônia
Reynaldo Valinho Alvarez
A manhã se aproxima e é sempre duro
quando o sol rompe a treva e inunda o escuro
de um sono que nem mesmo aconteceu.
Sinto-me novo e inútil Prometeu
a quem bicam o fígado, melhor
dizendo a mente, e que aprendeu de cor
os caminhos da noite soluçados,
como vagidos, em jardins murados,
numa vigília que não se escolheu.
Ah, estradas da noite, ah, poços fundos,
sempre cheios de lodo, tão imundos
deste vazio amortalhado em breu.
Ah, pontes sem destino, cruel fadiga
do tempo debulhado como espiga.
Em: A faca pelo fio: poemas reunidos, Reynaldo Valinho Alvarez, Rio de Janeiro, Imago: 1999, p.63
Cantil com cesto de laranjas, 1988
Evilásio Lopes (Brasil, 1917-2013)
óleo sobre tela, 40 X 40 cm
Cesto com frutas e vaso com flores
Henrique Bernardelli (Chile-Brasil, 1857-1936)
óleo sobre tela, 61 x 40 cm