Imagem de leitura — Helen M. Turner

9 04 2016

 

 

Alice in Wonderland (1923). Helen M. Turner (American, 1858-1958). Oil on canvas. Hermitage Museum and Gardens, Norfolk, VA.Alice no País das Maravilhas, 1923

Helen M. Turner (EUA, 1858-1958)

óleo sobre tela

Hermitage Museum and Gardens, Norfolk, Va, EUA





Ler desde o primeiro ano de vida

9 04 2016

 

 

Allan Banks (EUA) Story Hour, 1989, 26 x 24cm, Private CollectionHora da história, 1989

Allan R. Banks (EUA, 1948)

óleo sobre tela 26 x 24 cm

Coleção Particular

 

 

Quem é acostumado à leitura desde bebezinho se torna muito mais preparado para os estudos, para o trabalho e para a vida. Além disso o contato com os livros pode mudar o futuro .

Nos Estados Unidos  a Fundação Nacional de Leitura Infantil (National Children’s Reading Foundation) aconselha que uma criança de 0 a 5 anos,  ouça historinhas enquanto  folheia o livro que está sendo lido, todos os dias, desde que nasceu.  Eles fizeram um estudo e constataram que ao longo da vida, para cada ano que você lê para seus filhos, eles estarão se preparando para ganhar o equivalente a mais 50 mil dólares, durante a vida,  do que aqueles que não ouviram histórias nem passaram as páginas de um livro antes dos 5 anos de idade.

Pense esta é uma herança, um presente de vida,  para sua filha ou seu filho.

Conselho dessa instituição: LEIA 20 minutos por dia, para suas crianças até a idade de cinco anos.





Imagem de leitura — Dario Mecatti

8 04 2016

 

DARIO MECATTI. Crianças - o.s.t. - 46 x 38 cm - assinado no cidCrianças

Dario Mecatti (Itália/Brasil, 1909-1976)

óleo sobre tela, 46 x 38 cm





Imagem de leitura — Rudolf Tewes

7 04 2016

 

 

RUDOLF TEWES (GERMAN 1878-1964). WOMAN SEATED IN A GARDEN. 1926, 49 x 64 cm osplacaMulher sentada no jardim, 1926

Rudolf Tewes (Alemanha, 1878-1964)

óleo sobre placa de madeira, 49 x 64 cm





Poetando, poesia de Francisco Tribuzi

7 04 2016

 

 

Angelo Morbelli ( Itália 1853-1919) Primeira Carta, 1890, ostPrimeira carta, 1890

Ângelo Morbelli (Itália, 1853-1919)

óleo sobre tela

 

 

Poetando

 

Francisco Tribuzi

 

 

Eu faço versos como quem

conserta sapatos

não como quem comanda uma empresa.

São tão simples os meus atos

como simples é a natureza.

 

Eu faço versos com pureza

não vou além da surpresa

que me inspiram os relatos

mas vou além do que sinto

eu faço versos não minto

e fazer versos é amar.

 

(Tempoema/inédito,s.d.)

 

Em: A Poesia Maranhense no Século XX,  organização  e ed. Assis Brasil, Rio de Janeiro, Sioge/Imago: 1994, p. 319.





Ler, ler, ler: texto de Peter Buwalda

5 04 2016

 

anthony stewart (EUA) 1Sem título

Anthony Stewart (EUA, contemporâneo)

 

 

“Era como no tempo em que estudava holandês, com a diferença de que o maldito Kapellekensbaan lhe tomara três semanas para ler e Giant Steps apenas trinta e sete minutos e três segundos para ser escutado.  Os livros haviam dominado a primeira metade da década de 90 em sua vida, lia como um maníaco, até tarde da noite, em pontos de ônibus e salas de espera, nas noites de insônia: passando de um título ao seguinte, dissecando as obras, cinco anos para reparar o humilhante fiasco em Utrecht…”

 

Em: Bonita Avenue, Peter Buwalda, Rio de Janeiro, Objetiva [Alfaguara], 2016, tradução Cássio de Arantes Leite, p. 27

 

 

NOTAS:

Kapellekensbaan [A estrada da capela] é um livro de Louis Paul Boon, publicado em 1953, que foi um acontecimento literário de peso, por causa de suas diversas linhas narrativas.  Um clássico da literatura holandesa.

Giant Steps é um álbum de jazz de 1960, de John Coltrane e Kenny Barrel.





Imagem de leitura — Paul Delvaux

3 04 2016

 

 

the-man-in-the-street-1940O homem na rua, 1940

Paul Delvaux (Bélgica, 1897-1994)

óleo sobre tela, 130 x 150 cm

Museu de Arte Walon, Bélgica





Ao pé da letra, um grupo irmão, uma consequência do Papalivros

28 03 2016

 

Trude Waehner (Áustria, 1900-1979), Margret Grump,ost,61 x 50 cmMargret Grump

Trude Waehner (Áustria, 1900-1979)

óleo sobre tela, 61 x 50 cm

 

 

Ontem foi o dia do primeiro encontro do novo grupo de leituras chamado Ao pé da letra.  Este grupo, que já começa lotado e com fila de espera, é resultado direto do Papalivros, que em abril deste ano completa 13 anos de atividade ininterrupta, ou seja 156 livros lidos.

Por causa da página do Papalivros neste blog sempre tivemos uma fila de espera.  Mas ultimamente a fila de espera estava muito longa com mais de 55 pessoas, só aqui no Rio de Janeiro.  Assim resolvi ver se consigo, e acho que conseguirei, orquestrar mais um grupo.

Como aconteceu no primeiro grupo, este começa com membros de ambos os sexos, com pessoas dos mais variados caminhos que têm o amor à leitura e que gostariam de discutir, conversar, expressar suas opiniões a respeito daquilo que leem, enquanto forjam novas amizades, novos conhecimentos.

Começamos com um número maior do que o previsto para um bom desenrolar das funções, porque a experiência diz que muitos imaginam ter mais tempo do que de fato dispõem. Manter a leitura de um livro por mês pode ser mais difícil do que se imagina.

Ao pé da letra, assim como Papalivros, terá uma página neste blog.  Mantivemos no grupo quase tudo que deu certo no outro grupo. A frequência dos encontros, a localização, o tipo de discussão, a maneira de avisar, o horário.  Mas sobretudo a vontade de conexão com o outro.

A seleção de livros é democrática, com sugestões vindas dos membros.  Assim como a definição dos estilos de leitura.  Enquanto o Papalivros se concentra exclusivamente em literatura contemporânea,  o Ao pé da letra abrirá os horizontes para incluir biografias, história e outros estilos.

A primeira leitura foi Um homem chamado Ove, de Fredrick Backman, estipulado pelo Papalivros.  A segunda, a de abril é Infiel, de Ayaan Hirsi Ali.

Você poderá acompanhar os títulos escolhidos pelo grupo através da página neste blog.

Parabéns a todos os participantes.  Foi um prazer — verdadeiro — conhecê-los ontem.  Boa sorte e boas leituras.  Que este grupo tenha tanto sucesso quanto seu irmão mais velho.





Imagem de leitura — Robert Campion

22 03 2016

 

Robeert Campion, (nova Zelândia), wwwrobeertcmpionconzMenina lendo, homenagem a Vermeer

Robert Campion (Nova Zelândia, contemporâneo)

óleo sobre tela





Imagem de leitura — Patrick Desmet

21 03 2016

 

 

652 Patrick Desmet

Sem título

Patrick Desmet ou Patrick De Smet (Bélgica, 1964)

Técnica mista com fotografia