No Tempo dos Vice-Reis, 1977
Da série Aquarela do Brasil
Glauco Rodrigues (Brasil, 1929-2004)
óleo sobre madeira, 46 x 55 cm
No Tempo dos Vice-Reis, 1977
Da série Aquarela do Brasil
Glauco Rodrigues (Brasil, 1929-2004)
óleo sobre madeira, 46 x 55 cm
Natureza morta com cidra, 1640
Giovanna Garzoni (Itália, 1600-1670)
têmpera sobre pergaminho
Tigela chinesa com figos, cerejas e pintassilgo sobre a mesa
Giovanna Garzoni (Itália, 1600-1670)
aquarela
Museu da Natureza Morta, Poggio a Caiano, Florença
Prato com cerejas, vagem, caroços sobre a mesa e abelha
Giovanna Garzoni (Itália, 1600-1670)
aquarela
Romã em prato com caracol e castanhas sobre a mesa
Giovanna Garzoni (Itália, 1600-1670)
aquarela
Galleria Palatina & Appartamenti Reali, Palácio Pitti, Florença
Natureza morta com peras e borboleta
Giovanna Garzoni (Itália, 1600-1670)
têmpera sobre pergaminho
Natureza morta com uvas, peras e caracol sobre a mesa
Giovanna Garzoni (Itália, 1600-1670)
aquarela sobre pergaminho
Natureza morta com cerejas na travessa e figos sobre a mesa
Giovanna Garzoni (Itália, 1600-1670)
aquarela sobre pergaminho
Galleria Palatina & Appartamenti Reali, Palácio Pitti, Florença
Natureza morta com cerejas sobre folhas e cravos sobre a mesa
Giovanna Garzoni (Itália, 1600-1670)
aquarela sobre pergaminho
Galleria Palatina & Appartamenti Reali, Palácio Pitti, Florença
Natureza morta com feijões na fava, grãos sobre a mesa e cravo
Giovanna Garzoni (Itália, 1600-1670)
aquarela sobre pergaminho
Galleria Palatina & Appartamenti Reali, Palácio Pitti, Florença
Natureza morta com pêssegos e alfarroba
Giovanna Garzoni (Itália, 1600-1670)
aquarela sobre pergaminho
Quarto principal, c. 1965
Andrew Wyeth (EUA, 1917-2009)
A cama era de laca branca, onde insone permanecia. A camisola de cetim já mostrava no tecido alvo as manchas do tempo e o lençol e a colcha, de tão lavados, escondiam um outrora branco luminoso. Os chinelos de renda, junto à cama, eram da cor da neve e até o lampião de vidro acetinado refletia o fogo esmaecido da lareira. O medo embranquecera a pálida face que já não dormia há vários dias e um olhar imóvel de torpor lembrava as alvas nuvens opacas de um céu de abril. A mesma branca agonia marcava hora no mostrador leitoso do carrilhão que ficava pendurado na parede da sala, já mofada de um branco esverdeado. Gotas geladas de uma chuva fina e constante desciam pelas frestas do telhado deixando no quarto um eco insólito a ressoar na negra noite que chegava. Negra também era a morte que batia insistentemente no vidro da janela.
Em: Curtos-circuitos, Sonia Carneiro Leão, Olinda, Editora Babeco: 2015 pp. 46-7
Natureza Morta
Arlindo Mesquita (Brasil, 1924-1987)
óleo sobre tela, 38 x 46 cm
Natureza morta com ameixas
Leonor Botteri (Brasil, 1916-1998)
óleo sobre tela, 40 x 38 cm
Tarde em Armação dos Búzios,1980
Wim Van Dijk (Holanda-Brasil, 1915 -1990)
óleo sobre tela, 46 x 55 cm
O desenho acima, teve a autoria de Albrecht Dürer confirmada em 82% graças à IA.
O desenho, em pergaminho, conhecido pelo título de Vna Vilana Windisch, datado e assinado por Dürer (1505) teve desde os anos 70 do século passado sua autenticidade posta em dúvida. Ele retrata uma camponesa sorrindo. Outra versão, em papel, do mesmo desenho se encontra no Museu Britânico. E foi justamente nesta instituição que em 1993 o desenho acima retratado, ou seja o desenho em pergaminho, foi classificado como não sendo da autoria de Dürer, mesmo tendo data e assinatura do artista.
Dürer foi um artista repetidamente copiado, não só no seu tempo, como no que chamamos de Renascença de Dürer, no século XVII na Holanda. As cópias demonstram a grande fascinação que a obra do artista alemão exercia sobre seus pares e herdeiros do naturalismo renascentista. Um dos mais famosos copistas de Dürer foi o artista e gravador italiano Marcantonio Raimondi (1480-1534) mas para especialistas da área falta a Raimondi e complexidade e delicadeza no traço. Na mesma época, o artista holandês, Lucas van Leyden (1494-1533) também pintor e gravador ficou conhecido por suas reproduções e cópias das obras de Dürer. Mais tarde, no Século de Ouro nos Países Baixos, Hendrick Goltzius (1558-1617) também se dedicou às cópias de Dürer, assim como o pintor alemão Hans Hoffmann (1530-1591).
Esta não é a primeira vez que IA foi usada para autenticidade de uma obra de arte. E ocasionalmente atribuições feitas desta maneira têm causado fricção no mundo das artes, mas a tecnologia melhora rapidamente e logo chegaremos a grande precisão nessas atribuições, pois as máquinas podem perceber detalhes que não são perceptíveis por humanos.
Alameda dos ipês
Alexandre Reider (Brasil, 1973)
óleo sobre tela
Um dia de sol em Três Rios, 2006
Manuel Ferreira (Brasil, 1958)
óleo sobre tela, 46 x 75 cm
Paisagem com casario na Ilha do Governador-RJ
Galdino Guttman Bicho ( Brasil,1888-1955)
óleo sobre tela, 35 x 43 cm