Natureza morta com peixes, 2005
Enrico Bianco (Itália-Brasil, 1918-2013)
carvão e acrílica sobre cartão, 56 x 77 cm
Natureza morta
Henri Carrièrres (França-Brasil, 1947)
óleo sobre tela, 30 x 60 cm,
Natureza morta com peixes, 2005
Enrico Bianco (Itália-Brasil, 1918-2013)
carvão e acrílica sobre cartão, 56 x 77 cm
Natureza morta
Henri Carrièrres (França-Brasil, 1947)
óleo sobre tela, 30 x 60 cm,
As belezas de Beacon Hill
Mary Ann Laing (Canadá, 1953)
óleo sobre tela, 45 x 45 cm
“A mágica do outono tomou conta do campo; agora que o sol não está amadurecendo nada, ele brilha pelo prazer do momento dourado; para satisfação do Éden; para agradar a lua, pelo que sei.”
Elizabeth Coatsworth
Tradução: Ladyce West
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“‘Gad,’ said Heseltine to Peril, ‘If the doctor can only keep me going long enough,'”, 1923
Dean Cornwell (American, 1892-1960)
Ilustração para o conto The Garden of Peril , Cosmopolitan Magazine, Abril, 1923
óleo sobre tela, 91 x 76 cm
Coleção Particular
Interior de Minas Gerais, Gonçalves, 2016
Alcides Marques (Brasil, contemporâneo)
óleo sobre tela, 80 x 120 cm
Paisagem Serrana com Estradinha e Pinheiros na Margem
Pedro Nascimento (Brasil, 1927-1986)
óleo sobre tela, 27 X 22 cm
Paisagem com estrada ao sol e andarilhos
Mauro Ferreira (Brasil, 1958)
óleo sobre eucatex, 20 x 30 cm
Interior, na cozinha, 1883
Vilhelm Jacob Rosenstand (Dinamarca, 1838 – 1915)
óleo sobre tela, 59 x 41 cm
Vaso com flores,1952
Durval Pereira (Brasil, 1907-1984)
óleo sobre tela, 60 x 73 cm
Vaso com flores com amor-perfeito, 1952
Vittorio Gobbis (Itália-Brasil, 1894-1968)
óleo sobre tela, 68 x 57 cm
Mo Lagbara (Sou forte)
Vanessa Endeley (Nigéria/Inglaterra, contemporânea)
Fotografia sobre papel, série limitada a 20, 40 x 61 cm
Em louvor aos cosméticos, 1876
Edgar Degas (França, 1834-1917)
pastel sobre papel, 48 x 62 cm
O desenho acima de Edgar Degas havia sido dado como perdido. Esta obra tem uma história cheia de aventuras. Fora comprada por Julián Bastinos em Paris em 1887, das mãos do próprio Degas por três mil francos, como havia sido registrado numa carta para o cantor de ópera Jean-Baptiste Faure. Julián Bastinos levou o desenho com ele para a capital do Egito, Cairo, em 1910, prova disso é o selo da loja em que foi colocada a moldura. Em 1918, quando Julián faleceu, o desenho foi mandado para Barcelona por Antonio J. Bastinos, irmão de Julián.
Passam-se os anos. Em 1934 a obra de Degas é listada entre cento e cinquenta obras de arte da família Bastinos, lista que incluía um quadro a óleo de Goya, de obras confiscadas pelas autoridades governamentais e colocadas, no monastério de Pedralbes por segurança durante a Guerra Civil Espanhola. Um rótulo no verso da obra, mais tarde, mostra que esteve sob o domínio do governo de Franco, como parte do patrimônio nacional pelo Ministério da Educação com os dizeres “recuperado das mãos do nossos inimigos. datando de 1939. O desenho foi então devolvido à família Bastinos em 1940 e logo em seguida vendido no dia 13 de setembro, 1940, por três mil pesetas para o empresário e político Joan Llonch i Salas.
Rótulo no reverso do desenho de Degas.
Até os dias de hoje, a última vez que este desenho em pastel havia sido visto em público foi em 1952, quando Joan Llonch i Salas emprestou-o para uma exposição coletiva na Galeria Gaspar em Barcelona, como aparece também em outro rótulo no reverso do trabalho emoldurado. Até 2021, quando, uma pessoa que visita feiras de antiguidades e mercados de pulgas, compra este desenho rotulado “FALSO” Degas, num sítio de vendas on-line. O lance inicial desta obra foi de €1 (um Euro). Mas acabou comprando por €976. O vendedor, em Sabadell, na Catalunha informou mais tarde que havia herdado esse desenho e que mesmo com a assinatura “Degas” no canto interno, à direita, não havia imaginado que pudesse ser genuíno e que por isso mesmo o colocou à venda mostrando os documentos que havia herdado junto com o desenho da compra deste desenho em 1940 por seu antepassado Joan Salas, um colecionador e antigo presidente do Banco Sabadell.
Agora, devidamente confirmado ser um trabalho original de Degas por experts, que se debruçaram sobre esta obra por alguns anos, a obra comprada por €976 pode valer entre €7 ou €8 milhões, por algumas estimativas ou até €12 milhões, de acordo com estimativas mais otimistas. A notícia deste achado tornou-se pública no final do mês de maio deste ano, pelo diário catalão El Punt Avui. Esta minha entrada no blog está baseada no artigo “Artwork Bought Online for $1,000 Identified as a Long-Lost Degas Worth $13 million” de Jo-Lawson Tancred, para a Artnet Newsletter.