Menina com livro,1891
José Ferraz de Almeida Júnior (Brasil, 1850- 1899)
pastel e grafite sobre papel, 60 x 90 cm.
Menina com livro,1891
José Ferraz de Almeida Júnior (Brasil, 1850- 1899)
pastel e grafite sobre papel, 60 x 90 cm.
A leitora, 2000
Fernando Botero (Colômbia, 1932)
óleo sobre tela, 42 x 36 cm
Stephen King, autor de livros inesquecíveis, À espera de um milagre, A dança da morte, A coisa são alguns dos mais de sessenta livros que publicou; autor que nos envolve com histórias de terror, sobrenatural, suspense; o nono autor mais traduzido do mundo, sofre de triscaidecafobia. Como assim? — você pode perguntar. Sim, triscaidecafobia, medo irracional do número 13. Essa fobia é tão poderosa que quando lê um livro ou quando escreve um texto, não para nunca na página 13 ou seus múltiplos. Ele continua escrevendo ou lendo até chegar a um número seguro.
Bijin lendo um carta, 1825
[DETALHE]
Utagawa Kunisada (Japão, 1786-1865)
Xilogravura policromada
O primeiro romance literário do mundo foi O romance de Genji, escrito em 1008, pela escritora e fidalga, Murasaki Shikibu. Ela foi poeta, romancista e dama de companhia na corte imperial durante o período Heian (794-1185). O período Heian na história japonesa se refere ao nome da capital do império que havia sido transposta de Nara para Heian-kio, hoje conhecida como Kioto. Na edição original de O romance de Genji, nenhum dos personagens era chamado por seu nome. Eram reconhecidos simplesmente por seus títulos obedecendo as regras da corte de Heian, já que o romance tinha intenção de ser lido por mulheres da realeza
Senhora lendo, 2002
Dick Hoette (Holanda, contemporâneo)
Emily Brontë (1818-1848) escritora e poetisa inglesa, autora de O morro dos ventos uivantes, tinha um cachorrinho muito fiel. Aliás, não deveria ser chamado de cachorrinho. Era, afinal, um mastiff, um cachorro grande, que pode chegar aos oitenta quilos, espaçoso, territorialista e fiel. Ela o chamava de Keeper, cuja tradução pode ser não só “protetor, guarda, mas também aquilo que se guarda”. Quando Emily morreu, aos trinta anos, em 1848, o cão, companheiro de passeios pelo campos e lugares desertos da paróquia de Haworth, seguiu o cortejo funerário até o cemitério e só a muito custo deixou o local retornando à casa. Daí por diante, Keeper dormiu na porta do quarto de Emily até morrer, eternamente enlutado.
Marie-Franoise Julie Constance Filleul,
Marquesa de Marigny
Alexander Roslin (Suécia,1718-1793)
óleo sobre tela, 93 x 75cm
Interlúdio II, Leah lendo, 2013
Daniel Maidman (Canadá, 1975)
óleo sobre tela
Annie Ernaux
Em: O lugar, Annie Ernaux, tradução de Marília Garcia, São Paulo, Fósforo: 2021
Menina lendo, 1907
Arie Boers (Holanda, 1867-1947)
Olavo Bilac (1867-1918) e José do Patrocínio (1853-1905) eram bons amigos. Depois de adquirir um automóvel, assim que esses veículos apareceram no Brasil, Patrocínio convidou Bilac para um passeio. Entusiasmado ofereceu o carro a Bilac para que este o dirigisse. Bilac nunca havia feito isso e prontamente, no caminho, encarando um curva na estrada, perdeu o controle e bateu com o carro de encontro a uma árvore. Perda total, apesar da pouca velocidade a que se movia: 4 km por hora. Isso mesmo, quatro quilômetros por hora. Por sorte, os dois passageiros não sofreram nenhum arranhão.