
Floral, 2017
DAVI [Dagoberto Victor de Lima] (Brasil, 1954-2018)
óleo sobre tela, 45 x 80 cm
Flores, 2009
Jorge Maciel (Brasil, 1972)
óleo sobre tela, 60 x 100cm

Floral, 2017
DAVI [Dagoberto Victor de Lima] (Brasil, 1954-2018)
óleo sobre tela, 45 x 80 cm
Flores, 2009
Jorge Maciel (Brasil, 1972)
óleo sobre tela, 60 x 100cm
Igreja Nossa Senhora do Brasil, Urca
Felisberto Ranzini (Itália-Brasil, 1881-1976)
aquarela sobre papel, 50 x 34 cm
Leitora no jardim, final da década de 1960
Cesare Peruzzi (Itália, 1894-1995)
óleo sobre tela, 33 x42 cm
Januário dos Santos Sabino
Quando o sol já no poente
Perde o brilho, a cor desmaia
E louca vaga gemente
Se desenrola na praia;
Quando alegre o coleirinho,
No galho da pitangueira,
Trina à beira do seu ninho
Doce canção feiticeira;
Quando a flor n’haste pendida,
Mais grato perfume exala,
E a natureza sentida
Como que, cantando fala:
Eu sinto, minha alma então
Divagar na imensidade
Dos cismares da paixão,
Levada pela saudade;
Lembra-me o tempo encantado,
Que eu a teu lado passei…
Ah!… com então enlevado,
No teu amor me inspirei!
Minha vida que então era,
Arruinado jardim,
Transformou-se em primavera,
Teve rosas e jasmim;
E as ondas procelosas,
Do mar de minha existência,
Se acalmaram bonançosas,
Ao teu sorrir de inocência;
Mas agora, — ave sem ninho,
A doudejar no deserto,
Cego em busca do caminho,
Com passo tardio e incerto;
Lembrando esse momento,
De tão venturosa idade,
Só encontro um sentimento,
Uma palavra – saudade!
Revista O Cysne, ano I, nª 1, 1864
Januário dos Santos Sabino (Brasil, 1836?- 1900)
Natureza Morta, 1956
Alberto da Veiga Guignard (Brasil, 1896-1962)
óleo sobre tela, 38 x 55 cm
Flores e fruto
Gladys Maldaun (Brasil, 1941)
aquarela sobre papel, 56 x 38 cm
Lendo na sacada
Bruce Yardley (Inglaterra, 1962)
óleo sobre tela
Luiz Felipe Pondé
Em: Diálogos sobre a natureza humana: Perfectibilidade e Imperfectibilidade, Luiz Felipe Pondé, edição kindle.
Citando a fada, 2015
Emma Ersek (Romênia, 1979)
Sophia de Mello Breyner
Quando o meu corpo apodrecer e eu for morta
Continuará o jardim, o céu e o mar,
E como hoje igualmente hão-de bailar
As quatro estações à minha porta.
Outros em Abril passarão no pomar
Em que eu tantas vezes passei,
Haverá longos poentes sobre o mar,
Outros amarão as coisas que eu amei.
Será o mesmo brilho, a mesma festa,
Será o mesmo jardim à minha porta,
E os cabelos doirados da floresta,
Como se eu não estivesse morta.
Indecisão
Charles-Louis Baugniet (Bélgica,1814-1886)
óleo sobre madeira
Haynes Fine Art, Grã-Bretanha
Composição e Marinha
Roberto de Almeida (Brasil, contemporâneo)
óleo sobre tela, 55 x 46 cm
Paisagem viva a vida,
Guita Charifker (Brasil, 1936 – 2017)
aquarela sobre papel, 56 x 76 cm