De pais e mães, texto valter hugo mãe

7 08 2025

Rapaz lendo

Laleh Ispahani (Paquistão 1966) 

 

 

“O Crisóstomo disse ao Camilo: todos nascemos filhos de mil pais e de mais mil mães, e a solidão é sobretudo a incapacidade de ver qualquer pessoa como nos pertencendo, para que nos pertença de verdade e se gere um cuidado mútuo. Como se os nossos mil pais e mais as nossas mil mães coincidissem em parte, como se fôssemos por aí irmãos, irmãos uns dos outros. Somos o resultado de tanta gente, de tanta história, tão grandes sonhos que vão passando de pessoa a pessoa, que nunca estaremos sós.”

 

Em: O filho de mil homens,Biblioteca Azul: 2016





Imagem de leitura: Robert Emil Stubner

7 08 2025

Hora do chá, 1910

Robert Emil Stubner (Alemanha, 1874-1931)

Óleo sobre madeira





Palavras para lembrar: Napoleão Bonaparte

5 08 2025

Sem título

Emmanuel Garant (Canadá, 1953)

óleo sobre tela

 

 

“Mostre-me uma família de leitores, e eu lhe mostrarei as pessoas que movem o mundo.”

 

Napoleão Bonaparte

 

 





Minutos de sabedoria: Rainer Maria Rilke

4 08 2025

Uma leitura interessante

Fritz Wagner (Alemanha,1896-1939)

óleo sobre tela, 31 x 26 cm 

 
“No fundo, e justamente nas coisas mais profundas e mais importantes, estamos absolutamente sozinhos.”

 

Rainer Maria Rilke, Cartas a um jovem poeta. 

 

 

 

Rainer Maria Rilke (1875-1926)





Imagem de leitura: K.S. Petrov-Vodkin

1 08 2025
Menina em sua carteira, 1934
 
K.S. Petrov-Vodkin (Rússia, 1878-1939)
 
óleo sobre tela, 85 x 66 cm 





Imagem de leitura: Alfred Stevens

29 07 2025

Senhora em sua casa, 1880

Alfred Stevens (Bélgica, 1923-1906)

óleo sobre tela





Todo mundo lê!

28 07 2025
Ilustração, Tove Jansson (Finlandia, 1914-2001)





Imagem de leitura: Lynda Schneider Granatstein

26 07 2025

A leitora

Lynda Schneider Granatstein (Canadá,1954)

óleo sobre tela





Em casa: Bertha Wegmann

20 07 2025

Moça lendo na cama à luz de um abajur com pilha de livros na mesa

Bertha Wegmann (Dinamarca, 1847-1926)

óleo sobre madeira, 38 x 32 cm

Nota pessoal: hoje estou como essa moça e pretendo poder ler. Mas, do nada, acordei gripada e só consegui sair da cama às 15:30. Envio minhas desculpas por não fazer outras postagens. Nenhuma paisagem, nada mais. No momento, tudo isso parece um esforço enorme… rs… rs.. sei que é o corpo pedindo descanso. Mas queria vir aqui e dar uma abraço a todos vocês que aparecem regularmente, e que já considero amigos. Afinal são dezessete anos de blog. Aprecio a amizade de todos, o carinho, a constância das visitas. E até amanhã, quando com tanto resguardo, acredito que já estarei com mais energia. O que tenho na verdade é uma prostração enorme. Praticamente só isso.

 
Feliz dia dos amigos!

 

O café da manhã dos remadores, 1881

Pierre Auguste Renoir (França, 1841-1919)

óleo sobre tela, 130 x 173 cm

The Phillips Collection, Washington DC





Sobre a solidão, Rosa Montero, (trecho)

19 07 2025

Moça lendo, 1947

Francesc Domingo Segura (Espanha-Brasil, 1893-1974) 

óleo sobre tela, 73 x 60 cm 

 

 

“A característica essencial do que chamamos de loucura é a solidão, mas uma solidão monumental. Uma solidão tão grande que não cabe na palavra solidão e que não podemos nem imaginar se não estivemos lá. É sentir que você se desconectou do mundo, que não vão conseguir te entender, que você não tem #palavras para se expressar. É como falar uma língua que ninguém mais conhece. É ser um astronauta flutuando à deriva na vastidão negra e vazia do espaço sideral. É desse tamanho de solidão que estou falando. E parece que na dor verdadeira, na dor-avalanche, acontece algo parecido. Embora a sensação de desconexão não seja tão extrema, você tampouco consegue dividir nem explicar seu sofrimento.”

 

Em: A ridícula ideia de nunca mais te ver, Rosa Montero, tradução de Mariana Sanchez, Todavia: 2019